Caricaturas

Hoje o SAPO faz 13 anos e a equipa de RP teve uma ideia porreira de oferecer uma caricatura a todos os sapos. Deixámos os nossos nomes na secretária ontem ao fim do dia e hoje quando chegámos tinhamos um envelope com a nossa caricatura, desenhada pelo Henrique Monteiro, lá dentro.

Ainda só vi uma mão-cheia delas, mas as que vi estavam muito boas. Aqui fica a minha para quem quiser ver:

Caricatura

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Google Chrome

O Google lançou um browser. Yeeaaaay. Chama-se Chrome.

Já o tenho. As três primeiras impressões foram más.

A ver vamos…

Edit: afinal as minhas primeiras impressões foram erros de paralaxe. Estou a começar a gostar seriamente deste browser.

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De banquinha montada e toca a aviar

Há uns anos valentes atrás, apareceu por aí­ uma coisa chamada IPO. É uma sigla que significa Inspecção Periódica Obrigatória. (no meu tempo usava-se a palavra sigla, agora diz-se acrónimo, mas não faz mal porque é a mesmí­ssima coisa) (pronto, pronto).

Os Portugueses gostam de inspecções. Lembro-me de andar na escola primária e de existir essa figura mí­tica, muito mais temida que a Directora da escola: o Inspector!

O inspector não estava na escola, mas podia aparecer a qualquer momento e… sei lá, inspeccionar! Sussurrava-se no recreio que o inspector tinha muito mais poderes que qualquer professora, mas nunca ninguém tinha visto um.

Mas tenhamos calma. A inspecção de veí­culos foi criada com muito boas intenções: andava por aí­ cada cangalho que mais pareciam caixões com rodas e havia que verificar um conjunto básico de funcionalidades dos veí­culos, obrigando os seus donos a mantê-los num estado minimamente aceitável.

O principal era a segurança e parece-me que foi uma boa iniciativa; aliás, já se praticava em vários outros paí­ses europeus, como é habitual em quase tudo o que por cá se adopta.

Lembro-me da primeira vez que levei um carro a uma IPO: foi o Fiat Punto azul do meu pai que tinha um problema chato no travão de mão, o que me deixou um pouco nervoso. Naquela altura, mandaram-me ligar as luzes, travar, virar as rodas, pí´r o travão de mão (que não me deixou ficar mal) e mediram as emissões do escape do carro.

Trigo limpo, farinha amparo. O carro passou e eu senti que tinha cumprido a missão: a estrada não estava ameaçada por maus travões, luzes maradas ou direcção desalinhada do Fiat Punto.

Saltemos para 2008 e para o meu Mercedes preto. Levado í  inspecção na passada sexta-feira, foi chumbado. Luzes fundidas? Travão insuficiente? Escape poluidor?

Não, nada disto.

A janela de trás do lado do condutor, não abre.

Isso mesmo: a janela de trás, que eu nunca abri e nunca tive necessidade de abrir, está avariada. Eu sei que está avariada, porque está avariada desde que comprei o carro. Nunca funcionou e o carro sempre passou nas inspecções.

Mas este ano, esse perigo para a segurança rodoviária que é a minha janela traseira não passará!

O que é que há de errado neste filme? Para onde vai o dinheiro das inspecções? Não sei, mas gostava de saber, porque parece-me matemática simples que duas inspecções, pagas, rendem mais do que apenas uma.

O carro anda, trava, as luzes funcionam, o escape não polui mais do que é aceitável para aquele tipo de veí­culo… não é o que importa? Ao que parece, não. Quando mencionei o assunto no Twitter, choveram exemplos de pessoas: a porta não tem puxador por fora, o ajuste eléctrico do retrovisor não funciona (embora possa ajustá-lo manualmente), buracos em bancos, etc.

As regras que se encontram online dizem coisas como: “Quadro e Cabine – Realiza-se um exame ao exterior e ao interior do veí­culo com vista í  detecção de pontos de corrosão, deformações, anomalias dos bancos e outros defeitos.”

“E outros defeitos”? Ou seja: o que me der na gana? Janelas que não abrem, por exemplo… tapetes rotos? Maní­pulos coçados? Tejadilhos com bolor? Tenham dó!

E a quantidade de chaços que parecem prontos a desmoronar-se que continuam a circular por aí­? Cheira-me que o velho untar de mãos também é eficaz em resolver problemas de inspecção de veí­culos, é o que me parece.

Em suma, cheira-me a negócio e do proveitoso!

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Il primo giorno

Hoje foi o primeiro dia do Tiago no infantário. Para começar, está a ir só de manhã, até que tenhamos a certeza que se habitua bem… ou para minimizar o nosso próprio stress, não sei bem :)

Hoje atrasei-me um bocadinho para o trabalho para poder ir com a Dee levá-lo ao seu primeiro dia. Correu tudo bem: quando chegámos ele quis logo sair da cadeirinha e quando lhe soltei o cinto foi directo para dentro da sala onde vai ficar atirar-se ao seu brinquedo favorito.

Este sozinho na sala um bocado, sem conseguir chegar ao tal brinquedo, mas sempre a apontar para ele, equanto nós falávamos com a educadora e ela arrumava umas coisas. Depois, quando a educadora entrou para a sala, ele saiu e veio pedir colo í  mãe.

Como não obteve o colinho, lá voltou para a sala, agora já com o brinquedo í  mão de semear e lá ficou. Despedimo-nos e saí­mos, com o Tiago a fazer um ar um bocado desconfiado, mas sem choros.

Entretanto vim trabalhar e a Dee andou a tratar de uma série de coisas até o ir buscar, por volta do meio-dia. Ao que parece a manhã correu bem, sem grande stress e sem choro, mas o Tiago passou a maior parte do tempo a um canto agarrado ao seu ursinho e não almoçou grande coisa.

Suponho que amanhã vá ser mais difí­cil deixá-lo e será, provavelmente, a verdadeira prova. Veremos se, no final da semana, o balanço é positivo.

Agora… quem diz que por os miúdos no infantário custa mais aos pais que aos próprios miúdos… tem toda a razão.

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Fresquinho

…o novo cartoon dos Especialistas que me levou horas a fio a desenhar.

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