Esta semana, as torneiras e sanitários estão a ser montados na casa, uma das grandes finalizações que ainda estava pendente.
Passei por lá hoje e já havia sanita no WC pequeno, além de lavatório completamente montado e duche. No WC grande já há torneira de lavatório, mas ainda está por ligar. Nos próximos dias deverá estar montada a sanita e bidé, torneira e duche do WC grande e, espero, cabine de duche no WC pequeno.
Eventualmente, será também montada a magnífica Grohe Minta na cozinha; confesso que é a torneira que mais gosto, de todas as que comprámos.
Fiquem-se com mais um curto vídeo, desta vez um ‘take 2’, já que o primeiro ficou corrompido por um bug na Cyanogen Mod que tenho a correr no meu Magic.
PS: começo a ter pena de não ter como fazer vídeos HD.
E assim, sem mais nem menos, a Joana completou um mês. E nem foi hoje, foi no dia 14 de Agosto, como é evidente.
A Joana é muito calma, apesar de exigente como qualquer recém nascido. Mas chora pouco; até durante a noite é raro chorar, quando acorda para mamar, vai resmungando até acordar a pobre da mãe que lhe pega, dá de mamar, muda a fralda e volta a colocar no berço.
Chega a haver alturas em que eu nem acordo, porque não dou por nada.
Noutras alturas, apercebo-me e depois da Joana estar a dormir ainda resmungo também, a ver se uma daquelas magníficas mamas me vem parar í boca, mas… não.
Mas não me custa deixar o exclusivo mamário para a minha filha que cresce a olhos vistos e parece ir pelo caminho do irmão que, aos 3 anos e meio está ainda no percentil 95 de altura.
Claro que se é raro a Joana chorar, quando o faz, é com afinco, lembrando-me claramente a serra circular do carpinteiro que, na casa nova, vai cortando tábuas para fazer acabamentos.
Acima de tudo, a Joana é linda e a mãe capturou isso mesmo na foto que lhe tirou hoje. Por isso, em vez de continuar com conversas, aqui fica a Joana com um mês.
Depois de uma semana bem lenta em que muita gente foi de férias, empreiteiro incluído, hoje passei na casa para verificar que o canalizador já começou a montar as torneiras.
A termoestática de duche já está na parede da casa de banho pequena e a do lavatório desta casa de banho está também quase montada, no chão de um dos quartos.
Acho que comprámos torneiras muita bonitas, depois de muito puxar pela cabeça e mal posso esperar para ver tudo montado. Amanhã estou lá caído outra vez.
Resolvi fazer a coisa com algum método e portanto peguei no livro oficial da Bimby, o que vem quando se compra a máquina e passei-o a pente fino para encontrar pratos que achasse que a família podia apreciar.
Cheguei a uma lista jeitosa, que se segue, acompanhada do número da página em que se encontra a receita:
Massa de pizza, 26
Caldo verde, 38
Arroz de polvo, 52
Bacalhau í Brás, 56
Pescada surpresa, 58
Lulas com mostarda, 64
Jardineira de carne, 72
Almí´ndegas, 72
Feijoada, 74
Chili con carne, 74
Esparguete com frango, 76
Peito de frango enrolado, 78
Ervilhas com ovos, 78
Bifes de cebolada, 80
Strogonoff de frango, 80
Rolinhos de peru, 82
Rolo de carne, 84
Lombinhos com cogumelos, 86
Lasanha/Bolonhesa, 92
Fettucini carbonara, 92
É uma lista razoavelmente extensa e com alguma variedade e até acabei por fazer creme de cogumelos que não estava na lista inicialmente e comprar ingredientes para fazer creme de ervilhas.
Com a lista feita, comecei a escolher algumas coisas para cozinhar e a fazer a respectiva lista de compras – tirando o Strogonoff (ou Stroganoff, as opiniões variam), que fiz com coisas que tinha cá em casa.
Os pratos que experimentei fazer foram: Strogonoff de frango, Bolonhesa, Lombinhos com cogumelos (adaptado), creme de cogumelos e tarte de maçã.
