Firefox 3 download day

Já começaram as 24 horas de download do novo Firefox 3. A ideia da comunidade FF é a de quebrar o record do Guinness de software com mais downloads em 24 horas. O browser está disponí­vel desde as 18 horas de hoje, dia 17 de Junho… está disponí­vel, claro, se os servidores aguentarem a carga, o que , neste momento, não se verifica.

Sim, é verdade, os servidores estão em baixo. Mas ok, eu cá estou com o dedo no reload, í  espera.

Edit: 20:30 e já cá canta. Sweet!

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Odeio peixe

Sempre odiei peixe. Quem me conhece, sabe bem que detesto essas malditas criaturas sob a sua forma alimentar. Claro que já ouvi muitas vezes “um dia hás-de gostar…”, e sei que sim, é verdade, os gostos mudam com a idade.

Mas peixe… tá quieto.

Detesto o aspecto do peixe, o cheiro do peixe crú, cozido, assado, frito ou grelhado. Detesto a textura do peixe, quer quando se come, quer quando tem que se arranjar – e eu nem nunca amanhei um peixe a sério, mas só mexer em peixe cru, dá-me náuseas.

E, recentemente, tendo que preparar peixe para o Tiago descobri outra faceta do peixe que odeio: abomino cozinhar peixe!

E eu que até gosto de cozinhar! Mas cozinhar peixe aborrece-me ou irrita-me, conforme a forma de cozedura ou o tipo de peixe e não há maneira nenhuma de cozinhar aquela maldita porcaria que não liberte aquele maldito cheiro!

Aaaaaargh!

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Ainda bem que Scolari gosta de Portugal…

Diz o seleccionador demissionário que gosta muito de Portugal e não sei quê e o carinho e a amizade. Mas a mim parece-me que ele gosta mais da Suiça.

Acabei de desperdiçar hora e meia da minha vida a ver Portugal oferecer um jogo í  Suí­ça. Porquê? Bom, a Suí­ça nunca tinha ganho nenhum jogo numa fase final de um Europeu e ainda por cima é paí­s organizador e, como se não bastasse, o seleccionador Suí­ço cumpria hoje o seu último jogo.

Scolari decidiu então oferecer, como prenda, o jogo de hoje aos Suí­ços, borrifando-se completamente nos milhares de Portugueses (milhões?), que estavam com vontade de ver uma boa goleada, antes de começar o apertanço dos quartos…

E o que dizer destas segundas-escolhas da nossa selecção? Esta selecção B? Bom, apenas me ocorre dizer que ainda bem que não é esta a nossa selecção principal! Miguel esteve uma nódoa, Nani não vale metade do que lhe atribuem, Quaresma, aparentemente, só joga bem se estiver integrado numa equipa que compra os resultados e Miguel Veloso é uma grande promessa… da bisca lambida!

Muita gente achará que é muita conversa para um mero jogo e se calhar é, mas pareceu-me tudo tão propositadamente mau que mais valia Scolari ter dito: epá, hoje não vão para os parques e praças ver os écrans gigantes, não alterem planos para poderem ver o jogo, não gastem o vosso tempo, porque isto hoje é para perder. E jogar para perder… é mau futebol.

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É oficial: estou na segunda idade

Eu nem sabia, mas ontem, no tal picnic de despedida do meu 35º ano o meu aví´ aproximou-se com um ar solene, e uma super bock na mão – o que merece imediata atenção – e informou-me que se iniciava agora a minha segunda idade.

Não sabia.

Mas é assim mesmo, ao que parece. Hoje completo 35 anos e passo a poder candidatar-me í  Presidência da República Portuguesa. Além de que ficam a faltar-me apenas 30 anos até í  idade da reforma; a menos, claro, que o Estado vá esticando a idade da reforma como um carroceiro afasta uma cenoura do burro, só ligeiramente, só para ele continuar a andar.

Pronto, tenho 35 anos. Siga!

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It’s a nice day for a picnic (inclui receita, completamente grátis)

Como vem sendo razoavelmente habitual, faço anos amanhã e, como é sabido, sendo hoje feriado (de acordo com o nosso Presidente da República, que, aparentemente, ainda vive em 1958, dia da Raça), foi o dia ideal para organizar uma festa de anos.

Pronto, uma festa de despedida do último ano, como algumas pessoas lhe chamaram. Tendo em conta que dia 11 é dia de trabalho (acredito que, após a minha morte, o dia do meu aniversário venha a ser considerado Feriado Nacional, mas, alas, nessa altura não estarei disponí­vel para festas), o feriado do dia de Portugal, Camões, das Comunidades e, ao que parece, novamente da Raça, é um bom dia para tratar dos festejos adequados.

Aqui por casa vamos com frequência ao Parque da Paz, sentar um bocado na relva a apanhar Sol e ver os patos. É simpático, é perto, não apanhamos trânsito e não voltamos para casa com o cú cheio de areia.

Notarão que usei a palavra “cú”, para, de certa forma, agradar aos leitores, fãs do Fernando Rocha que, acidentalmente aqui tenham aterrado. Mais í  frente, poderei tentar fazer piadas com “xixi”, mantenham-se atentos, fãs do Gato Fedorento.

Dizia eu que, numa das visitas ao dito Parque da garbosa cidade de Almada, ocorreu-me que ali seria um bom sí­tio para organizar um belo picnic de aniversário. Um get-together í  povo, uma cocktail party labrega, um verdadeiro festival de pipa e melancia debaixo do braço.

Comecei a tentar convidar alguns amigos, que imediatamente tiveram que sair do paí­s em negócios, foram atropelados por comboios ou… “ah e tal, tenho que ir fazer xixi” e nunca mais os vi. (Notaram?)

Mas a minha famí­lia não tem outro remédio senão aturar-me (sim, isto é um texto fortemente dramatizado para efeitos de impacto – e sim, hoje em dia usa-se a palavra impacto sem explicação adicional), disse toda que sim, embora tenha havido quem saí­sse do paí­s (mas foi sem querer).

As coisas estavam em andamento. Hoje, ao iní­cio da tarde, fui buscar bolos, a Dee fez sandes, fizémos pâtés e até tí­nhamos uma mesa de campismo que comprámos ontem na Decathlon para a Dee levar para a feira de artesanato de Almada, no próximo Sábado (btw, be there or be square).

Juntámo-nos todos, em bom estilo suburbano í  sombra de um castanheiro e de três armários de distribuição da EDP. Mesita armada, 40 sandes, 3 tipos de pâté diferentes, tostas, batatas fritas, coca-cola, super bock, sumos e água, 1,5 kg de miniaturas, 2 bolos brigadeiro e 1 bolo de aniversário. Foi o que levámos. Eina cum caraças!

Estava Sol, éramos 19 pessoas – incluindo o Gus e a Xana, que, apesar de avisados do que se tratava, decidiram aparecer na mesma. Comemos, bebemos, não cantámos, mas fomos felizes.

Esteve-se bem, o Tiago foi, evidentemente, o centro das atenções e, no geral, correu muito bem. A comida foi um bocadinho sobre-estimada, mas isso só significa que tenho um brigadeiro inteiro no frigorí­fico e vou ser obrigado a comê-lo. É uma pena, mas há que fazer estes esforços, pelo bem da humanidade.

E agora, só porque foi um grande êxito, aqui está a receita do meu pâté de jalapeño:

  • Meio frasco de jalapeños í s rodelas Old El Paso
  • Meio frasco de pickles diversos
  • uma colher de chá de pimenta cayenne
  • mayonnaise q.b.

Tudo bem triturado na picadora. E c’est tout!

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