Nitrodesign… ®

Hoje aconteceu uma espécie de milagre: arrumei a minha mesa. Está incrí­vel, consegue perceber-se de que cor é e tudo. O que demorou mais tempo foi tirar medidas com a fita métrica para colocar as colunas como deve ser. Acho que ficaram bem.

Os meus pais apareceram ao fim da manhã para trazer a carta do INPI com a confirmação do registo da nitro como marca, portanto agora, além da empresa Nitrodesign, existe a marca nitrodesign. O logo também está registado, claro. Agora tenho que passar a habituar-me a escrever nitroDESIGN®.

Passei mesmo grande parte do dia a arrumar tralha e depois ao fim do dia resolvi almoçar. A Dee também já tinha alguma vontade de finalmente almoçar como deve ser (já lá iam umas semanas desde a última vez). Comprei uns bifes, fizemos salada, etc, etc. Estava óptimo por acaso.

Para terminar o dia como deve ser, estive a fazer o segundo de uma noví­ssima série de cartoons para o Sapo. Mudámos tudo, a forma de apresentar os personagens, o cenário, o formato, tudo. Vamos ter que sacrificar algumas coisas em prol da frequência de publicação e tendo em conta a nossa cada vez maior falta de tempo.

Portanto, quando estiver tudo alinhado por parte do Sapo, vamos poder ver um novo cartoon. Já fiz dois, é verdade, mas o primeiro já está desactualizado e serviu só para mostrar a nossa nova ideia e ver se seria aprovada. O segundo é que já é a sério. Como o primeiro não vai ser publicado, se calhar coloco-o neste site, logo se vê.

Agora acho que vou dormir que amanhã é segunda-feira e por muita dedicação que eu tenha í  Angelina Jolie, não consigo ficar a ver o “Gia” nem mais um minuto, porque ultimamente tenho um threshold de resistência a filmes maus muito baixo.

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Gongfu e ronha

Hoje foi dia de começar cedo. Custou-me um bocado a acordar, estava com vontade de ronhar um bocado. Às 9:30 chegou o Godfather e partimos para a aula de Gongfu.

A aula foi excelente, fizemos mais de hora e meia da Qigong, o que é sempre sensacional para o corpo. Para o corpo e para o resto.

Seguiu-se a aula de Shaolin com três posições básicas: ma bu, deng san bu e siu liu bu; e sequências de movimentos de pernas e braços. Claro que ao fim de três horas estava cansado, mas nada de mortal.

Passei o resto do dia a mongar pela casa. Ainda joguei um bocadinho de Soldier of Fortune, mas agora estou num ní­vel em que tenho que tomar de assalto um edifí­cio em Tokyo, infestado de Yakuza. Não é fácil, ainda por cima o raio dos tipos são rijos, alguns deles depois de várias metralhadas da SMG continuam a avançar.

Ao fim da tarde fui com a Dee í  Páscoa comprar bolos. Mais uma vez se cumpriu a nossa tradição de comprar um bolo de anos só porque sim. Gostamos de bolo de anos quando ninguém faz anos. Trouxemos também para aí­ um kg de bolinhos variados e viemos mongar mais um bocado e comer.

Já í  noite estive a tentar perceber porque é que o Sims não funcionava como deve ser no computador da Dee… e acabei por perceber que o jogo é incompatí­vel com o WinDVD… hum. Enfim, tretas. Ao fim de três horas de dor de cabeça, desinstalei o WinDVD e o jogo já não crasha. Depois quis vir jogar um Quake, mas a Netcabo cortou-me a ligação.

Maravilha… chega a um sábado í  noite, um gajo quer jogar um Quake, ver umas páginas… e não se pode porque não há rede.

É a total falta de respeito! Quero a minha rede e quero-a já! Ainda por cima com o excelente serviço ao cliente da Netcabo já sei que não vale a pena ligar para lá e temo bem que or ser fim de semana não haja ninguém lá para fazer reset ao NT.

