Até onde vai isto?

Estava agora a completar pela centésima vez hoje o acto já mecânico de apagar spam do meu Eudora, quando dei com esta pérola que por pouco não apagava:

spam_shot.gif

Exactamente até que ponto vão estes gajos chegar?
Será possível que apanhem no meio de toda a gente, pessoas que efectivamente enviem o seu número de cartão de crédito?
Com que lata é que fazem isto?

O spam é provavelmente a pior doença da internet, seguida de perto por todos os produtos da Microsoft que permitem que seja tão fácil “fabricar” worms que mandam redes abaixo dias inteiros.

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Puézia

Garafanha a algimunda!
Interpreta assiduamente a corcunhança
Fustiga com seriedade a albertina!
Alfarda, alfarda, por rebelo, alfarda!

Reboreda constantemente o alfarreco
Eleva naturalmente a entreabertura costal
Seguramente encontrarás fagistancia
E com almancidade concomitarás o estupanço.

Fagita a algundisse dos outros
Empirra-te com transmundância subtil
Mas não te gurpites sem veres
Pois o estal-vancimento do rebanho é protuberante!

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Puézia

Garafanha a algimunda!
Interpreta assiduamente a corcunhança
Fustiga com seriedade a albertina!
Alfarda, alfarda, por rebelo, alfarda!

Reboreda constantemente o alfarreco
Eleva naturalmente a entreabertura costal
Seguramente encontrarás fagistancia
E com almancidade concomitarás o estupanço.

Fagita a algundisse dos outros
Empirra-te com transmundância subtil
Mas não te gurpites sem veres
Pois o estal-vancimento do rebanho é protuberante!

Fagita a algundisse dos outros
Empirra-te com transmundância subtil
Mas não te gurpites sem veres
Pois o estal-vancimento do rebanho é protuberante!

Delembica a supermilia
Acosta o orbitâncio contumescente
Não eleves obtusamente o generranho
Topinca, irmão, topinca!

Quando te quiserem gratilar o alcestício
Eleva a gramitência ao precipício
Durante a pontundência omissiva
Despeja a biliância torrestiva!

Fagita a algundisse dos outros
Empirra-te com transmundância subtil
Mas não te gurpites sem veres
Pois o estal-vancimento do rebanho é protuberante!

Fagita a algundisse dos outros
Empirra-te com transmundância subtil
Mas não te gurpites sem veres
Pois o estal-vancimento do rebanho é protuberante!

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We launder money!

we-launder-money.gif

Enquanto brincava com a minha loja na Café Press tive uma ideia para uma t-shirt. Basicamente é o que vêem em cima. E sendo Portugal o país mais corrupto da UE, é perfeitamente verdade.

Na Macacos Sem Galho Superstore há uma t-shirt com esta inscrição e ainda um autocolante só com o slogan e outro com o slogan e a máquina de lavar. Especialmente bons para colar em automóveis e portas de ministérios.

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Amarok

Já há muito tempo que não fazia isto: sentar-me, às duas da manhã, com os auscultadores no máximo, a ouvir o Amarok.

Depois do Mike Oldfield ter lançado o Earth Moving, um álbum de cançõezinhas pop, coisa que ele até fez bem duas ou três vezes (Five Miles Out, To France, Moonlight Shadow), nos anos 80, eu estava convencido que nunca mais ia ouvir um álbum do fulano que me interessasse como os primeiros.

Mas em 1990 tinham passado 17 anos sobre o Tubular Bells e não se podia propriamente esperar que um gajo continuasse a cuspir discos bons, uns atrás dos outros. Mas foi nesse ano que saiu o Amarok, que é daqueles discos que para mim já não são música, são outra coisa qualquer, que não sei definir.

Foi então no Verão de 90, tinha eu 17 anos, no dia antes de partir para férias para o Algarve com os meus pais, no seu fogoso Fiat Uno cinzento, que descobri que havia um novo album do Mike Oldfield. Telefonei para a discoteca cá do sítio para confirmar que o tinham e para lá corri para obter o primeiro exemplar saído do caixote que tinha acabado de chegar e ainda estava fechado.

Chegado a casa, gravei rapidamente o CD para uma cassette e nem o ouvi. No dia seguinte partimos para o Algarve e nessa altura ainda só tinha ouvido fragmentos da música.

À noite, resolvi sair da casa onde estavamos instalados, deitar-me na relva e apreciar a brisa nocturna e o céu e essas coisas todas muito poéticas e pus o Amarok a tocar no meu magnífico Walkman vermelho, de marca indefinida.

Acabou-se-me logo a poesia.

A música dura 60 minutos e nunca pára e ao fim de 13 anos, consigo por este disco a tocar e ouvir qualquer coisa que nunca tinha ouvido. Aconteceu, agora mesmo com um sonzinho metálico repetitivo quase indistinto.

Acho que desde o Amarok que o Oldfield nunca mais fez nada de verdadeiramente interessante, apenas uns discos fracos, com alguns momentos bons e até mesmo alguns discos verdadeiramente horríveis.

Não sei se existe mais algum disco de qualquer outro artista que se pareça de alguma forma com o Amarok, para mim já não é música… é outra coisa, que não consigo definir.

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