Electrodomésticos

Depois dos revestimentos e pavimentos, sanitários e acessórios, hoje foi o dia dos electrodomésticos.

Querí­amos comprar cinco novos electrodomésticos, mas apenas precisamos de três, pelo que foi isso que comprámos para já. Mais tarde compraremos o microondas de encastre e o frigorí­fico americano – agora que já confirmamos que as portas do mesmo são desmontáveis permitindo assim que passe para a cozinha pelas estreitas portas da nossa nova casa.

Fomos então í  loja que nos tinha sido aconselhada, a Next Buy, na zona industrial do Feijó e de facto ficámos satisfeitos com a oferta e com os preços.

Comprámos então um exaustor, placa de indução magnética e forno pirolí­tico Siemens. Escolhemos um bocado pelo preço versus funcionalidades, mesmo sem sermos particularmente especialistas nestes aparelhos – sobretudo a indução magnética da qual só oiço dizer bem, mas que nunca experimentei.

Se alguém aí­ for cromo de electrodomésticos e quiser mesmo saber specs e detalhes, aqui ficam:

  • Placa de indução magnética EH675ME11E
    • Quatro zonas de indução
    • Controlos touch slider
    • 17 ní­veis de potência
    • Power boost em todas as zonas
    • Segurança para crianças
    • Indicador de calor residual
    • Detecção de recipiente
    • Temporizador
    • Cozedura automática com variação de temperatura
  • Forno multifunções HB73AA550E
    • Multifunção com 8 settings
    • 60 litros de capacidade
    • Turbina de arrefecimento
    • Auto-limpeza pirolí­tica
    • Pré-aquecimento rápido
    • Controlo exacto de temperatura entre 50 e 300 graus
    • Segurança para crianças
    • Auto-off
  • Exaustor LC657WA20
    • potência de exaustão de 740 m³/h
    • ruí­do em potência máxima: 57 dB
    • motor de duas turbinas, iluminação e três ní­veis de potência

Espero que tenha o ní­vel de detalhe que satisfaça os mais geeks da electrodoméstica. Caso contrário, podem sempre ir ao site da Siemens sacar os catálogos e ler em detalhe.

Deixar comentário.

42 comentários a “Electrodomésticos”

  1. Não sei se sabes mas a placa de indução pode obrigar-te a comprar panelas e tachos novas. Não funcionam com aluminio. Por experiencia propria aconselho as da Le Creuset de ferro fundido vitrificado. São caras mas excelentes e duram a vida toda.

    1. Epá! Não me digas que tenho que comprar panelas! A indução implica panelas especiais! Epá!

      Sorry, não resisti. É claro que sei que são precisas panelas especí­ficas; já estive a testar as minhas e já sei quais vão para o lixo.

  2. Tambem tenho electrodomesticos Siemens incluindo o frigo americano, só tenho a dizer bem. Uma excelente marca, nunca tive problemas, design atractivo, um bocado carote mas acho q depois compensa, criticaram me na altura mas os meus duram e o da pessoa em questao ja la derreteu um botao … ah pois é :)))

    1. Pois, nem vale a pena pensar duas vezes, Siemens ou Bosch e se o orçamento fosse ilimitado, provavelmente seria Mí­ele.

      Não compreendo como alguém pode criticar a escolha de electrodomésticos Siemens, só se for de outro planeta. :)

  3. Mas olha que continuo a recomendar as panelas de ferro fundido da Le Creuset. Demoram mais a aquecer mas depois o calor é muito mais uniforme. Cozem muito bem e o grelhador é simplesmente fantastico. Pesam é para aí­ 5kg cada uma mas como tens andado a fazer exercico…

  4. a indução é fixe, é um boost de energia em relação í  vitrocerâmica, mas como a comida é feita num terço do tempo compensa…

    apenas ter algum cuidado com o habituar-se í  rapidez da coisa, a minha cunhada e o meu irmão ainda têm acidentes com aquilo porque se esquecem que é mais rápido, mas then again só este ano é que descobriram a função de banho maria da placa que é to die for…

    ando morta para despchar o meu fogão e comprar um novo com placa de indução…tou farta de gás…

