Primeiro, Portishead no Coliseu, dia 27 de Março e mais tarde, o careca Satriani, no mesmo sítio, dia 30 de Abril.
So it begins.
[tags]portishead, joe, satriani, concertos, coliseu, lisboa[/tags]
Primeiro, Portishead no Coliseu, dia 27 de Março e mais tarde, o careca Satriani, no mesmo sítio, dia 30 de Abril.
So it begins.
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Já passou algum tempo desde que lancei a mim mesmo o desafio de escrever dez posts “só para dizer bem de Portugal”. Confesso que não tem sido fácil: é mais fácil dizer mal. Infinitamente.
Mas aqui está algo que gosto muito em Portugal: há cafés por todo o lado e não é absolutamente raro encontrar-se bom café e bons bolos.
É verdade que muitas vezes damos com um café ranhoso e/ou um pastel de nata com três dias e que mais valia levar para as traseiras e abater a tiro. Mas também é verdade que o nosso país é provavelmente o único com uma tradição tão grande de pastelaria e café “do povo”.
E com “do povo” quero dizer que está ali, disponível para quem quiser, a preços acessíveis e em estabelecimentos onde qualquer pessoa pode entrar. Não se trata de uma especialidade rara nem de produtos de luxo, acessíveis apenas aos clientes do Hotel Hilton.
E, claro, temos o melhor café do mundo. Só em Portugal é que se bebe uma bica como deve ser e, embora outros possam aproximar-se, ninguém consegue superar um delta bem tirado, com açúcar mascavado mexido com pau de canela.
A pastelaria e o café portugueses são resultado de séculos de evolução, não só desde os descobrimentos e os novos produtos trazidos de além-mar (como o chocolate), mas mesmo antes disso, com uma longa tradição de doçaria conventual.
Ainda bem, para nós, portugueses, que as freiras e frades desse país se borrifaram totalmente no pecado mortal da gula e nos trouxeram maravilhas como o pastel de nata ou o jesuíta. E se os bolos não são de origem portuguesa, os portugueses pelo menos levaram a pastelaria chamada “fina”, da alta sociedade até ao café de rua.
Só pelos bolos, acompanhados de uma boa bica, vale a pena viver em Portugal.
E sobre este assunto, aconselho a visita a este site.
[tags]portugal, pastelaria, bolos, café, bica, doçaria[/tags]
Tenho estado a ver a season 10 do TopGear, já que começar da 1 estava a deixar-me atrasado em relação aos novos desenvolvimentos e não há dúvida que a série está cada vez mais alucinada. Acabei de ver o melhor episódio de sempre, é o quarto da décima season e aconselho vivamente a que o vejam, mesmo que não vejam mais nenhum.
O Clarkson, o Hamster e o Captain Slow atravessam o Botswana em três carros, comprados em ífrica, que lhes custaram menos de £ 1.500 cada um. Trata-se de uma lição aos habitantes do Surrey (facilmente adaptável a pessoas da linha de Cascais), que acham que precisam de um 4×4 para subir uma ladeira que por vezes tem folhas caídas.
Os três maníacos fazem assim mais de mil milhas de safari conduzindo um Mercedes 230E de ’85 (May), um Lancia Beta Coupé de ’81 (Jeremy) e um fantástico Opel Kadet de 1963 (Hammond). Atravessam o deserto de sal do Makgadikgadi, o Kalahari e o Delta do Okavango e conseguem chegar í Namíbia com três destroços sem travões nem direcção digna desse nome.
Absolutamente fantástico.
[tags]top, gear[/tags]
Qualquer geek que se preze adora vácuo. Há uns tempos atrás, o Fernando (o rei das cromarias), falou-me num sistema da Braun para guardar comida em vácuo, usando a varinha mágica. Quis um, imediatamente.
A varinha mágica que tenho é o modelo correcto e tudo (by the way: varinha mágica há só uma – Braun Minipimer, evidentemente), e hoje fui finalmente í Worten do Colombo comprar o meu Fresh Set MR 5000 FS.
Este modelo é especificamente para quem já tem a varinha e, portanto, não precisa de outra. Traz o motor de sucção (sim, sim, haha, sucção), um contentor de pyrex de 3,1 l e outro de 0,9 l.
Isto tem vários usos que não vale a pena descrever porque certamente os leitores deste blog são pessoas com imaginação para isso, mas um dos usos que mais desejava dar-lhe era o de temperar comida usando vácuo.
Este é um método usado em restaurantes, onde não há muito tempo para grandes marinadas. E resulta? Resulta como o caraças! Meti dois bifes com sal, alho picado e duas folhas de louro no contentor de 0,9 l e segui as dicas do manual: tirar o ar, voltar “meter”, repetir e, finalmente, voltar a tirar e deixar ficar.
Ficou uns 15 minutos, se tanto e a carne ficou com sabor como se estivesse temperada do dia anterior! É um método sensacional e nunca uns bifes feitos í pressa me tinham sabido tão bem. Tenho pena de não ter cá vinho branco para acrescentar ao tempêro, mas para a próxima já hei-de ter.
O contentor de 3 litros provavelmente vai servir para conservar os vegetais para a sopa do Tiago, mas o mais pequeno vai ficar reservado para este método fantástico de temperar comida.
Vivóvácuo!
[tags]vácuo, braun, minipimer, fresh, set, multi, quick, sistema, varinha, mágica, cromices[/tags]