PixelJunk Monsters Encore

Saiu ontem, na loja europeia da PSN. Custou 3 euros e é mais divertido que muitos jogos de 70 que por aí­ andam.

Trata-se, claro, do add-on ao original PixelJunk Monsters, um jogo de tower defense completamente viciante, para a PlayStation 3. Este Encore adiciona uma segunda ilha ao mapa original, onde temos mais uma série de ní­veis diabólicos para resolver.

PixelJunk Monsters Encore
O ecrã de escolha de ilha

À primeira vista, o Encore é mais difí­cil que o original, sendo os ní­vels “easy”, tudo menos fáceis: são rápidos, quase sem tempo para pensar na torre seguinte e com vários layouts tortuosos com os monstros a poder tomar os mais diversos e imprevisí­veis caminhos.

Ainda assim, já venci três ní­veis easy e um medium e, como ontem estive outra vez sem conseguir dormir, já obtive um rainbow (basicamente, um ní­vel com 100% kills).

Acho que conseguia passar dias inteiros a jogar isto sem me fartar.

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O povo que não aprende?

No meio de toda a confusão da nomeação democrata para a corrida í s presidenciais americanas já toda a gente, uma vez ou outra, pensou que quem ganha com isto é o McCain.

Mas a verdade é que eu estava convencido que qualquer candidato republicano seria completamente derrotado por um democrata, este ano. Com o paí­s em guerra e recessão económica depois de quase uma década nas mãos de Dabya, pensei que aquele povo estaria pronto para uma mudança clara.

Eu sei que a divisão nos democratas conta muito para que as sondagens não sejam muito claras e que, quando todos os eleitores democratas se unirem em volta de um só candidato a coisa mudará de figura, mas não deixou de me chocar um pouco aperceber-me de que nem Clinton nem Obama têm uma clara vantagem nas intenções de voto, sobre McCain, segundo a Gallup.

Não está fora de questão que aquela nação de ignorantes venha a eleger um continuador de polí­ticas de Bush que tão alegremente cantava num dos seus comí­cios: “bomb Iran, bomb, bomb Iran”, ao som de “Barbara-Ann”, dos Beach Boys.

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Bestas ao volante

São tantos que achei que davam uma bela colecção. Falo dos carros, sobretudo os que tenho que evitar ou circundar, diariamente em várias partes de Lisboa e Almada, onde costumo andar mais a pé.

Geralmente tenho comigo apenas o telemóvel, pelo que não espero obter grandes fotos. O objectivo não é esse… é mesmo juntar um conjunto apreciável de cromos que fazem com os seus carros o que bem entendem, sempre sem respeito por terceiros, sejam outros condutores ou peões.

Um destes dias estavamos a passar pelo Canecão, em Almada, em direcção í  garagem onde temos o carro e demos com um automóvel completamente atravessado na nossa passagem, impedindo-a. Com o Tiago no carrinho, foi preciso cada um pegar de seu lado para levantarmos o miúdo no ar e passarmos entre o carro e uma coluna.

Entretanto o dono do automóvel apareceu e pediu desculpa e disse algo do género “a gente não se apercebe da necessidade…!”. Pois. E se fosse alguém de cadeira de rodas ainda mais lixado estaria.

São todos bons cristãos, mas “não se apercebem da necessidade”. Chama-se umbiguismo exacerbado.

No dia em que decidi começar a fotografar esta arte de cagar nos outros usando um carro, obtive logo três fotos:

Este fulano usou o passei rebaixado para estacionar o seu automóvel, bloqueando completamente a passadeira.

Fiesta no passeio

Esta senhora – que já a vi várias vezes – tem uma queda especial para bloquear a passagem nos passeios e aqui está ela com o seu Clio branco no seu lugar preferido: mesmo em cima do passeio rebaixado.

Passeio rebaixado ou rampa de estacionamento?

E aqui, um passeio acabado de construir, em Cacilhas. Recentemente posto a uso por o caminho habitual estar agora cheio de máquinas das obras do metro Sul do Tejo, nem um dia passou sem que começasse a ser usado como estacionamento e aceder-lhe para fazer o meu caminho habitual até casa, requer algum malabarismo.

Nada como um passeio novo

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Twitter ruined my posting

Desde que comecei a usar o Twitter, nunca mais me dei ao trabalho de pensar em posts. Posts dão trabalho, tweets são imediatos.

Twitter kills blogs.

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Parkour shoes

A K-Swiss lançou uma linha de sapatos de Parkour, desenhados com a ajuda de Sébastien Foucan e, embora não goste de todos os modelos, eu quero uns.

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