Kill Bill

A semana terminou hoje… o que foi uma coisa boa, porque consegui chegar ao fim da dita sem assassinar ninguém. Eu que até sou um gajo pacífico, acho que nunca berrei tanto num tão curto espaço de tempo… estou-me a passar. Preciso de férias.

À falta das ditas, resolvi convidar o Cunhado para vir jantar connosco e conversar um bocado e decidi não trabalhar este fim de semana, dê por onde der.

Acho que resultou. Deu para estar um bocado na conversa e comer no italiano.

Mas a noite ainda me guardava uma revelação… o Cunhado já me tinha enviado o link há uns tempos, mas não tinha tido tempo de ver… o link era para o trailer do “Kill Bill”, o quarto filme do Quentin Tarantino.

Fiquei surpreendido, confesso. E também fabulosamente ansioso pela saída desta magnífica peça de cinema… um filme de kungfu do Quentin Tarantino! A Uma Thurman, ninja style, armada com uma Katana. Se há coisas na vida que não se devem deixar passar, este filme, parece-me, será uma dessas coisas. Para quem quiser, vale a pena ver o trailer.

E dito isto, que posso mais dizer? Acho que está tudo dito.

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Fez-se luz… bom, electricidade, pelo menos

Hoje foi preciso dedicar um bocado de tempo ao novo nitrorium. Logo de manhã fui para lá, para receber a EDP.

Uns dez minutos depois de ter chegado tive que correr para casa com uma cólica insuportável. Sem água no escritório, ainda não posso usar a casa de banho lá.

Nitrorium
picoftheday: O novo nitrorium, ainda em fase
de montagem

Problema resolvido, voltei para o escritório, onde entretanto me aguardava a Dee, que já tinha saí­do para lá, quando eu saí­ para ir a casa, tomando caminhos diferentes, como é habitual nestas situações. Ela não tinha chave, porque a dela estava na oficina a duplicar.

O tipo da EDP veio e ficámos então com electricidade no escritório novo. Também tratei de enviar uns documentos para a Cabovisão para confirmar a nossa existência como empresa e a instalação ficou marcada já para a semana.

Já temos a caixa do correio arranjada, graças í  Dee, que esteve lá ontem a tratar do assunto e, curiosamente, chegou hoje a nossa primeira carta para a nova morada… e era um pagamento!

Portanto foi um bom dia.

Almoçámos na Portugália do Forum e fomos até ao Jumbo comprar algumas coisas para o Nitrorium: tintas, uma espátula, massa para tapar buracos, um candeeiro e lâmpadas, porque as que lá estavam, estavam todas fundidas.

Já temos, portanto, lâmpadas nas casas de banho, which is nice. Amanhã, se tudo correr bem, teremos água.

Apesar de termos um muro quase em frente í s janelas, por o Nitrorium dar para umas traseiras, a luz a meio da tarde é bastante agradável, como se pode ver pela foto… Acho que vamos ficar com um bom espaço ali.

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Freaks

Jones
picoftheday: O sacana do meu gato é mesmo
giro.

Já repararam como o mundo está cheio de freaks?

Hoje de manhã deixei a Dee no BES e fui para a EDP. Ontem estava um bocado chateado com a EDP, mas hoje devo confessar que fiquei bastante impressionado com o serviço aqui de Almada. Um balcão extenso, com mas de uma dezena de pessoas a atender a grande velocidade.

Sentei-me e mal aqueci o lugar porque fui quase imediatamente chamado para o atendimento.

Depois os serviços estão todos informatizados e centralizados, pelo que consegui dali desligar a luz em Setúbal, pagar as contas pendentes (facturas que ainda não tinham chegado) e abrir o novo contrato, marcando a ligação para amanhã. Foi rápido e fiz tudo o que queria.

Depois fui ao BES ter com a Dee, que me cravou para entrar e tratar de encerrar uma conta minha antiga que já só uso para visa. Enfim, ficou feito, parece… e agora pedimos Visa para a nossa conta principal.

Depois de deixar a Dee em casa, fui para o Pragal, ao SMAS, onde fiz o contrato de fornecimento de água para o Nitrorium, o que também correu bastante bem.

Depois segui para o centro de Almada para pedir uma RDIS í  PT… coisa que eu não queria, mas enfim, a verdade é que a PT com um serviço por cima tipo Oni, fica mais barato do que, por exemplo, o telefone da Cabovisão.

Depois ainda telefonei para a dita, mas não me conseguiam dizer se o newNitrorium tem cobertura… acho estranho, porque eu estou a 3 minutos a pé de lá e tenho cabovisão em casa.

Quanto aos freaks, era só um comentário… but it’s oh so true…

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O último do primeiro.

