Bauer, take 5

Acabámos este fim de semana de ver a série 5 do 24.

Desta vez o Jack Bauer alveja mulheres inocentes e abate a tiro um conspirador desarmado. Corta gargantas e parte pescoços, claro, e ainda desmantela redes terroristas e conspirações polí­ticas.

Quem não viu, não leia mais.

A quinta série começa em grande estilo, com três dos personagens principais a serem postos fora de combate. Não nos é dado, na quinta série, o conforto de saber que a Michelle, o Tony ou o ex-Presidente Palmer vão acabar a safar o coiro ao Bauer. 2/3 deles morrem no primeiro episódio e o terceiro acaba por morrer mais í  frente.

Desta vez o Jack Bauer tem que se bater com o mais poderoso inimigo que já enfrentou e vê-se verdadeiramente í  rasca. Tem que percorrer corredores cheios de gás de nervos, tem que desviar um avião, raptar o Presidente dos EUA e invadir um submarino Russo.

Tudo isto, claro, em 24 horas. No fim, como sempre, a série deixa-nos pendurados. E agora, só em Janeiro! Mais uma vez, a série não desilude e vê-se í  velocidade da luz.

O Jack Bauer é um porco reaccionário, mas está cheio de boas intenções e só mata mesmo quem se meter com os amigos dele. Bom, ou quem se meter no caminho dele, ou quem estiver mais í  mão… é definitivamente o meu herói.

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Quatro horas de puro gozo

Há já muito tempo que andava para experimentar fazer uma pintura digital do princí­pio ao fim e hoje, finalmente, dediquei-me í  coisa.

Levei quase quatro horas a acabar de pintar um esboço do Mandu que fiz no barco há umas semanas atrás. Podia ter usado a minha Wacom, mas como isso significaria instalar drivers e não pintar, decidi simplesmente usar o rato.

O resultado está longe de ser muito bom, mas para primeira experiência também não é de deitar fora. O importante é mesmo que me deu muito gozo.

Mandu bêbado

Claro que eu ainda não expliquei bem quem é o Mandu, mas se tudo correr bem, um dia vão conhecê-lo melhor.

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Enfimdesemana

Esta semana custou um bocadinho a passar, mas valeu a pena.

Segunda-feira, depois do trabalho, fui ao ginásio, após o que saí­ com a Dee para uma volta nocturna de 2 km em 35 minutos. Durante o fim de semana combinámos que iamos começar a fazer estes passeios para que ela mexesse mais as pernas. As ruas estão desertas, aproveitamos para conversar calmamente e faz-se na boa.

Terça-feira, foi dia de confirmar aquilo que já sabí­amos há mais de um mês. Vem aí­ o nosso segundo filho. Já o/a vimos no ecógrafo do Dr. Saraiva e já o ouvimos pela mão treinada da minhã mãe com o seu eco-sonógrafo ou lá como se chama.

Fiquei de tal maneira entusiasmado, que tive que ir ao gongfu estoirar energias.

Quarta-feira ao fim do dia, voltei ao ginásio e seguiu-se novo passeio nocturno.

Ontem fomos todos jantar fora ao Indiano. Gosto mesmo de estar com a minha famí­lia, é uma sorte que sejam todos uns gajos porreiros. Ou se calhar não é só sorte…

Hoje voltei ao ginásio e a novo passeio por Almada í  noite.

Estou esgotado, mas valeu a pena.

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Diva de volta

Hoje, graças a uns anúncios que o meu sogro espalhou pela zona e a uma senhora que a recolheu, a Diva foi encontrada, algures no Seixal.

Está de volta, de boa saúde, aos donos.

O Bamboo já foi operado e está em recuperação.

Entretanto a Ana também já teve alta e está cheia de energia, ao que parece.

All is well…

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What is that sound…?

Vi-te. Ouvi-te. Bem vindo.

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