A minha Wacom Cintiq 12WX foi cara, custou 800 e tal euros (mandei vir da Alemanha e poupei 400 euros em relação ao preço que se praticava, na altura, em Portugal). Também se pagou a si própria em menos de um ano. Foi um investimento sólido e uma das melhores peças de hardware que já comprei.
É por isso que tenho poucas dúvidas que a nova invenção da Wacom, a Inkling, uma pen digital portátil, me venha a dar o mesmo nível de satisfação do que a sua irmã mais velha.
Sim, porque, como é óbvio… eu quero uma Wacom Inkling.
PS: Desculpem lá, este foi, provavelmente, o link mais partilhado das últimas 48 horas. Acho que é mesmo um brinquedo que agrada a muita gente e, ao que parece, vai custar menos de 200 euros, o que a torna ainda mais atraente.
Algures, na semana passada, vagamente aborrecido com os atrasos na entrega do carro (quase insignificantes, mas que me fizeram passar as férias com um carro com o qual não queria andar, não fosse algo correr mal) e já bastante chateado com a demora do ar condicionado, disse í Dee: “vais ver, na terça feira que vem, meu último dia de férias, não só entregam o carro finalmente, como aparecem os tipos a montar o ar condicionado”.
Guess what.
Por volta das nove da manhã, chegaram os técnicos do AC. Depois de uma ronda pela casa e um plano de ataque, fui para o BES tratar do seguro. Ainda fiz uma simulação na N Seguros e outras seguradoras online, que me davam valores entre os 500 e os 600 euros/ano, no BES, optei por uma cobertura que não é a mais alta, mas é a imediatamente anterior, por 475 euros anuais.
Entretanto toca o telefone: era a Dee a explicar que no meio da obra, alguém passou tubo flexível para o telhado para fazer descer cabo eléctrico das máquinas de ar condicionado para o quadro, mas ficou a faltar o cabo. E a malta do AC não faz ligações de cabo a quadro eléctricos porque, alas, não são electricistas credenciados para tal.
Seguiu-se viagem í SGS Car, no Feijó, para levantar o ASX.
O odómetro, depois da primeira viagem, conta 8 km.
Tratei dos últimos papéis, incluindo a transferência de propriedade do Mercedes, que lá ficou, muito porco da chuva que caiu nos últimos dias, carregada de poeira. E foi mesmo o Mercedes que me empurrou para a decisão final. Agora que já tenho o carro, acho que já é seguro explicar o que se passou.
Estando prestes a comprar o Civic pela diferença de 4500 euros, decidi ainda passar na Mitsubishi só para saber exactamente como tinha sido feita a simulação de crédito. Foi aí que percebi que o consultor da SGS fazia negócio com o Mercedes.
Todos os outros stands descartaram o Mercedes í cabeça, deixando-me com dois problemas: não ter carro para retoma, ajudando a suavizar a entrada de um novo e, claro, ter que despachar um carro com 18 anos, a precisar de mais de 3 mil euros de reparações.
Naquele momento, percebi que, com a entrada que eu já estava preparado para dar e fazendo o tal crédito de longa duração, a mensalidade do ASX ficava igual í do Civic. Como o ASX era a minha primeira escolha desde o primeiro dia e – não bastando isso – a Dee tinha gostado bastante mais do Mitsubishi do que do Honda, a decisão não foi complicada.
Voltei então para casa, ao volante do meu novo Mitsubishi ASX, que não é preto, mas é cinzento “médio”, que lhe assenta muito bem.
Em casa, os putos trepavam í s paredes, a instalação do AC ia lenta e eu resolvi, para bem de todos, levar o Tiago a passear. Ele, ansioso por ver o carro novo, mexeu em tudo, abriu e fechou os encostos para braços e inventou logo ali um protocolo para os mesmos com o carro em andamento e com o carro parado.
Fomos até ao Parque da Paz gastar alguma energia.
Voltei e mal me sentei 2 minutos em casa, antes de ter que sair novamente. Desta vez para a Junta de Freguesia de Almada, onde ia trocar o meu distico de estacionamento para o carro novo. Descobri que a Junta faz primeiras vias, mas não faz alterações, pelo que tive que ir í ECALMA.
Fiquei estupefacto: na ECALMA demorei cerca de 3 minutos. Mostrei o seguro e o contrato de compra, dos quais nem tive que deixar cópia, entreguei o impresso e pronto, novo distico.
No regresso, dei com a máquinas exteriores já montadas e três das interiores no sítio. Ficam a faltar três e a tal passagem de cabo e montagem de disjuntores, mas a Dee conseguiu convencer o empreiteiro a mandar cá um electricista amanhã para ajudar.
Para me certificar que nada falhava, fui ainda ao Leroy comprar o cabo e ao Jumbo fazer uma compras.
De volta a casa para me sentar no sofá cinco minutos, seguido de dar jantar í Joana e banho ao Tiago. Ambos já dormem e eu estou a fazer um enorme esforço para manter os olhos abertos, tanto pelo cansaço do dia, como pelo facto de ter consumido, no total, não mais de 500 calorias hoje.
Comer, quando em stress… é uma cena que a mim não me assiste.
Estou de férias. Não é costume estar de férias em Agosto, não é coisa que me agrade particularmente, mas este ano calhou e, com miúdos, parece-me que vai começar a calhar cada vez mais.
Mas não deixa de me fazer impressão, esta coisa de que em Agosto, em Portugal, não se trabalha. É uma generalização, é certo, mas é também um símbolo. Representa a nossa falta de produtividade. Haverá mais países no mundo que, sem motivos de força maior (ex, tempestades ou glaciares), se pare de trabalhar durante um mês?
