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Compreendo-te, é muito fácil dar soluções para os problemas dos outros. Tens que acreditar que o tempo cura mas, não são dias, nem 1 mês, nem 2.. Senão a tua vida ou saúde acabam aqui e penso que não é isso que desejas, ou é ?!!
Daqui a dois anos acredito que já terás o teu filho(a) e recordarás o teu filhote com ternura e saudade. Posso relacionar esta frase “Para esquecer um Amor só um novo Amor”!
Para ti ainda é mais difícil ultrapassares este momento porque não acreditas em algo. Porque é mais fácil ultrapassar a dor quando “temos desculpas” do género: “Deus assim o quis” ou “O meu Santinho foi para junto do Senhor”. Não critico e respeito todas as religiões e pessoas que acreditam nelas. Se as pessoas encontram ai a paz de espírito e forças para enfrentar a vida, isso é bom, muito bom.
Tem calma e ganha forças para enfrentares a vida e para o ano novo, que se aproxima a passos largos, pensa num projecto para um “novo Amor” aliás novo não “outro Amor”!!
Fica bem e não te deixes ir abaixo a Dee precisa de ti e da tua segurança !!!
Falaram-me disto: http://megabebes.pt/artemis/artemis.asp ***
Só te estamos a tentar ajudar. A partir do momento em que tu e a Dee resolveram partilhar com o mundo a vossa vida, sentimos que vocês são uma pequena parte de nós e temos necessidade, como tal, de ajudar, ou pelo menos tentar que essa partícula do nosso ser esteja bem. Também sofremos com vocês e convosco suspiramos por um amanhã melhor. Acredita que muitos de nós falamos com conhecimento de causa. Eu também já perdi um bebé (há 3 anos e pouco abortei expontaneamente)…e sei o quão penoso foi para mim e para o meu marido, já para não falar do resto da família, amigos, etc. Mas pronto, passou. É verdade, passa…
E…não acredito que te queiras sentir assim para o resto da vida por isso pelo menos tenta…tem de ser.
Bjs
Eu sei. E como dsse: aprecio a boa vontade. Mas estou longe da fase de me distrair a olhar para passarinhos.
Todos os dias revejo o bebé deitado no caixão… não é uma imagem com que seja fácil lidar juntamente com o sentimento de perda brutal. Ele estava a 5 dias do termo…
oi.. nao sei bem como começar isto , mas talvez assim , ha dois anos depois da morte da minha sogra decidimos eu e o meu marido engravidar, para ele foi optimo, pois desviou um pouco a trizteza sentida com a perda da mae, pois iria ganhar um filho, planeamos tudo o dia que engravidaria ou tentaria e tudo, parei de tomar a pilula e 6 dias depois estava gravida :), corria tudo bem , a minha menina crescia rapido e perfeitinha, ate q um dia á hora marcada na ecografia o coraçao dela nao batia… e o meu mundo acabou.começou o meu inferno, tive um parto normal mas nao fiz funeral dei para estudo , achei q era demasiado para mim, vi a minha filha com os seus 5 mesinhos tao linda e perfeitinha, como podia algo tao lindo ter s tranformado em tamanho inferno, as causas ficaram ,por meu criterio por apurar, a partir dai foi um nao mais de dor choro e sofrimento. devo dizer q na altura tinha ja 30 anos e era o nosso primeiro filho e q na minha familia nao nasce crianças ha 12 anos , a expectativa era enorme.aguentei cerca de 6 meses recalcando todos os dias a dor a dormir a base de comprimidos e a trabalhar como uma zombie sem alma, socializar, nem pensar. no dia 25 de dezembro dia q era suposto ela nascer nao aguentei mais tive um ataque de panico com rigidez muscular no pescoço braços e pernas, paralesia parcial da face, julguei q tava a ter um avc… resumindo a depressao ja tinha comido o meu cerebro… oos niveis de serotonina tavam a zero, a relaçao com o meu marido estava nas lonas porque ja nao queria saber de nada e culpava tudo e todos pela morte dela, crashei.
nada s compara (ainda)a dor q sinto. mas tive de cair na real e consultei um psiquiatra, comecei a fazer paroxetina e sedoxil, e foi o melhor q m aconteceu, consegui por a cabeça em ordem e a judar tambem o meu maridao. ja passaram dois anos , a dor , é a mesma, mas tenho de encarar q a madalena morreu, e nao houve nada q estivesse ao meu alcance para a salvar. fiz o meu luto, nao vou esquecer nunca aquela linda estrela nos meus braços, mas fiz o meu luto, e agora e so agora 2 anos depois m sinto preparada para encarar uma nova gravidez , cheia de medos claro, mas tenho de tentar pois s nao tentar nunca mais posso sonhar obriguei m a mim mesma a ultrapassar isto , atençao nao esquecer isso nunca,mas dar o passo em frente , agora com 32 preparo m para tentar de novo, e espero q tudo corra bem
se correr sera sempre o/a minha/o 2º, porque a primeira sera sempre a madalena. nao digo para esquweceres e digo t como mae sim porque por 5 meses e breves instantes fui mae q nunca vais esquecer mas vai atenuar e ficara como um a triste memoria no longo caminho da tua vida e crescimento como pessoa.porque outro filho nunca substitui o q s perdeu mas o sonho de ter um deve tar sempre presente, ajuda muito a tua mulher ela precisa de certeza e nao penses sequer em parar a medicaçao nao tens de ter vergonha de tomar comprimidos para melhorar o teu estado de ansiedade, a depressao pode aumentar em vez de regredir e ai é q nao fazes mesmo nada de ti. beijinhos e muita força um dia de cada vez pois um dia vais acordar e ja nao vai doer tanto, acredita.
Caty, obrigado pela tua partilha e pelos teus conselhos, mas posso-te dizer que aterraste num post com 6 anos e talvez te anime e ajude saber que hoje temos dois filhos, o Tiago, com 4 anos e meio e a Joana com um ano. Espero que venhas em breve a ter a mesma felicidade que hoje em dia enche a nossa casa.
Compreendo a tua incompreensão. Só tu e a Dee sabem a dor que têm. Mas deixa-nos ao menos querer dar o maior apoio. Estas palavras não servem de muito nem vos tira a dor. Mas, pelo menos, queremos (não sei se estarei a falar por todos, mas uso í mesma o plural) que vocês ultrapassem tudo isso. Dêem o maior apoio um ao outro.
Beijinhos e abraços apertados aos dois. :)
Não passa. Quando temos um bebé que nasce morto no dia em que devia nascer vivo, não passa. E a mim magoa-me que comparem uma situação como esta a um aborto expontâneo. Não passa. Por mais filhos que se tenha. Especialmente quando é o primeiro filho. Não passa.