Como ainda só usei a máquina cinco vezes, não posso tirar conclusões definitivas, porque seriam precipitadas, mas posso deixar algumas notas e partilhar opiniões porque também já percebi que existe por aí alguma ansiedade em saber o que eu tenho para dizer (o que me faz pensar que se algum jornal ou revista me pagasse para fazer reviews, não era uma vida má de todo).
Para já, um grande mal das receitas do livro oficial: parece-me que uma porção significativa das receitas inclui natas, farinha de algum tipo e caldos de carne ou galinha. São três coisas que, genericamente, tento evitar por na comida.
De vez em quando uso natas, mas pouco, farinha quase nunca adiciono aos meus pratos, tirando uma pitada de maizena nalguns molhos, mas até isso é raro e caldos, enfim… uso tão pouco que tenho aí um monte deles passados de prazo.
Mas como decidi seguir o livro para testar a coisa de uma forma mais oficial, cumpri as receitas o melhor que pude. Posso no entanto dizer que a melhor coisa que saiu da Bimby foi a tarte de maçã e posso acrescentar que a dita podia ter sido feita na minha batedeira, sem grande diferença no resultado final, parece-me.
Primeiro foi o Strogonoff de frango.
Strogonoff de frango com molho de natas abundante. Sabor… não tão abundante.
Durante a cozedura, um cheiro enjoativo de carne cozida encheu a cozinha – é algo que me desagrada e sinceramente prefiro, de longe, saltear ou grelhar a carne primeiro, antes de a passar no molho, mesmo só para tomar gosto.
O método da Bimby coloca a carne crua no copo para cozer em leite e natas, o resultado final é um frango macio, de facto, mas também algo borrachoso e a colar-se levemente aos dentes.
O sabor não era mau, mas não era nada de louvar. O grande êxito foi mesmo com o Tiago que adorou ajudar-me a fazer o jantar, carregar nos botões e seleccionar as velocidades e no fim, comeu e pediu mais.
No dia seguinte, voltou a comer e bem; eu também e pareceu-me que estava bastante mais saboroso depois de passar umas horas no frigorífico. Menos mau, mas não fiquei com vontade de fazer novamente.
Uma nota negativa para a lavagem da máquina: quando tirei o frango lá de dentro havia imensa carne empalada nas lâminas, foi uma chatice de tirar e depois, mesmo seguindo o método de encher com água e detergente e por a rodar 2 minutos, a coisa continuou a precisar de ser toda desmontada e lavada í mão.
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Nos pratos que se seguiram (tirando a tarte), a coisa correu melhor e de facto a “auto-lavagem” dá jeito, não funciona é sempre.
A principal de positivo: além de ter entretido o miúdo, sujei muito pouca loiça e foi razoavelmente rápido de preparar. De notar, porém, que cortar o frango, descascar as cebolas e o alho, enfim… continua a ser tarefa humana.
A bolonhesa ainda não comemos, fiz apenas para ficar para a semana – como, aliás, costumo fazer em tachos e panelas normais. Ao fazer este prato fiquei impressionado com a Bimby pela primeira vez: aquelas lâminas são qualquer coisa de sensacional.
Em velocidades mais baixas picam os vegetais em pedacinhos muito regulares, em velocidades mais altas desfizeram completamente quatro tomates em polpa, num piscar de olhos.
Mais uma vez, a receita incluía caldo knorr ou lá que marca foi que usei (aquela do cozinheiro pedante), que usei a contra-gosto, mas pelo bem da experiência.
Mais uma vez, a confecção foi muito rápida, em meia-hora estava pronto, mas estava bom? Não.
Sempre fiquei curioso quando donos de Bimbies me diziam que faziam prato x ou y numa fracção do tempo normal. Bolonhesa ou Chili são exemplos comuns e que me deixavam sempre com a proverbial pulga por detrás do pavilhão auricular: pois se o que faz destes pratos delicias é precisamente o tempo que ficam a apurar na panela…
E de facto não há magia: cumprindo o tempo de cozedura da Bimby, a bolonhesa fica feita, mas fica a saber a mnhé. Dei-lhe apenas mais 10 minutos, desviando-me da receita e violando o protocolo de testes, mas pelo bem da Humanidade.