  5. Eu nem sabia que havia tal coisa como “indução magnética”…só vou í  cozinha para ir mudar a areia da Leca e para ir ao frigorifico e este último está logo í  entrada :P

    PS: estou a pensar seriamente em mudar o frigi prá sala

  6. Pedro, eu também tenho a cozinha equipada com Siemens e em 2 anos não tive qualquer razão de queixa, até a máquina da Nespresso é Siemens, só destoa mesmo a Bimby :).

    Também tinha a ideia do Frederico Americano mas depois de olhar lá bem para dentro dele e ver o espaço útil que ele tem lá dentro com o espaço que ocupa cá fora optei por outra solução.

    Comprei 2 Frigorí­ficos, na realidade não são 2, um é só arca e outro é só frigorí­fico também da SIEMENS, eles são idênticos apenas têm as portas trocadas ficando os puxadores ao centro, a única diferença que se nota é no mostrador em cima a diferença de temperatura dos dois, se quiseres posso tirar uma foto para mostrar como ficou.

    Desta forma se avariar uma das funções (congelador ou frigorí­fico) não preciso de trocar tudo e sempre ouvi dizer mal dos equipamentos com 2 motores.

    1. Bom, quanto a aparelhos com dois motores, posso-te eu dizer que quem te disse mal não está bem informado. O meu frigorí­fico Bosch combinado de dois motores está ligado 24 h por dia há quase 12 anos e nunca se avariou.

      Os americanos parecem ter pouco volume interno, mas pelas specs que andei a ler, têm quase o dobro do que o meu combinado leva, hoje em dia, pelo que não me parece assim tão mau. Claro que a tua solução é mais espaçosa, mas também é muito mais cara e necessita de mais espaço, certo?

      BTW, gostei do typo do “frederico”, foi de propósito ou estavas a escrever com dicionário num dispositivo móvel?

      1. Sim, mais espaço, mas julgo que nem chega (comparando com o americano) a ser mais metade de um frigorí­fico, logo tiro as medidas e a foto e partilho.

        Foi de propósito, aqui fica a source:

        No psiquiatra:
        – Sr.Dr, a minha mulher quer o divórcio porque eu não consigo dizer Frederico!
        – Diga lá: Fre-de-ri-co – pediu o médico.
        – Frederico.
        – Ora – diz o médico – o senhor diz Frederico muito bem. Vá lá em paz e diga í  sua mulher que ela não está boa dos ouvidos.
        Chega o homem a casa contentí­ssimo:
        – Mulher, estou cheí­nho de sede. Vai ao frederico e traz-me uma cerveja bem gelada.

      1. a minha questão prende-se com a minha situação actual: ando í  procura de casa e as novas já trazem tudo. mas normalmente têm vitrocerâmica normal, o que não quero (não quero ir á falência só com a conta da luz), por isso pergunto sempre se é possí­vel mudar para placa de gás… agora vieram-me com a história da indução e este post veio mesmo a calhar.

        1. Bom, mudar para indução é simples porque também usa electricidade; mudar para gás é muito mais complicado, a menos que a cozinha já tenha um ponto de gás no sí­tio da placa.

          Não havendo ponto de gás, vai ser preciso partir a cozinha para o colocar.

          Não tenho experiência com indução, mas quem tem, diz-me que a eficiência compensa o facto de usar electricidade.

          Por exemplo, ao que parece, é possí­vel ferver água em 4 minutos. Com gás leva muito mais tempo (í s vezes parece-me que leva anos!). Portanto o gás é mais barato, sim, mas gasta-se muito mais gás a cozinhar do que electricidade usando indução.

          Não esquecer que indução precisa de panelas especí­ficas. É fácil verificar se as actuais funcionam: basta pegar num í­man do frigorí­fico e ver se cola no fundo das várias panelas.

