A primeira festa de Natal do Tiago

Foi hoje, pois.

Chegámos í  escola, sentámo-nos todos (os pais, claro). Depois a educadora informou, para os mais distraí­dos, que eles são muito pequeninos e tal e coiso e não tenham grandes expectactivas.

A verdade é que correu tudo muito bem. Os miúdos estavam quase todos descontraí­dos, tirando um ou outro chorão. O Tiago fartou-se de sorrir e parecia bastante divertido com tudo aquilo.

Claro que foi o único que se recusou a meter o barrete de pai natal, mas isso já é trade mark.

Foi giro. Tocaram umas músicas, as educadoras cantaram outras e os miúdos estiveram ali mais ou menos especados, uns andaram de um lado para o outro, o Tiago dançou e no fim veio ter connosco na plateia com um grande sorriso. E assim um gajo esquece-se que há uma  semana que só pode tomar banho agachado num canto da banheira e sem usar muito o esquentador e tendo sempre a janela aberta por causa dos gases, sendo que está um dos Outonos mais frios de que me lembro, nesta parte do paí­s e a casa está gelada e claro, que o puto tem tosse e ninguém dorme como deve ser há um mês.

Mas aquele sorriso…

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A Fnac e a Vobis venderão monitores?

Preciso de um novo monitor e, armado com alguns conselhos, mas sem saber bem o que quero, resolvi ir ver o que há.

Pode ler-se as especificações, pode ver-se o preço e o nome do fabricante mas o fulcral é ver-se a imagem.

Dito isto, fui í  Fnac com a ideia de aplicar um dos meus descontos de cliente, de 6%, que este mês foram aumentados até 10% e comprar um monitor razoável. Qualquer coisa provavelmente acima dos 200 euros, mas abaixo dos 300.

O que vi deixou-me preplexo.

A Fnac tem duas prateleiras cheias de monitores. Não os contei, deviam ser uns 15 ou 20, talvez. Têm Asus, LG, HP e Samsung (que eu me lembre), todos alinhadinhos, todos ligados.

A primeira coisa que salta a vista é que praticamente nenhum (tirando os mais fracos, claro), está na sua resolução nativa. Depois percebi que isto se deve ao facto de todos os monitores estarem ligados ao mesmo computador. A placa gráfica deve estar configurada para a resolução do monitor mais pequeno e todos os outros, especialmente os maiores e com maior resolução (e maior etiqueta de preço), ficam um absoluto nojo.

Depois, o costume: abrindo os menus de dois ou três dos monitores que me pareceram mais interessantes (em termos de especificações, claro), tanto o brilho como o contraste estão no máximo.

Olhando para a traseira dos monitores, apercebi-me ainda que todos eles estão ligados por VGA, mesmo os que têm DVI e HDMI como opção. E não, isto não é uma picuinhice: a diferença de um monitor ligado por VGA ou DVI é notória. A diferença de um monitor configurado para a sua resolução nativa ou para uma menor é ainda mais notória e a diferença entre um monitor bem calibrado e um mal calibrado é também bastante óbvia.

Perguntava-me como era possí­vel que alguém comprasse um monitor assim, chegando ali e olhando para ele, quando obtive a minha resposta: dois adolescentes borbulhentos discutiam a beleza dos monitores.

“Pois eu comprei um parecido com este, mas este é mais bonito”, dizia um; “bonito é este, olha só!”, exclamava o outro.

Não sou indifente í  beleza externa do aparelho, mas honestamente é a menor das minhas preocupações. Mas de facto, se as pessoas compram monitores olhando principalmente para o preço e para se a caixinha é bonitinha, então de facto, a Fnac não precisa de se esforçar mais.

Tudo o que disse para a Fnac aplica-se í  Vobis, mas pior ainda: na Vobis, uma colecção de monitores estava exposta a um metro acima da cabeça dos clientes, numas prateleiras e todas elas passavam imagens de um anúncio de televisão qualquer da Vobis com um daqueles anormais a que as pessoas parecem achar piada.

A qualidade de imagem do dito ví­deo era insultuosa e, alguns dos monitores estavam a apresentá-la de tal forma distorcida que mais pareciam aparelhos avariados, ali encostados para reparação. Um deles só mostrava o canal vermelho.

Desisti. Não sei bem onde vou comprar um monitor, mas já percebi que provavelmente vai-me custar umas horas, numa loja, com o meu computador, a chatear os funcionários para me ligarem os monitores um a um para eu poder, efectivamente, ver como se portam e qual vale a pena.

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Zombies em Lisboa

Aqui fica uma coisa que desenhei nas minhas viagens… de Cacilheiro.

É para finalizar a tinta, mas por enquanto está assim:

Zombies em Lisboa
Zombies em Lisboa

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Tiálogos XVIII. Um ano…. e meio… e… huh…

Pronto, 21 meses é o que completas hoje, o que é dois anos menos três meses ou ano meio mais três meses ou uma coisa assim.

As duas grandes novidades dos últimos tempos são que começaste a palrar muito mais com ocasionais palavras. É verdade, já todos os teus colegas da creche dizem “Tiago”, mas tu, Moita Carrasco, continuas calado.

Sí­labas e muitas palavras que nós não compreendemos, de facto, têm saí­do em barda mas o mais surpreendente foi há poucos dias quando vieste do quarto a dizer “xixi” e foste í  casa de banho sentar-te no bacio e repetiste: “xixi”.

Não pode ter sido por acaso.

Infelizmente, falta a parte de tirar as calças, mas lá chegaremos.

A segunda novidade são os beijinhos. Começaste a dar beijinhos na palma da mão como forma de despedida e uns dias depois perguntei-te se não davas um beijinho í  mãe e tu deste mesmo, na cara!

No dia seguinte fui eu que tive direito a um beijinho lambuzado de Tiago.

Um gajo tem que apreciar estas coisas porque um beijinho de um miúdo de ano e meio não é bem o mesmo que de um matulão de 16.

Não tens andado a dormir bem, mas as coisas lá em casa andam uma confusão do caraças, com infiltrações para os vizinhos de baixo, problemas com os gases do esquentador dos vizinhos de cima, tomadas queimadas e sei lá mais o quê. Andamos todos de rastos e se calhar nota-se e tens acordado durante a noite um bocado chateado.

Mas não há-de ser nada: vem aí­ o natal e, apesar de todos os problemas e confusões domésticas em curso, estou ansioso para ver a tua reacção í s prendas.

Mais um esforço, miúdo… três meses e estás com dois anos!

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WordPress 2.7

Já instalei a noví­ssima versão do WordPress e estou neste momento a postar directamente do Dashboard. Funciona para posts curtos apenas, porque é tudo muito pequenino, mas é muito prático.
O interface está completamente renovado, bonitinho e muito funcional.
Vou usar mais uns tempos até ter um veredicto final, mas a primeira impressão é muito boa.

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