Só esses dez minutos foram suficientes para o resultado ficar muito mais saboroso. Com bom aspecto, porém, confesso que não ficou. Em parte culpa da carne embalada que comprei, mas também culpa da Bimby, porque apenas diz para colocar a carne lá dentro, mais nada. O resultado foi a carne toda em grumos enormes, a parecer montes de minhocas.
Carne í bolonhesa, já na caixa para ir ao frigo. Mau aspecto :P
Em suma, pareceu-me razoavelmente saboroso, falta testar numa refeição e ver a reacção da malta. Mas a conclusão do cozinheiro é: venham cá que eu faço-vos uma bolonhesa como deve ser.
O que se seguiu? Lombinhos com cogumelos.
A receita é com porco, mas pode ser com vaca e foi o que fiz. A conclusão, porém, é mais ou menos a mesma que com o Strogonoff: preferia de longe ter grelhado os lombos ou salteado num pouco de manteiga com alho e depois juntado ao molho, do que deixado a carne a cozinhar na Bimby – até ficou tenra, mas podia ter ficado bem melhor.
Claro que “juntado o molho” é também algo que preferia não ter feito. Esta foi, de longe, a receita mais desastrosa até agora.
Mais uma vez, o molho incluía natas e maizena. Estranhei, na receita, a quantidade de maizena – 60 gramas – mas, mais uma vez, imbuído de espírito científico e usando a tão badalada balança da Bimby, lá pesei as 60 gramas de maizena.
Que desastre. Não bastava a carne estar meio sem graça, o molho coagulou rapidamente devido í quantidade obscena de farinha que levou. Ficou de tal maneira nojento que o raspei e deitei todo para o lixo.
Estava de tal forma coagulado que foi só raspar com uma faca
Entretanto, derreti um pouco de manteiga numa frigideira, juntei um dente de alho esmagado e um fio de sumo de limão, quando se levantou cheirinho a alho, juntei uma colher de mostarda Dijon e um pacote de natas de soja que misturei vigorosamente. Deixei apurar e engrossar um pouco e ficou excelente.
Aliás, diria que o molho que fiz rapidamente na frigideira, salvou o jantar.
A quarta refeição foi uma sopa, creme de cogumelos, que, adivinharam leva caldo de galinha… e farinha… ah… e natas!
Outra coisa que estas refeições levam muito: leite. De forma geral, não uso leite para cozinhar, mas a malta da Bimby parece gostar, porque há várias receitas que levam leite… além das natas, claro.
Não sou apreciador de sopa e esta foi mais uma refeição que fiz para a semana e ainda não teve o teste final de ser levada í mesa, mas provei e pareceu-me aceitável. Como leva cogumelos laminados a flutuar no creme, temos alguma esperança que o Tiago coma, já que ele adora cogumelos. Já sopa…
Para finalizar e porque passei o dia inteiro ou nas compras, no Pingo Doce, ou na cozinha, achei que merecia um “treat”. Resolvi fazer uma coisa que adoro: tarte de maçã.
Para fazer esta tarte, a parte fácil fica do lado da Bimby: misturar ovos, açúcar, manteiga, etc. A parte difícil fica do lado do humano: descascar e cortar as maçãs e depois tirar a porcaria da massa do fundo da porcaria do copo e de volta da porcaria das lâminas.
Esta última tarefa ficou para a minha querida mulher também um pouco para evitar que eu atirasse a Bimby pela janela acabando por ter que comprar uma nova í Maria.
A tarte ficou praticamente crua ao fim de 30 minutos no forno (pois, não coze na Bimby, não é…), pelo que teve que lá ficar quase outros 30. Mais uma vez (tal como na Bolonhesa), os tempos indicados na receita eram insuficientes.
É muito bonito colocar no topo da receita que só leva 30 minutos a fazer, para parecer que é tudo muito rápido, mas depois, se fica tudo mal cozido, semi-cru ou sem sabor, mais vale deitar fora.
No final, a tarte acabou por ficar boa, mas, como já tinha dito, podia tê-la feito com a minha batedeira e teria sido mais fácil escorrer a massa para a forma e tudo.
A tarte de maçã ficou rapidamente reduzida a metade… nem arrefeceu
Resumindo: é giro usar a máquina, mas para mim, é giro usar qualquer máquina; bem feitas as contas, se fosse uma rebarbadora industrial ter-me-ia divertido ainda mais – pensando bem, já brinquei com uma rebarbadora industrial e posso garantir que é mais divertida.
