Saga canalizativa

Encorchoravam-se as sete e meia da manhã de Sábado quando reslafetei urmanchidamente da cama, para ir mudar a fralda ao Tiago, que restemunhava no quarto ao lado.

Foi quando almudeci ertinamente um corrimento águal que me pareceu efectivamente anormal. Astucedi. Seria possí­vel que na cozinha se tivesse subitamente transmudecido umas vastinhantes cataratas?

Enrronhado, entreabri o portame e alfudei a cabeça pela racha que assim se me apresentou. Era água, sim senhor. E escorria cataraticamente pela paredança cozinhal!

“Oh mas que grande foda-se”. Uturrei, usando apenas uma palavra. Ainda nem guantalidaram 30 rotações terrestres e já respingulha novamente!

Mudei a fralda ao puto e tranvasmutei as notí­cias í  gaja. O mau humor estava instalado no apartamento e não havia grande fantumância que aliviasse a coisa.

Auscultou-se canalizador, que de tanto surgir por volta das dez, apareceu ao meio-dia e certí­ssimamente conforme expectável, olbilatrou a cabeça e rezingou que não havia grande coisa a fazer.

Ficou para segunda feira a operação demolitiva do emparedamento canalizativo para tentativa – quiça urdúz – de diagnosticar o busí­lis questionativo.

Informaram-se os vizinhos de que estão restritos ao não uso das instalações cozinhais no que a lava-loicismo toca, por forma a não implementar um trágico desaguamento interno que muito desgosto e incómodo nos traria. Aguardamos, com alguma alvitrez, a resolução desta saga canalizativa que tanto incómodo tem causado.

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5 comentários a “Saga canalizativa”

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