Nada podia ser exemplo mais claro do que a minha demanda por ar condicionado. Durante as obras, deixámos tudo pronto para instalar ac e no início de Junho comecei a pedir orçamento para finalmente tratar disso. As coisas foram demoradas, mas quando finalmente decido avançar, não consigo ligar para a empresa instaladora.
Envio um mail e uns dias depois recebo a resposta: estão encerrados para férias, apenas a terminar uns trabalhos já iniciados, mas sem aceitar novos. Voltam em Setembro.
Uma empresa de ar condicionado encerra no mês de Agosto. É, no mínimo, irónico.
Quanto ao carro, o mesmo cenário. O crédito é, aparentemente, uma coisa rápida de aprovar (imagino… vender crédito deve ser das coisas mais lucrativas nos dias que correm), mas o meu nunca mais. Vou ligando para o comercial da marca que me diz: “pois, eles lá estão com pouco pessoal”.
O crédito já está aprovado, agora são os papéis que não chegam. A seguir, certamente, serão as matrículas a demorar, porque há muita gente no IMTT de férias e nem preciso de muita imaginação para saber o que vai acontecer quando for fazer o seguro: muita gente de férias…
Eu gosto de férias, acho que em Portugal temos um regime de “descanso do pessoal”, adequado. As pessoas precisam de ter dias durante o ano para descansar, ou tratar da vida, para se afastarem do trabalho, para muitas vezes voltarem com mais energia, mas também acho que parar mais de meio país durante um dos 12 meses do ano é apenas um dos muitos sinais que apontam para a nossa falta de produtividade genética como um dos graves problemas que temos enquanto país.
Para quem segue este blog, mas não me segue no Twitter ou Facebook, fica a novidade: meti a papelada para o crédito e dei sinal para um Mitsubishi ASX Invite 1.6 a gasolina. Foi na sexta-feira passada, depois de muitas contas, muito para-trás-e-para-a-frente e no final de uma negociação particularmente feliz que me permitiu ir para o carro que eu queria em vez de para a segunda escolha.
No final de Junho vi um ASX pela primeira vez. Confesso que nem me tinha apercebido que era o carro da famigerada campanha da Mitsubishi com o URL errado nos outdoors e nunca tinha visto nenhum a circular (aliás, até agora, além do que eu conduzi no test drive, só vi mais um). Nesse dia, gostei imediatamente do carro e estando o Mercedes com 18 anos e vários problemas, meti na cabeça que lá para 2012 havia de tentar comprar um. Afinal, a coisa antecipou-se e com 500 euros, sinalizei a versão de entrada, que ficarei a pagar, a crédito, durante a próxima década.
O carro, é precisamente, este:
Não vou contar já a história toda de como tomei a decisão final, porque a máxima it ain’t over until the fat lady sings aplica-se sempre e essa história fica para quando tiver a chave do carro na mão, mas até lá, ficam as características, para quem tiver curiosidade sobre o assunto:
O modelo que comprei é de tracção dianteira, a gasolina, como já disse e o motor de 1.6 litros debita 117 cavalos í s 6 mil rotações com um binário máximo de 154 Nm í s 4 mil.
É um motor de 4 cilindros em linha DOHC MIVEC com 16 válvulas, injecção electrónica multi-ponto e uma caixa manual de cinco velocidades (o modelo diesel tem 6). A velocidade máxima anunciada é de 183 km/h com uma aceleração dos 0 aos 100 em 11,4 segundos.
Em termos de consumos, o que a marca anuncia é 4,9 l/100 km para percurso em estrada, 7,5 para percurso urbano e 5,9 para percurso misto. Aos consumos ajudará a funcionalidade AS&G (auto stop & go), que desliga o motor quando o automóvel pára e o condutor o coloca em ponto morto, voltando a arrancar, quando o pé é colocado na embraiagem ou no caso de necessidade energética (eg, o ar condicionado a funcionar fará com que o motor acabe por arrancar novamente ao fim de uns minutos, mesmo que a embraiagem não seja pressionada).
O carro vem equipado com pneus 215/65 em jantes de liga leve de 16 polegadas (o modelo acima tem jantes de 17).
Quanto a equipamento e no que toca a ajudas í condução e segurança, o carro tem controlo de estabilidade e tracção, ABS com EBD e assistência de travagem e um sistema de ajuda de arranque em subida (mantém o carro estável quando se passa do travão para o acelerador para arrancar numa subida).
Tem isofix, bancos rebatíveis assimetricamente e uma portinhola no meio dos assentos traseiros para passar objectos compridos da mala, Â para o compartimento de passageiros. A mala tem 442 litros com os bancos não rebatidos e a chapeleira colocada, até 1169 litros, com bancos rebatidos e até ao tecto.
Os faróis são de halogénio (xénon na versão acima) e inclui faróis de nevoeiro. Sensores de luz e chuva são standard em toda a gama.
O volante é ajustavel em altura e profundidade e tem comandos do rádio e do cruise control (e do sistema de handsfree bluetooth, na versão acima). Há uma entrada USB compatível com devices Apple e uma tomada stereo RCA para áudio, bem como duas tomadas tipo isqueiro, de 12 v.
No que toca ao áudio, além dos inputs já referidos (o USB compatível Apple, permite controlar um iPod com os comandos do volante), há um rádio, leitor de CD e MP3 e 6 colunas distribuídas pela frente e trás. O modelo de topo (há 3 níveis de equipamento), inclui um sistema Rockford Fosgate com 710 watt e 8 colunas + subwoofer.
Finalmente, os vidros são eléctricos, com opção de segurança para crianças, os espelhos exteriores são igualmente eléctricos, mas nesta versão não recolhem e, claro, tem ar condicionado, automático que também serve para refrigerar o porta luvas para se poder levar uma garrafinha de vodka para beber na viagem!
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