O miúdo acha piada e vem ajudar a fazer o jantar. Isto pode parecer uma afirmação positiva, para quem não tem filhos. Quem tem filhos, particularmente com 3 anos de idade, sabe perfeitamente que “ajudar a fazer o jantar”, é a última coisa que vocês precisam que a criança queira.
De toda a comida que fiz – 4 pratos e uma sobremesa, o melhor foi a sobremesa. Nenhum dos pratos me surpreendeu pela positiva. A simplificação das receitas para as tornar mais eficientes na Bimby produz comida desinteressante que podia ser muito melhorada se passasse por outros processos de confecção que não apenas a cozedura – cá em casa, até a carne picada salteio levemente antes de ir para a bolonhesa e o resultado é significativo.
Dito isto, apenas segui o livro de receitas base. Mas a ideia é essa. Como vou ter a máquina duas semanas, terei tempo para explorar receitas mais interessantes e de preferência com menos natas, farinha e completamente sem caldos.
Ao fim deste intenso dia de uso, não comprava uma Bimby, certamente não por mil euros. Talvez por menos, mas sinceramente, não sei.
Por menos dinheiro (cerca de 200 euros), existe a Actifry, da Tefal que é mais simples e faz menos coisas, mas o facto de fritar (praticamente sem óleo), em vez de cozer, atrai-me imediatamente, pois não é por acaso que os fritos são tão populares – sabem melhor.
Se a Actifry permitir fritar quase sem gordura é quase a invenção do século e neste momento, parece-me bem mais interessante do que a Bimby.
Para fechar, o que mais me impressionou na Bimby foi a lâmina. Mas, meus amigos, todos nós sabemos bem que uma misturadora a sério é uma Total Blender, da Blendtec!
E assim vos deixo com a pergunta sacramental… se colocarmos uma Bimby dentro de uma Blendtec… will it blend?
Estamos encalhados neste país. Sabemos, hoje em dia, como é o mundo em que nos integramos. Conhecemos a Europa, a América do Norte, as grandes referências da nossa civilização.
Sabemos também que países como o nosso – pequenas nações antigas Europeias com poucos habitantes – têm o potencial de ser países ricos, muito focados num ou dois sectores de actividade como o turismo ou a alta tecnologia.
Mas todos nós, portugueses, também sabemos que somos um país cujo ideal nunca se cumprirá. Temos um grande impedimento, um obstáculo inultrapassável, chamado “portugueses”.
Espelhos dessa auto-sabotagem, existem inúmeros: a corrupção, o sistema de cunhas, a incompetência, falta de profissionalismo, chico-esperteza… é um rol, quiçá, interminável.
Mas í s vezes é nas coisas mais simples que se revela o verdadeiro espírito básico do português médio. E o português mijão é um excelente exemplo.
No edifício onde alugo garagem, há homens que passam as suas tardes. Uns, mecânicos amadores, outros, carpinteiros ou algo do género. Sendo Almada, há também bandas que por ali ensaiam.
Ao que parece, quando a Natureza chama, estes rapazes – estes verdadeiros machos latinos – acham que a melhor opção é mijar a um canto da garagem.
Mijam, como é evidente, num dos corredores da área comum – é claro que não mijam dentro da sua própria garagem! Essa urina vai escorrendo pelo chão desnivelado da garagem até se depositar, precisa e organizadamente, numa poça, í porta da minha garagem.
Todos os dias, quando vou levar o miúdo í escola, tenho que saltar por cima de uma poça de mijo que estes energúmenos produzem sem, aparentemente, qualquer peso na consciência.
E não é um problema muito difícil de resolver: podiam ter um baldinho na garagem que depois despejavam em casa, quem diz balde, diz bidão, para ser fácil de colocar uma tampa; podiam simplesmente sair e ir ao café que fica a 50 metros, beber uma bica e usar o WC.
Mas não, tudo isso é muito complexo e, portanto, mijam no chão.
E enquanto um dos ditados de um país for “onde mija um português, mijam logo dois ou três”, esse país nunca será mais do que um antro de labregos.
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