Pequena ode à Vitoriosa Pilinha

Vitoriosa Pilinha, nesta mão que é minha,
Conquistas continentes, pões-nos contentes.
E com a ventura que é tua,
Lambuzas-me a pintura, deixas-me inconsciente!

Esta é uma ode
À vitoriosa pilinha
Como macaco no seu galho
Este garboso caralho

Vitoriosa pilinha, que a tantos deslumbras
Alevantas eternamente
O esplendor da minha gente

Esta é uma ode
À vitoriosa pilinha
Como um poste de alabastro
Este estupendo mastro!

Esta é uma ode
À minha bela pilinha
Potente como uma grande bomba
A ejacular-te na tromba!

Grandiosa pilinha
Para sempre eternamente
Serás toda minha
Mas de toda a gente

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Nem vou explicar nada, a quem dá jeito esta coisa e ainda não conhece, já os olhos devem brilhar.

Get it here.

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Ao fim de muitos anos… dez anos? Já não sei bem… Trent Reznor decidiu por Lisboa no mapa da tour de Nine Inch Nails desta temporada. E não só uma vez: são três concertos no Coliseu, de seguidinha, nas noites de 10, 11 e 12 de Fevereiro de 2007.

Já sabí­amos há uns tempos e andávamos ansiosos por ver os bilhetes í  venda. Demorou, mas não falhou e já temos um camarote comprado para dia 11, já que é no meio que está a virtude.

Fica-me agora a suprema tentação de ir a, pelo menos, mais uma das noites.

Rock’n’roll, dudes!

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Fim de semana alongado

Este fim de semana foi sempre a malhar.

Quinta feira a minha mana fez anos e para festejar, sexta-feira houve uma reunião familiar alargada em casa dos meus pais. Desta vez, tentámos fazer a coisa de maneira a que a minha mãe não tivesse que se levantar í s seis da manhã e ficar a manhã toda na cozinha, portanto eu e a Marta preparámos os pratos principais e a Marta fez os doces e a Mila fez tudo o resto, que mesmo assim ainda não foi pouco.

A casa dos meus pais é propí­cia a este tipo de encontros, com a sua sala grande para refeições e outra sala enorme para ajuntamentos diversos (aquilo que antigamente era o meu quarto e o da minha irmã) e portanto couberam dezanove mânfios e mânfias, and there was much rejoicing.

Portanto eu levei uma lasagna brutal (1 litro de béchamel, 10 pacotes de mozarella fresco, etc) e uma panela de chili con carne, ao que a mana juntou um panelão de stroganoff e doces e enfim, comemos todos que nem uns ursos.

O dia correu muito bem e terminou ainda melhor, com a famí­lia toda a ver o Benfica em Alvalade a dar dois secos aos lagartos.

No Sábado foi dia de começar a mudar a sala. Há já algum tempo que andávamos a planear esta mudança. Basicamente, a ideia era passar o sofá e o nosso pequeno cinema doméstico para o lado oposto de onde se encontrava e assim trocá-lo com a mesa e cadeiras que comprámos para instituirmos a refeição familiar com o Alex e que ficou adiada, agora para cada vez mais breve – esperamos.

A mudança implicou então, não só troca de móveis, mas também passagem de cabos, uma coisa que me deixa sempre nervoso. Nunca tinha passado calha para nada e foi desta vez que calhou… passar a calha… para configurar um sistema 7.1 em que já figuram as novas Kef HTS3001, embora ainda sem os devidos suportes de chão.

A montagem das Kef levou í  reforma das velhinhas JVC, com mais de 30 anos, herdadas do meu pai e que também já serviram a tia Babinha e sabe-se lá mais quem. A diferença entre umas e outras colunas é tão abismal quanto os 30 anos de tecnologia que as separam: As JVC eram caixotes de aglomerado com 10 Kg. cada uma, três vias e uma resposta de 20 Hz a 20 KHz, as Kef são dois ovinhos de alumí­nio com 2 Kg., duas vias e uma resposta de 70 Hz a 55 KHz!

Portanto, abaixo dos 70 Hz, fica o Quake responsável pelo som e acima disso, até uns fenomenais 55.000 Hz, as Kef debitam detalhes cristalinos que nunca antes tinha ouvido. Não só o som é mais claro e detalhado, como agora é que o Quake brilha verdadeiramente.

Nota para os mais distraí­dos: Quake é o meu subwoofer e não o jogo de computador do mesmo nome ou um eventual tremor de terra na índia.

A calha foi toda medida e colada by yours truly, com a ajuda inestimável da Dee para as partes mais difí­ceis. Cortei a calha com uma pequena serra, em cima dos meus Oakley Teeth e colei-a na parede com mastic Bostik, que é um excelente produto, apesar da marca ser um bocado bostik.

Tudo correu razoavelmente bem, especialmente para quem nunca tinha colocado calha na vida, mas a colocação dos cantos foi mais problemática. Ainda assim, não se pode dizer que tenha ficado mal e já tenho o 7.1 montado e a bombar para filmes que o suportem (aconselho vivamente a trilogia Lord of the rings com um setup destes e o som bem alto).

No Domingo, o DIY continuou com a montagem de um novo ventilador no WC, para substituir o velho e absolutamente nojento e infecto que lá estava. Terminámos também a colocação de tampas na calha, a colocação das colunas traseiras na parede e a arrumação de diversos items.

Deitámos muita coisa para o lixo e ainda há muito mais por deitar. Aproveitámos também para levar as JVC para a garagem, onde ficarão a aguardar eventual destino.

A sala não ficou nada mal. Pelo contrário… está bastante confortável. Quando chegar a HTC3001 vai de certeza ser um deleite passar o Domingo amochado no sofá a ver filmes em altos berros.

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Venham-se daí­! É por uma boa causa.

Está marcado para dia 22 de Dezembro, solstí­cio de Inverno, uma manifestação global pela paz no mundo. Mas não é uma manifestação vulgar. O que se pretende é que o maior número possí­vel de pessoas no planeta tenha um orgasmo simultaneamente.

A contagem decrescente está disponí­vel no site. Esta é uma iniciativa a que não custa nada aderir!

http://www.globalorgasm.org/

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