Descobertas genealógicas

Hoje, a Dee rumou a Lisboa, í  Fontes Pereira de Melo, para visitar as diversas Conservatórias do Registo Civil de Lisboa que se situam num prédio da avenida e sacar certidões de nascimento da famí­lia para ajudar a completar o puzzle da nossa árvore genealógica.

Como grande parte da minha famí­lia até três ou quatro gerações atrás, é Lisboeta, ela conseguiu muito mais certidões do que seria possí­vel se o pessoal não fosse da capital.

A descoberta mais curiosa para mim foi a origem do meu apelido, Couto e Santos. Ao que parece vem dos meus trisavós paternos; ele era dos Santos e ela, Couto. Portanto o meu nome deveria ser, mais correctamente – e, também, mais comum – Couto dos Santos.

Por qualquer razão, os nomes passaram para a geração seguinte separados por um “e”, em vez de um “dos” e os meus bisavós paternos decidiram passar “Couto e Santos” como um único apelido. Foi assim que o meu aví´ Zé recebeu o nome Couto e Santos, do pai.

Aliás, tem sido algo confuso perceber a passagem de apelidos. Alguns pais passavam o apelido do pai a uns filhos e o da mãe a outros. Alguns filhos aparecem com um apelido que pertencia a um aví´, mas a nenhum dos pais e há ainda alguns apelidos que não descobrimos de onde vêm.

Na nossa famí­lia conjunta, temos Couto e Santos, Sousas (dos dois lados), Hortas, Carias, Ferreiras, Ralas, Albuquerques, Aballes, Pereiras, Fernandes, Acabados, Quadrados e Loureiros – e não estou a mencionar todos, só os que me ocorrem sem pensar muito.

Esta treta da genealogia é bué da fixe.

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9 comentários a “Descobertas genealógicas”

  1. Curioso! O meu tio e padrinho, que é Búfalo Fogo como vocês dois, mas 36 anos mais velho, também se dedicou a isso depois de reformado. Deve ser uma coisa do signo Búfalo…
    Ele publicou a minha árvore genealógica toda (até ao Afonso Henriques) em: http://genealogia.sapo.pt/.
    Há lá imensa coisa publicada. Procurem lá antes de gastar dinheiro em certidões.

  2. Deixa-me comentar os nomes estranhos – “Almachinho, anda almoçar…” (diz o Coiso). Como será que a minha avó chamava o meu pai quando ele era pequenino? Purificano: Caninho? Puri? Pupu? Coitado. Deve ser por isso que, até hoje todos lhe chamam Chinha.