Com dois miúdos em casa, o Toys’r’us é um destino habitual. Seja para brinquedos ou outros acessórios, a loja tem uma escolha razoavelmente ampla das coisas que os miúdos gostam ou que nos são úteis.
Já lá comprámos brinquedos diversos, de Lego a Playmobil, do Buzz Lightyear ao Woody, Ben 10, Bakugan, etc. E também uma cancela, uma grade para cama, acessórios de higiene, uma cama de viagem, enfim. Somos clientes habituais.
E tudo corre bem até ser altura de sair da loja.
Sair da loja Toys’r’us do Almada Forum é um pesadelo.
O serviço da loja é péssimo. As operadoras de caixa estão constantemente ao telefone, porque parece que não podem dar um passo sem fazer uma pergunta, solicitar um código ou pedir qualquer coisa ao armazém.
Não ajuda que a loja tenha aquela política paranóica de tomar os seus clientes por ladrões e por exemplo, os jogos de consola não estão nas prateleiras, sendo substituídos apenas pela capa. Isto implica que sempre que queiramos comprar um, temos que esperar, pacientemente, enquanto a operadora de caixa telefona para o armazém e pede o jogo, que depois é trazido por um colega.
Já não é a primeira vez que a espera se prolonga…
Hoje fui com o Tiago comprar-lhe um brinquedo e decidi trazer o Need for Speed Shift 2.
Tive, claro, que esperar. Mas tive que esperar muito. Mais ainda porque, com um miúdo de 4 anos atrás, esperar torna-se um desporto olímpico. Depois de muito esperar, lá chegou o rapaz do armazém, sem qualquer espécie de pressa aparente, com o jogo.
O jogo não coincidia com a capa que eu tinha escohido. Eram 2 discos em saquetas e não uma caixa de plástico, como era suposto.
Voltou para dentro.
Voltei a esperar.
Entretanto, o Tiago passava-se, dei-lhe 50 cêntimos para sacar uma bolinha de borracha de uma das máquinas que lá estão, depois fugiu-me e tive que ir í procura dele e aplicar a respectiva repreensão. E continuei a esperar.
Para piorar a situação, o Toys’r’us tem sempre pouqíssimas caixas abertas. Chega a ter apenas duas caixas abertas, cada uma com uma fila que se prolonga pelo interior da loja. Isto, unido ao facto de que as operadoras de caixa têm que fazer 20 coisas em vez de apenas operar a caixa, gera frequentemente o caos.
A certa altura, a operadora da caixa que, já agora, é também a senhora que distribui lacinhos a quem faz embrulhos e também a senhora que recolhe e entrega volumes a quem entra e sai da loja, informou-me (depois de mais um telefonema), que não tinham a caixa do jogo, que era a edição limitada, mas apenas a edição normal. Perguntou-me se eu queria.
Claro que o que eu queria era o meu dinheiro de volta.
E uma memória melhor, para me lembrar de nunca mais voltar a comprar este tipo de coisa naquela loja. E aconselho-vos a que tomem a mesma precaução.