Tiálogos – repreensões

Ontem, como habitualmente, mesmo antes de se deitar para dormir, pediu água.

– Pai, quero água, quero água na garrafa.

– OK, vou buscar.

Cheguei í  cozinha, dei com o seu novo copo do homem-aranha, com palhinha embutida. Enchi e levei-lhe.

Espetou um dedinho na direcção do copo e, com um tom repreensivo atirou:

– Isto parece-te uma garrafa…?

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