Ainda gostava de perceber porque é que há pessoas que gerem ISPs a usar NT. Cada vez mais acredito que as pessoas estão mais predispostas a aceitar uma monarquia ou ditadura do que uma democracia. Adoram ser governados pelo único e todo poderoso Bill Gates.

Já pensaram na Micro$oft como um governo opressivo e totalitário? Pois é, é fabulosamente semelhante não é? Não têm medo? Olhem que mete medo…

Por acaso gostava de saber quantos assassinos estão a cargo da Micro$oft correntemente…

QUERO A MINHA REDEEEEEEEEEEEEEEEEE!

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Kalinka!

Hoje deixo convosco uma sugestão para se divertirem í  grande. Corram o Napster e procurem: “Kalinka”. Escolham a versão cantada pelo Coro do Exército Vermelho da CCCP.

Depois, sigam a letra, cantem e dancem, vão ver que não há nada melhor. Eis a letra:

KALINKA

Kalinka, kalinka, kalinka moya!
V sadu yagoda malinka, malinka moya!
Hej! Kalinka, kalinka, kalinka moya!
V sadu yagoda malinka, malinka moya!

Hej! Kalinka, kalinka, kalinka moya!
V sadu yagoda malinka, malinka moya!
Hej! Kalinka, kalinka, kalinka moya!
V sadu yagoda malinka, malinka moya!

Aaaaaaaaaaaaaaaaaaah!
Pod sosnuyu, pod zelenoyu
Spat’ polozhite vy menya,
Aaaaaaaaaj!
Aj lyuli, lyuli, aj, lyuli, lyuli,
Spat’ polozhite vy menya

Kalinka, kalinka, kalinka moya!
V sadu yagoda malinka, malinka moya!
Hej! Kalinka, kalinka, kalinka moya!
V sadu yagoda malinka, malinka moya!
Hej! Kalinka, kalinka, kalinka moya!
V sadu yagoda malinka, malinka moya!
Hej! Kalinka, kalinka, kalinka moya!
V sadu yagoda malinka, malinka moya!

Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah!
Krasavica, duscha-devica,
Pozholej zhe ty menya,
Aj, lyuli, lyuli, lyuli, lyuli,
Pozholej zhe ty menya!

Kalinka, kalinka, kalinochka kalinochka moya!
V sadu yagoda malinka, malinochka moya!
Hej Kalinka, kalinka, kalinka moya!
V sadu yagoda malinka, malinka moya!
Hej! Kalinka, kalinka, kalinka moya!
V sadu yagoda malinka, malinka moya!
Hej! Kalinka, kalinka, kalinka moya!
V sadu yagoda malinka, malinka moya!
Hej! Kalinka, kalinka, kalinka moya!
V sadu yagoda malinka, malinka moya!
HEJ!

Esta música terá um papel essencial numa futura produção da nitro que começa agora a tomar forma.

Hoje passei o dia um bocado moí­do, não de dançar a Kalinka, mas do Gongfu de ontem :)

Bati também um record pessoal, estando mais de 4 horas ao telefone, 3 das quais de seguida, desligando e atendendo com menos de um minuto de intervalo, cheguei a estar ao telefone com o Pato na orelha esquerda e com o Godfather na orelha direita, sendo que este estava ao telefone comigo e com o irmão simultaneamente também.

Ah, e eu odeio falar ao telefone.

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Regresso ao Gongfu

Depois de uma segunda feira agitada para tratarmos das nossas inscrições no Gongfu, o Godfather e eu fomos í  primeira aula hoje.

Foi uma boa aula, como todas aliás, mas infelizmente senti-me muito mal a dada altura e tive que parar. Descansei e bebi um bom bocado de isostar e depois senti-me bastante melhor e consegui voltar a entrar no treino e terminar a aula bem. Estive a fazer a Lian Bu Quan que ainda não sei completamente, mas desta vez até consegui não ficar parado feito parvo no meio de toda a gente e mais ou menos segui os movimentos.