          Se estiver aí­ alguém que tenha números mais exactos para justificar indução vs gás, era porreiro, para ajudar a Cristiana.

  7. E painéis solares, pá? Isso é que era muito fixe! Com a extensão do telhado, até podias vender energia (a edp tem um projecto qualquer para pequenos produtores)

  8. Tem mas esses pequenos produtores so podem submeter a sua candidatura (as candidaturas estao limitadas em numero) de 2 em 2 meses e so durante uma hora atraves de um site lentissimo que tem centenas de pessoas a aceder a tentar a sua sorte. Simplesmente não funciona. Pode demorar anos até se conseguir vender í  EDP.

  9. Eu já vi em Loco. Pagam a empresas de consultoria de IT para disponibilizarem N pessoas nesse dia para tentarem preencher um formulário medonho que nem sempre vai í  primeira e registar uns clientes. Há N escritorios espalhados pelo paí­s a fazer isto nesses dias. A empresa onde vi ficava toda contente quando as 18 pessoas que tinham a fazer isto conseguiram registar 3 pessoas nesse periodo. O backlog de pessoas ainda a espera de se poderem registar é na ordem das várias centenas.

  10. O mais engraçado é que o endereço do formulário nunca é o mesmo e as pessoas só são informadas da hora e endereço de submissão com 2 dias de antecedência. Isto porque a EDP é obrigada a cumprir uma quota minima de aquisição de energia de micro-geração e não querem passar nem 1KW/h essa quota. É que segundo essa lei eles são obrigados a comprar energia de micro-geração a um preço muito superior ao que vendem.

  11. posto isto aqui porque não tenho conta no flicker , mas via lá que furaram o tecto do vizinho de baixo , o chão do vosso apartamento não é placa de betão ? pela foto não parece ser.

      1. eu já tinha achado estranho eles terem baixado tanto o nivel do chão.

        É que uma placa de betão não se fura assim de qualquer maneira , além de que costuma ser mais espessa do que se vê nessa foto. Nas fotos da cozinha tambem me pareçe que não é placa.

        essa buraco no quarto da joana , deve apanhar uma viga , por isso é betão. está mesmo na direcção da viga da parede.

      2. Eu esclareço: dependendo das cargas as lajes podem ser de betão simples, armado ou aligeiradas. Nestes casos usam-se umas vigoras de betão armado e abobadilhas de tijolo. Já devem ter visto. São tijolos com 2 apoios laterais e arredondados em cima.

            1. Quando falas em isolamento, presumo que fales de acústico, porque térmico so se aplica em paredes exteriores. Há dois tipos de ruí­do: percussão (martelo a bater na parede, subwoofer no máximo…) e aéreo (falar, gritar, buzinas…). O 1º isola-se com massa (betão, Madeira, coisas solidas) e o 2º com ar (caixas de ar, tijolo, etc…). No caso de uma casa de banho eu diria betão senão o teu vizinho vai saber cada vez que deres um peido.

              1. Sim, desculpa, faltou o “acústico”.

                Toda a casa está a ser coberta com uma camada jeitosa de betonilha – creio que é um subproduto de cimento vagamente parecido com betão (?). Em cima disso levará cerâmica, pedra e pavimento flutuante consoante a divisão.

                1. Betonilha é uma mistura tosca de cimento com inertes pouco qualificados, usada apenas para encher e nivelar. Acaba por ser um bom isolamento de percussão. Para as divisões com flutuante com Leca teria sido melhor. Para cerâmico esta OK.

          1. Sem querer entrar aqui muito em dimensionamento de estruturas, betão armado usa-se em lajes de dimensões grandes ou quando a laje é projectada sem apoio de pilares (como em varandas). Em lajes pequenas (com muitos pilares ou vigas próximos não se costuma armar. A laje aligeirada serve essencialmente para zonas de carga não muito elevada (só meia dúzia de pessoas em cima). Desta forma a estrutura fica mais leve, os pilares e vigas só precisam de uma secção mais pequena e claro, usa-se menos material e é mais barato.

Leave a Reply