Mais um longo e produtivo dia, este que é o último do primeiro mês de 2002. É muitas outras coisas, obviamente, mas gostamos sempre de por significados sem sentido nos dias. É quinta-feira, o quarto dia da semana (se considerarmos que a semana começa í  segunda-feira), é o trigésimo primeiro dia do ano, é também um dia qualquer ao acaso para o nosso planeta que já anda nisto há gaziliões de dias.Enfim, o mês acaba hoje, já só faltam onze meses para o natal e quatro para eu ter 29 anos.

O dia foi passado no Nitrorium, sempre a chegar-lhe. À hora de almoço, comi a mais insólita carne de porco í  portuguesa de sempre, no restaurante Solnave, uma espécie de cantina self-service onde vamos com frequência… é que a minha carne de porco era carne de vaca. Não entendi a ideia, mas comi, que estava cheio de fome.

Aproveitei com a Dee uns minutos depois de almoço para fazer algumas compras na Pier Import lá do sí­tio. Comprámos algumas coisas que a Dee tinha gostado… para a casa nova. Acreditem ou não, a minha mulher está obcecada com a ideia de mudar de casa ao ponto de já andar a comprar coisas para a dita… sendo que nem sequer podemos ainda mudar-nos antes de passar mais um ano e meio, pelo menos (por causa da bonificação…). :)

Mas é por isso que eu gosto dela…

Tarde passada a chegar-lhe, mais uma vez, com pequena pausa para montagem do nosso extintor de incêndios de CO2. Estamos agora oficialmente protegidos contra incêndios, ou pelo menos, temos uma garrafinha vermelha na parede que nos faz sentir mais bombeiros.

Regresso rápido a casa, para passagem ao Pão de Açúcar para compra de alguns essenciais: pratos para vasos, vasos, Hí¤agen Dazs, batatas fritas congeladas, tarte de ananás e mais umas coisas do estilo.

À noite vimos o ER e comemos qualquer coisa até que chegou o Cunhado, que esteve um bocado a fazer-nos companhia. Ao fim da noite resolvi mostrar-lhe o Medal of Honor, ao que se seguiu uma jogatana de hora e meia, com diversas exclamações de “ah” e “oh”… já que o jogo é verdadeiramente fabuloso.

Eu não joguei, fiquei a ver, já que o meu ombro me ia lembrando de minuto a minuto que estar meia hora ao tiro a nazis não era o melhor tratamento possí­vel.

E pronto… não sei o que se passa comigo, mas ando muito verborreico ultimamente, não acham? Ando a escrever com mais frequência e ainda mais disparates sem sentido do que pensei que fosse possí­vel… talvez devesse aproveitar para escrever umas histórias, um novo ensaio, ou mesmo, quem sabe, um novo capí­tulo do Jack Pollock.

Talvez no fim de semana… durmam bem, é quase sexta-feira…!

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Um gajo porreiro de Viseu

Ontem í  noite fui a casa dos meus pais cheio de dores no ombro esquerdo. Tenho uma bola de músculo contraí­do que me fez voltar com analgésicos e relaxante muscular, para tomar diariamente. Ainda tive direito a uma massagem da minha mãe e outra da Dee, antes de deitar. Mesmo assim a dor não passa.Ao mesmo tempo a Dee foi com a Amarela ao vet… voltou de lá com notí­cias pouco animadoras, se por um lado já estávamos mais ou menos decididos a leva-la a tratar os dentes (que estão muito maus já há algum tempo), embora a anestesia traga sempre alguns riscos sobretudo para uma gata já com 12 anos, por outro lado não estávamos completamente í  espera que ela tivesse um tumor mamário.

Resultado: trata dos dentes na sexta-feira e depois, duas semanas mais tarde, vai tirar o tumor e aproveita-se para a esterilizar completamente, o que costuma ser feito í s gatas também como medida preventiva precisamente deste tipo de tumores.

Como se não bastasse, está com uma otite horrí­vel no ouvido esquerdo.

Enfim… vamos ver como se safa.

Passemos a hoje… dia de trabalho afincado, sem grandes histórias.

Ao fim da tarde apareceu em Setúbal o Danger, o tal “tipo porreiro de Viseu”, que me arranjou o Reason e o Wolfenstein. Hoje trouxe-me o Medal of Honor: Allied Assault, que é um portento de FPS. Bebemos um cafézito e conversámos um bocado. O Danger tinha umas histórias porreiras para contar e uma maneira de falar que dá gozo, quase parecida com a do Chichas, mas ligeiramente diferente.

Para quem não sabe, eu sou viciado em sotaques, uma vez passei uma hora de volta de uma colega de faculdade que era madeirense e obriguei-a a dizer várias frases, só para lhe curtir o sotaque.

Enfim, um final de tarde diferente. O Danger que estava a planear jantar com uns amigos, acabou por voltar directo para Viseu, ou seja, acabou por dar um “saltinho” (de mais 40km extra para trás e para a frente) só para o pessoal se encontrar. É, como eu já disse… um gajo porreiro… de Viseu. :)

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