É indescrití­vel o binómio bem estar/dor que isto provoca. Nunca fiz nada como o Gongfu antes, é verdadeiramente “iluminante”. Levamo-nos a um extremo de esforço tão grande, tanto mentalmente como fisicamente, que começamos a sentir ligações com partes de nós próprios que normalmente não chegamos sequer a conhecer. Estou a ficar demasiado esotérico para vocês? Então vão ver o bigbrother, isso pelo menos não obriga nenhuma sinapse sequer a disparar um electrão.

Acho absolutamente incrí­vel o que os chineses conseguiram por um corpo humano a fazer. A diferença para a “filosofia” ocidental do couch potato é absolutamente abismal. Continua a achar uma sorte one-in-a-million ter encontrado esta escola.

E agora estou a ouvir uma música do Steve Vai, tirada do album “The Ultra Zone”, daquelas que normalmente se diria: “bah, mais uma balada manhosa de rock instrumental”… mas se ouvirmos com atenção vamos reparar que é toda tocada a contratempo. E o mais fenomenal ainda, que me fez ficar a gostar ainda mais desta música, foi ter visto a banda tocar isto ao vivo… tudo em contratempo. É genial, a bateria bate sempre quando não estamos í  espera.

Agora uma explicação muito básica do que é contratempo.

Quando marcamos o tempo de uma música, podemos dizer: 1-2-3-4. Isto é o normal na maior parte da pop/rock das últimas décadas. A menos que estejamos a ouvir o padrão 7/8, 7/8, 7/8, 9/8 do Tubular Bells (Mike Oldfield), ou por exemplo o “Fear of Fours” dos Lamb, que se chama assim precisamente por não conter nenhum compasso quaternário (de 4 batimentos ou tempos).

Normalmente a bateria bate: 1-2-3-4: tak-tak-tak-tak, chama-se a isto bater “a tempo”, sempre no iní­cio do tempo. Claro que os tempos podem ser dividios em unidades mais pequenas e nesse caso podemos fazer: 1-tak-2-tak-3-tak-4-tak, os “tak” aqui entram a contratempo, portanto nós batemos o pé no “1”, mas a batida só aparece no um e meio, por assim dizer.

Agora esta música do Vai, que se chama “Windows to the soul”, ainda nem consegui perceber exactamente como bate, mas sei que é praticamente impossí­vel seguir a bateria sem prestarmos muita atenção.

Bem, já joguei um instagib, já ouvi o “Windows to the Soul” 6 vezes, já vi um Seinfeld e comi umas salsichas Deutschlí¤nder (que são EXCELENTES, aviso já) e agora vou xonex.

Depois tenho que contar sobre o diário de sono que comecei a fazer por sugestão do meu professor de Gongfu. Hasté manhorning…

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Fim de semana manhoso

Que fim de semana mais manhoso que este foi.

Daqueles que não apetece mesmo… aliás, apetece fazer rewind e tentar de novo. Enfim.

Tive dois sonhos interessantes, um de sexta para sábado e outro de sábado para domingo. No primeiro, uma raça extraterrestre humanóide vivia para se alimentar de humanos; a sua forma de os capturar era simples: turismo. Certo: vendiam férias no seu belo planeta e como isco criavam enormes hotéis super-equipados.

Um senão: estes aliens derretiam na água, o que era um inconveniente dos diabos pois para fazerem o seu isco como deve ser, os hotéis não só tinham que ter água, como tinham que ter belas banheiras.

Foi neste cenário que me encontrei, eu e toda a minha famí­lia, demasiada gente para sequer me lembrar de todos. Comecei a lembrar-me do sonho já numa altura em que nos preparávamos para escapar do hotel-isco. Estávamos no piso inferior, onde, convenientemente, havia um Pingo Doce, onde estávamos a roubar comida para a viagem de volta í  Terra. Cada um escolhia o que queria levar e eu peguei numa caixa de ovos moles de Aveiro, claro.

