Se lhe dou qualquer coisa que ele quer diz-me “b’i’ado papá” e no fim das refeições levanta-se e leva o prato para a cozinha.
Quem é que lhe anda a ensinar isto?
Publicado em , por Pedro Couto e Santos
Se lhe dou qualquer coisa que ele quer diz-me “b’i’ado papá” e no fim das refeições levanta-se e leva o prato para a cozinha.
Quem é que lhe anda a ensinar isto?
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Deixa-me ser mauzinho, cá para mim tá a dar graxa!!!
É pá deves de ter ai um puto fantástico.
Deve ser para eu lhe emprestar o carro daqui a uns anos… :-)
Talvez o maior problema, com o ensino das boas maneiras em casa, seja exatamente essa descrença – por parte dos pais – de que gestos simples de companheirismo em família sejam impossíveis!, fantásticos, etc.
Talvez isso seja um dos muitos nocivos subprodutos da troca da idéia cristã que estava na base da nossa educação de que o outro é meu irmão, porque somos todos filhos do mesmo Deus, pela idéia do egoísmo supremo de que o outro é meu inferno. O amor se mostra em pequenos gestos e na vida cotidiana.
Só uma idéia que me ocorreu a partir dos comentários a esta postagem.
Cordialmente,
Vidaemsociedade: Boas Maneiras, Virtudes Humanas e Cristianismo na Vida Cotidiana
Caro anónimo, talvez o problema dos cristãos seja a sua total incapacidade de compreenderem ironia.
Achei seu comentário tão agressivo! É claro que sabemos o que é ironia. Para que isto? Não é verdade que algumas pessoas não acreditam que seja possível certa delicadeza em família e que ela se deve a uma nova mentalidade que tem outros valores? Qual é o problema de se mencionar isto?
Mas não vou fazer o mesmo de atribuir pontos de vistas a incapacidades… Isso não é educado!
O meu comentário não foi nada agressivo mas o seu, em contrapartida foi porque vem para aqui discursar sobre como o abandono da ideia cristã de que somos “todos filhos do mesmo deus” tem (vários) “subprodutos nocivos”.
Em contrapartida, a minha resposta foi até bastante suave, tendo em conta o que eu sinto pelo cristianismo (e já agora, pela religião em geral), e essa sua mania de que é detentor da verdade absoluta e mais: que tem necessidade *constante* de o mencionar aos outros, mesmo (ou especialmente), quando os outros não querem saber.
Cá em casa ninguém é cristão, nem sequer religioso sob qualquer forma e no entanto, o nosso filho é simpático, carinhoso, educado e todos nos amamos abundantemente por aqui. Não precisamos de amigos imaginários para nada.