PS3 por HDMI

Ok, a PS3 é de facto um brinquedo muito interessante, mas vou-me queixar novamente. Já me queixei que a coisa não vem sequer com um DVD de showcase, mas tendo em conta que se podem sacar demos jogáveis e trailers da net – e mesmo jogos completos, grátis – suponho que seja um bocado old school da minha parte esperar que a consola trouxesse conteúdo.

Por outro lado, há a Wii, que vem com o Wii Sports, com o qual se pode começar a brincar out-of-the-box.

A minha nova queixa é que a PS3 não traz um cabo HDMI. Quer dizer… tanta coisa com o raio do HD e depois um gajo tem que ir gastar mais 40 euros para poder ligar aquilo como deve ser.

Mas pronto, hoje lá levantei os meus dois cheques-desconto da Fnac, para os estoirar de seguida num cabo HDMI. Valeu a pena, sem dúvida. Ver a PS3 em HD, no Pioneer é fantástico.

E o que também é fantástico é ver um DVD na PS3. Não falo de blu-ray, mesmo um DVD vulgar, mas a passar pelo HDMI. A qualidade é tão superior ao que obtenho dos players de DVD que tenho cá em casa, que os filmes até parecem “novos”.

E isto não é só paranóia de macho, a Dee também notou que a imagem era claramente melhor.

Estou desejando que comecem a sair filmes de jeito em blu-ray, para poder realmente levar o brinquedo ao extremo… ou quase, porque o Pioneer não é progressivo, mas até lá, já tenho muito com que me divertir.

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PS3

Já tenho uma PS3. Não consegui resistir ao apelo… e agora?

Bom, agora não sei, porque aquilo não trás sequer um DVDzinho com demos e, embora quisesse comprar o Casino Royale HD, disseram-me que tinha sido adiado.

Na loja online, diz que existe um GT Concept, grátis. Suponho que seja uma espécie de demo do Gran Turismo? Vou sacar… é que, a PS3 é muito bonita por fora, mas menus não impressionam ninguém, eu quero é jogar, ou ver um ví­deo HD.

Quer dizer… ao menos um DVDzinho com uns demos ou trailers em HD, xiça!

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Tiálogos III. As noites.

Tiago, fez ontem, dia 22 de Março, uma semana que vieste para casa connosco e onze dias que nasceste. Antes de nasceres toda a gente me queria dar conselhos e rapidamente me apercebi que o conselho era sempre o mesmo.

Chamei-lhe “conselho número dois”. Não que existisse um conselho número um, mas pelo menos isto deixava as pessoas a pensar no assunto (toma nota…). Às tantas, quando me perguntavam se podiam dar um conselho ou – os mais ousados – me diziam que me iam dar um conselho, eu perguntava logo: espera aí­… é o conselho número dois?

Invariavelmente preplexas, as pessoas respondiam que não sabiam, mas queriam apenas aconselhar-me que dormisse. Que dormisse muito antes de tu nasceres, para aproveitar.

Era este o conselho número dois: dormir.

Quando nasceste, pouca gente deu conselhos, mas ainda assim, houve quem me afiançasse que não iria dormir nos próximos dois anos. DOIS, vê tu bem.

Bom, tudo isto para dizer o quê? Que ao fim de uma semana em casa, só tiveste uma noite má. Cheio de dores de barriga, incapaz de adormecer, berraste até í s seis da manhã, quase sem parar.

Tirando isso, tens sido um gajo mesmo porreiro. Dormes umas três horas, acordas para comer, mas sem choros, só uns resmungos. Muda-se-te a fralda, mamas e voltas a adormecer. Quando te pomos de volta no berço já tás como hás-de ir.

Não sei se o conselho número dois é pura tanga ou se, simplesmente, os outros bebés são uns chatos e tu és bestialmente calmo. Como é evidente, prefiro pensar que és mesmo tu que és especial e que todos os que me deram o conselho número dois vão roer-se de inveja de não terem tido um bebé tão calmo como tu.

Não me quero precipitar. Uma semana em casa não é propriamente uma eternidade e não sei se não te tornarás um rebelde noctí­vago, mas so far, so good.

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Acupunctura II

Na quarta-feira fui até Lisboa para a segunda sessão de acupunctura. Na semana passada faltei ao tratamento porque, sinceramente, preferi ir para o HGO ter com a Dee e o Tiago, que ainda lá estavam (bolas… parece que foi há meses!).

O tratamento decorreu sem incidentes embora tenha saí­do de lá com comichão nos pontos das agulhas das mãos e com uma dor num dos joelhos (onde não me foi espetado nada), mas acabou por passar tudo rapidamente.

Aproveitei para almoçar com o pessoal, fazendo um esforço enorme para manter a compostura e não usar as palavras “pézinhos”, “mãozinhas” ou “beicinho”.

De tarde fui ao GIA deixar os papéis da Segurança Social, para serem assinados na DRH e eu poder entregar e justificar a minha fabulosa licença de cinco dias cinco, que já gozei.

Agora estou de férias até ao fim do mês.

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Mais um marco

Hoje quando estava a sair da acupunctura vi que tinha uma chamada não atendida da Dee. Deixou-me uma mensagem no voice mail a dizer que o cordão umbilical do Tiago tinha caí­do.

Ainda ontem, no pediatra, a enfermeira dizia que aquilo ia levar tempo, que estava muito grosso. Hoje caiu. Parece-me que o Tiago empurrou aquilo cá para fora, só para contrariar.

E fez muito bem, agora já tem algo que se parece vagamente com um’bigo (viram a contracção inteligente que eu fiz ali?) e já não é preciso estar sempre a dobrar-lhe a fralda e a desinfectar-lhe aquilo. Mais uns dias de desinfecção e fica livre de mais uma tortura.

E o sacana do miúdo está cada vez mais bonito. Eu sei que não parece possí­vel, mas está mesmo. Quando tiver paciência para descarregar as fotos das máquinas, eu mostro.

Ah! Acho que tem olhos castanhos, como os da mãe, perfeitinhos, lisinhos. Mas ainda é difí­cil de ter a certeza.

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