A certa altura os aliens deram pela nossa fuga e começou a luta. Apliquei os meus escassos conhecimentos de luta e tem piada como no sonho só pensava que tinha que arranjar forma de ir mais vezes ao kungfu, porque estaria a dar-me imenso jeito saber mais naquela altura.

Mas não me safei mal e ao fim de um certo tempo já várias dezenas de aliens esperneavam na banheira. Os meus ovos moles é que se desfizeram todos no calor da batalha, infelizmente.

Depois veio a parte mesmo estranha. Estes aliens tinham umas crianças zombie, muito estranhas, com a particularidade de andarem de olhos fechados, mas de as pálpebras serem transparentes.

Aqui temos algo que se não é estupidamente simbólico, eu não me chamo Sigmund. Olhos fechados com pálpebras transparentes. O meu dilema nesta altura era se despejava água em cima destas crianças ou se elas próprias eram ví­timas dos seus próprios pais.

A minha mãe falava com elas e dizia “vocês são crianças, não querem abrir os olhos?”

…ok, estranho. Weirdometer a 600, pelo menos.

Na noite seguinte sonhei que ainda andava na Faculdade, mas que me tinha esquecido. Quando me lembrei tinha chumbado a várias cadeiras, nomeadamente matemática, cadeira que eu nunca tive na Faculdade sequer. As notas eram dadas em percentagem e eu tinha 40% a Matemática. O estranho era que em “prática de qualquer coisa” tinha 400%. Não me lembro em que era a prática, infelizmente.

Este sonho passava-se todo de noite e eu andava pela escola com um livro na mão, que tinha umas peças metálicas dentro do shrinkwrapping onde vinha. O livro era necessário para os exames que agora tinha que fazer e custava módicos 48 contos. Lembro-me de muitos pormenores dispersos, que são difí­ceis de escrever. Sei que a dada altura confiei o tal livro í  minha irmã, que acabou por o perder.

O que sei é que acordei em pânico, já de manhã. Demorei ainda uns bons 15 minutos a convencer-me que não andava nada na faculdade e que já não tenho que me preocupar com isso. Senti uma enorme alegria quando me apercebi finalmente que acabei o curso há quase quatro anos, quase tantos como os que lá perdi.

Vi três filmes este fim de semana, com a Dee. Vi um qualquer que não me consigo lembrar por muito que tente, devia ser marcante. :)

Vi outro, chamado “The Ninth Gate”, do Polanski, com o Johnny Depp, que era uma porcaria incrí­vel, desde o satanista que colecciona livros sobre Lúcifer e os tem bem guardados num cofre cujo código é… anyone?… exacto, “666”, até í s cenas de sexo despropositadas ou ao facto do filme ter 6 horas e meia (pelo menos parece). Quase que chegou a ter piada ver a parte que é filmada em Sintra… mas ficou-se pelo quase. Que bocejo.

Depois vi outro, uma comédia semi-romântica inglesa que até estava giro dentro do estilo com a enorme vantagem de não ser americana mas também não ter o Hugh Grant.

Ao fim da noite, a Dee decidiu mudar a nossa cama de sí­tio. Até nem ficou muito mal, mas infelizmente levantou tanto pó que estou com uma enorme crise de Rinite e não consigo dormir. Em vez disso, vim trabalhar e são agora quatro da manhã.

Ao menos tenho a maquete que queria apresentar amanhã, pronta.

Esqueci-me completamente de dizer, mas fiz mais um cartoon dos especialistas há pouco tempo, podem ir ver na Digito, porque ainda nem actualizei no nosso site.

Agora vou mesmo tentar dormir. Já engoli um claritine, vamos ver se isto vai ao sí­tio, amanhã tenho que acordar cedo… amanhã, não, daqui a bocado.

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