Novas fotos do Tiago

Acabei de tirar umas fotos ao buracão que temos na parede da cozinha há meses, para ver se as mando ao Fafonso para ele dar umas dicas sobre como arranjar aquilo… e aproveitei para sacar da Nikon umas fotos que tirei ao Tiago recentemente e que ainda estavam para ali no cartão.

Aqui fica uma, seleccionada, click for more.

Yeah!

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Novidade Tiagal

Ando-me a desleixar no registo do desenvolvimento do Tiago. Felizmente, a mãe é mais certinha e não se têm perdido muitas das coisas mais significativas.

Mas ele agora começou a fazer uma coisa fantástica que tenho que descrever: colocamos-lhe qualquer coisa na cabeça, um barrete ou a toalha de banho dele, que tem capuz e o gajo fica todo contente e atravessa a casa toda para ir ao nosso quarto ver-se ao espelho.

Temos portas de espelho no roupeiro do quarto e ele sempre gostou de brincar lá e olhar para o seu reflexo, mas isto de ir propositadamente ver-se ao espelho quando sabe que tem qualquer coisa na cabeça, é genial.

Já para não falar que ele fica fantástico com o capuz e a toalha a fazer de capa, claro. :-)

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Especialistas no SAPO

É com grande prazer que anuncio que os Especialistas têm uma nova casa, no SAPO Developers. Podem ir ao site buscar o vosso fix de tecnologia SAPO e aproveitar para ver o novo cartoon semanal que sairá, em princí­pio, todas as segundas-feiras.

Tenho que agradecer ao Celso pela oportunidade e por ajudar a manter vivos os Especialistas. Agora vamos ver se eu e o Nelson conseguimos manter os olhos abertos por mais umas horas durante a noite para bombar uma tira todas semanas. :-)

Já lá está a primeira nova tira!

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Post sobre microformatos

Postei, no DFL, sobre Microformatos.

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Não quero dar azar, mas…

Ao fim do dia da terça-feira passada, 24 de Junho, os meus adorados vizinhos de cima tinham ambos os elevadores ocupados. Na escada, uma barulheira infernal de vozes e objectos sendo arrastados. Tudo levava a crer que estavam a carregar e descarregar os elevadores que viajavam incessantemente para cima e para baixo.

Fiquei furioso porque estava a tentar ir levar o lixo para despejar e não conseguia ter elevador tal era o frenesim com que estes subiam e desciam, sempre de e para o nono andar. Mas depois ocorreu-me: estarão a mudar-se?

Fiquei tão contente com a possibilidade de se estarem a mudar que voltei para casa e deixei o lixo para ser despejado no dia seguinte.

Na quarta, quinta e sexta, seguiram-se barulhos diversos, ao final do dia: arrastar de móveis, atirar de objectos pesados para o chão, marteladas. Fiquei desanimado e convenci-me que tinham estado a deitar fora mobí­lia na terça, para passar o resto da semana a montar novos móveis.

Na noite de Sexta para Sábado, acordei sobressaltado í s três e meia da manhã. Era o vizinho de cima a falar ao telefone em altos berros – como habitual – provavelmente ligando para o Brasil (para compensar o fuso horário), cena habitual, portanto. Mas a voz dele ecoava como se estivesse num salão vazio.

Convenci-me, sem sombra de dúvida, que o quarto por cima do meu, onde o vizinho falava ao telefone, estava completamente sem mobí­lia.

Sábado veio e foi, a noite de Sábado para Domingo seguiu-se-lhe; depois foi Domingo o dia inteiro (dia habitual das festas lá em cima com música e samba de salto alto) e a noite de Domingo para Segunda.

Nem. Um. Pio.

Não vos sei explicar a sensação que é, depois de mais de um ano de barulho constante vindo do andar de cima, a qualquer das 24 horas do dia, seja de manhã, tarde, noite ou madrugada; fosse música, conversas animadas, risos, cantorias, danças, portas a bater, móveis e cadeiras a arrastar, camas a agitar-se ritmicamente (apenas duas vezes num ano, felizmente!) e, claro, as gritarias, choros, corridas e insultos violentí­ssimo. Havia sempre barulho a vir daquele andar. Incessante, imparável, insuportável.

E agora parou. Parou e eu estou na expectativa… ter-se-ão mudado? Terão simplesmente partido de férias para o Brasil? Será que voltam? Se não voltarem… se forem substituí­dos por novos inquilinos, estes serão ainda piores?

Ontem pareceu-nos ouvir movimento no andar de cima e vimos água a pingar do ralo da varanda. Ouvi falar, mas sem sotaque Sul-Americano. O ruí­do era normal: o esperado quando se vive em gavetas empilhadas, nada de perturbante… seria o senhorio a limpar a casa para a re-alugar?

Terei que esperar para ver. Desejem-se sorte!

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