Expliquem-me, para ver se eu percebo

Eu sou do Benfica, sempre fui e também não é agora que vou mudar. Sim, acabei de gastar mais hora e meia da minha vida para ver uma equipa de gajos que ganham várias vezes o que eu ganho numa década, todos os meses e são incapazes de se coordenar para trocar uma bola e metê-la numa baliza de uma equipa que está no fundo da tabela.

Fiquei chateado, mas não irritado… simplesmente, aborrecido… entediado. Enfim, farto.

Mas o que eu não percebo é isto… sempre que há jogo do Benfica, ouço os meus vizinhos do lado festejar os golos… do adversário. Sempre!

Mas então… eles vêm os jogos do Benfica! Eu não vejo os jogos do Sporting. Estou-me bem cagando para o Porto e, embora ache piada ao Leixões estar em primeiro lugar, para mim podiam passar todos a dedicar-se í  natação sincronizada amanhã que não me fazia a mí­nima diferença.

Que espécie de doença é preciso ter para se assistir aos jogos de uma equipa que se odeia, na esperança de a ver perder?!

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A new machine, part 1

Aproxima-se aquela altura da minha vida em que preciso de mudança. É um ciclo que se fecha, chamemos-lhe assim. É um momento de viragem, um capí­tulo novo, um /inserir cliché velho e coçado aqui/!

Bom, a verdade é que ando a pensar renovar o HellRaiser, que é a mula de carga cá do sí­tio. A máquina de jogos, de algum trabalho para duas pessoas, de torrents e mulas e – fulcral – DAW cá do sí­tio.

Gostaria de partilhar as minhas escolhas de hardware e obter algum conselho/opinião dos meus sempre prestáveis leitores.

Uma palavra de aviso: qualquer comentário de “compra um Mac” será forçosamente ignorado. Eu uso um Mac para trabalhar, a Dee tem outro. Esta máquina não pode ser substituí­da por qualquer Mac de valor minimamente aceitável. Estariamos a falar de um Mac Pro e eu não sou feito de ouro.

Não preciso de placa gráfica porque tenho uma GeForce 7900GTX que, não sendo a coisa mais recente do mercado, acredito que, com um CPU novo a ajudar, continuará a permitir-me jogar os poucos jogos que ainda me sento aqui para jogar (a PS3 passou a ter 80% do meu tempo de gaming). Também não preciso de fonte de alimentação, porque tenho uma Dark Power Pro de 650 W. Não necessitaria de uma caixa, não fosse a minha big tower estar com os pés para a cova, com todos os encaixes comidos e roscas gastas, assim sendo, tenho na minha lista, isto:

Isto ronda os 600 euros e parece-me ser a escolha mais acertada dentro deste valor. Se alguém tiver alguma sugestão que, obviamente, não faça disparar o valor, agradeço.

PS: E sim, o tí­tulo do post é uma referência aos Pink Floyd.

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A saga não acaba ou “odeio ter razão”

Quando o nosso esquentador começou a apagar-se, na segunda-feira e eu comecei a ouvir a ventilação do novo esquentador do vizinho de cima pensei logo que os gases de queima de lá estavam a vir parar í  nossa cozinha.

O ar quente é suposto subir, portanto algo tinha que se passar.

No entanto fomos comprar um novo esquentador e preparar-nos para renovar as tiragens todas. Depois de muito trabalhinho e dores nas costas, hoje obtive, como é óbvio, confirmação do que já tinha suspeitado há três dias.

Tirei o tubo flexí­vel da saí­da do nosso esquentador e, quando o vizinho de cima abriu a água para lavar a loiça, levei com um bafo quente de gases queimados na tromba.

Já lá fui, já liguei para o senhorio deles, já tapei as minhas tubagens com alumí­nio e agora aguardo, sem água quente nem poder usar o fogão, que se descubra porque raio a saí­da do esquentador do andar de cima… está a vir parar ao andar de baixo.

E com isto são mais 15 cabelos brancos esta semana…

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Sobre Design

Ando, há uns tempos, a escrever sobre Design. Muito porque acho que preciso de por as minhas ideias em ordem. O primeiro artigo está finalmente online, no DFL. Está em inglês, por favor não chamem a polí­cia da lí­ngua. :-)

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Jack Bauer Domina o Mundo

Quem ainda não viu “24: Redemption”, abstenha-se de ler.

Foi assim: vinham uma data de jipes carregadinhos de guerrilheiros africanos, armados até aos dentes em direcção a uma escola cheia de crianças que pretendiam raptar para usar como soldados.

Na escola, Jack Bauer, sozinho com duas 9 mm, uma faca e algumas barras de dinamite.

Quando os jipes pararam e os guerilheiros saltaram cá para fora eu disse: “Vão todos morrer!” (e disse mesmo, tenho uma testemunha).

Alguns minutos depois, o chefe dos guerrilheiros, último sobrevivente, recebia um pescoço partido, cortesia das coxas do Jack Bauer, ainda pendurado pelos braços e acabadinho de torturar com um machete em brasa.

É por estas e por outras que alguns tristes acham que 24 é uma série de merda… e eu sou Jack Baueriano até ao tutano! Ou por outras palavras: Jack Bauer, FUCK YEAH!

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