O verbo muraguar.
Hoje venho ensinar-vos um novo verbo.
A língua portuguesa é muito antiga e precisa do ocasional empurrão. Palavras como “lóbi”, “dossiê” e “stresse” são simplesmente imbecis e não fazem falta nenhuma. O que nós precisamos é de palavras novas que sejam verdadeiramente portuguesas.
Como o verbo muraguar.
Muraguar é a minha sugestão para a resolução de problemas com nações incómodas. Conflitos internacionais, disputas territoriais ou simplesmente populações desagradáveis, são tudo problemas que se podem resolver com um simples muraguar.
O que é, então, muraguar?
É simples: quando um território, país ou região se torna incómodo, basta isolá-lo por meio da construção de um grande muro em redor das suas fronteiras, que posteriormente se enche com água. Esta simples acção resolveria imensos problemas que o mundo atravessa actualmente.
A descrição desta acção é normalmente simplificada na frase: “O Iraque? Epá… muro, água!”, de onde nasce, então, o verbo muraguar.
Não só muraguar poderia resolver inúmeros conflitos globais, como criaria grandes áreas balneares que potenciariam enormemente o turismo das regiões fronteiriças í área muraguada.
Terminemos então, conjugando o presente do indicativo do verbo muraguar.
Eu muraguo
Tu muraguas
Ele muragua
Nós muraguamos
Vós muraguais
Eles muraguam
Proibição de fumar em Itália com impacto imediato, estudo sugere
Um estudo italiano sugere que a proibição de fumar em todos os locais públicos fechados, naquele país, teve um impacto de curto prazo nos internamentos por enfarto do miocárdio. Aparentemente, contra a estatística que se verificava até então, de aumento destes casos, a região italiana estudada apresentou uma quebra de 11% em ataques cardíacos nos primeiros cinco meses desde a proibição.
Parece-me um resultado um bocadinho estranho. Será possível que o fumo passivo tenha um impacto tão grande que a sua eliminação reduz os casos de enfarto em 11%, em apenas cinco meses?
O Dr. Francesco Barone-Adesi, director do tal estudo, acha que pode até ser um valor subestimado. Cá pra mim, há uma ponta de propaganda aqui no meio, mas como não sou fumador, não me preocupa nada.
Notícia completa na BBC News.
A tormenta
Sexta-feira chegou o meu material novo. Nova motherboard, nova placa gráfica e nova fonte de alimentação. Fiquei todo contentinho.
Ao fim da noite, comecei a instalar… ou melhor, desinstalar, hardware. Saquei a 6800 e a Soundblaster, desmontei a motherboard, retirei a PSU.
Sempre com muito cuidado e registando o processo em DV, passei o CPU para a board nova e instalei-lhe a RAM toda (a board DFI não bootava com 2GB, mas com a Asus decidi arriscar os dois sitcks de 512MB juntamente com o de 1GB). Aparafusei a Dark Power (que é toda cromada) e liguei-lhe os cabos que ia precisar. Montei a board na caixa, liguei tudo o que era cabo e enfiei-lhe a 7900GTX, que é um bajolo de 2 slots.
Normalmente, numa montagem deste tamanho, optaria por ligar pouca coisa… só um quarto da RAM, sem placa de som, nada de periféricos externos, ZIP drive desligada, etc, etc.
Mas sentia-me valente e portanto liguei tudo.
E… cinco horas depois de ter começado, o sacana bootou!
Arrancou logo, sem erros, sem problemas, sem beep codes para decifrar. Brilliant! Funciona tudo bem, a placa gráfica é qualquer coisa de excepcional (Prey e Half-life2 Ep 1 com tudo no máximo a 1600×1200, sem hesitações).
Desde a altura em que acabei a montagem, por volta das três da manhã de sábado e o fim do dia de Domingo, re-instalei o Windows xp mais de 10 vezes.
Novo blog
Há uns tempos que andava a alimentar a ideia de começar a escrever estritamente sobre o que faço profissionalmente: design. Depois de ter estado na SHiFT, senti-me mais inspirado para avançar com a ideia e abri o Design for life.
Espero que gostem.