Life is not simple

Os mais atentos terão reparado que durante cinco dias publiquei tiras do Life is simple com cinco dias de atraso.

Terão também reparado que desde dia 27 de Dezembro que não há tiras novas.

Isto não implica que o Life is simple vá acabar, aliás, já escrevi mais uma ou duas tiras, que pretendo fazer. Mas não posso dizer que ultimamente me sinta muito motivado. Na verdade, ao fim de cinquenta tiras, acho que perdi completamente a energia que tinha no iní­cio.

Isto acho que tem um bocado a ver com a minha corrente gestão de tempo, alteração de horários e estupidificação de fim de semana. Também acho que atingi determinados objectivos com o Life is simple e agora preciso de objectivos novos para ter vontade de continuar a série.

Para ser sincero, 50 cartoons é bem mais do que alguma vez imaginei conseguir fazer.

Mas porquê fazer mais?
Tenho algumas razões, mas ainda são poucas. Veremos como a coisa evolui.

Ésempre bonito, aguardar a evolução da coisa.

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Dia da playlist

Pronto, hoje como não tenho mais nada de interessante para dizer, declaro dia da playlist.

E portanto aqui vai a que estive a ouvir a tarde inteira, são 43 músicas, não se podem queixar nem de falta de quantidade, nem de variedade:

1. Moby: We are all made of stars
2. Goldfrapp: Human
3. Pink Floyd: Brain Damage
4. Tomahawk: Cul de sac
5. Led Zeppelin: Heartbreaker (live)
6. Queens of the Stone Age: No one knows
7. Kruder & Dorfmeister: Trans-fatty acid (Lamb remix)
8. Mew: Comforting sounds (radio edit)
9. The Beatles: Free as a bird
10. Radiohead: Everything in its right place
11. Korn: Falling away from me
12. The Chemical Brothers: Block rockin’ beats
13. Queen Adreena: Pretty like drugs
14. Prince: Willing and able
15. Queen: Somebody to love
16: Goldfrapp: Strict machine
17: Red Hot Chili Peppers: My friends
18: Monty Python: Galaxy song
19: Django Reinhardt: Honeysuckle rose
20: Radiohead: Life in a glasshouse
21: Rage against the machine: Killing in the name
22: Outkast: Hey ya!
23: Moloko: Familiar feeling
24: Eminem: The real slim shady
25: Pink Floyd: Bike
26: The Beatles: Let it be
27: Jimi Hendrix: Purple haze
28: Deep Purple: Child in time
29: Nine Inch Nails: Starfuckers Inc.
30: Apollo Four Forty: Lost in space
31: Lamb: Learn
32: Manic Street Preachers: A design for life
33: The White Stripes: Seven nation army
34: The Bloodhound Gang: Mope
35: David Bowie: China girl
36: Nirvana: Smells like teen spirit
37: Richard Cheese: Chop Suey (System of a Down cover)
38: Lamb: Gabriel
39: Terrance and Philip: Uncle Fucka
40: Metallica: Nothing else matters
41: Black eyed peas: Where is the love
42: The Who: The real me
43: Seteve Morse Band: Runaway train

There!

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Playlist para hoje

Ora aqui vai a playlist do meu iTunes do escritório, para hoje, baseada no playcount:

1 – The Beatles: Free as a bird
2 – Outkast: Hey ya!
3 – Tomahawk: Cul de sac
4 – Goldfrapp: Strict machine
5 – Monty Python: I’m so worried
6 – Sigur Rós: ( )
7 – The Beatles: Let it be
8 – Korn: Dead
9 – Lamb: One
10 – Led Zeppelin: Stairway to heaven (live)

Pronto só dez para abrir o apetite.

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The last bloody day of the fucking year

Hoje acaba 2003. Good fucking riddance!

Divirtam-se todos muito, ou pouco, o que quiserem na passagem de ano, esse ritual habitual.

E cuidado com os mamutes.

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Mas porquê o pão?

Gosto de pão. Isto é verdade. Gosto mesmo muito de pão.

Recordação número um de Moimenta da Beira: bater com a moedinha de vinte e cinco tostões no balcão da padaria para chamar a atenção do padeiro, para comprar pão, de manhã cedo. Pão fresquinho e bem feito é excelente, come-se em sandes, come-se em torradas, come-se até mesmo só com manteiga ou… só pão.

Lembro-me de alguns pães excelentes, com um sabor inconfundí­vel e raramente encontro pão dessa qualidade. Quando há de facto sí­tios que vendem pão bom, não tenho paciência ou organização doméstica suficiente para o ir comprar.

Daí­, a máquina de fazer pão. Claro que o pão da máquina não se pode comparar í queles que mencionei, porque não é amassado í  mão e muito menos cozido a lenha. Mas é um excelente pão e tem uma grande vantagem: ponho-o a fazer e duas horas e picos depois tenho pão fresco, sem ter que sair de casa.

Além disso, sei que não me arrisco a trazer para casa um pão que parecia bom, mas que na verdade não presta para nada, é do dia anterior ou está queimado ou seja o que for.

Ontem fizemos uns acertos í  receita original e o pão saiu ainda melhor, muito mais leve e saboroso e desta vez já não abateu. Hoje de manhã comi duas torradinhas do primeiro pão, do qual ainda restavam umas fatias, e regalei-me. Quando compro pão no supermercado, três dias depois já não se faz nada com ele, nem sequer torradas de jeito.

Portanto aqui está, o porquê da máquina de pão. Não é que sinta nenhuma necessidade de fazer o meu próprio pão, é mais uma questão de comodismo, por um lado e o facto de o pão ficar de facto excelente, por outro.

Já agora, o tí­tulo anterior poderá fazer pensar que existe alguma ligação religiosa entre mim e o pão, por causa do “senhor”, mas quem se lembra, lembrar-se-í  que aquela frase é a canção entoada pelo Obélix quando começa a beber uns copos a mais: “era o vinho, senhor, a coisa que eu mais queria”.

Ferpeitamente!

[tags]pão, máquina[/tags]

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