Uma ajuda aos estrangeiros

Hello and welcome to Portugal! In order to help you all get around the city of Lisbon, this website offers you a unique service: the underground stations translation chart.

With this list you can look at any underground map and not feel confused. It’s ok, you don’t have to thank me.

The Lisbon underground is divided in four lines. Because we’re in Portugal, each line was given a name that nobody uses. No one knows the names of the lines and so, the underground people just refer to them by the colours. So we have the Seagull, Caravel, Sunflower and Orient lines, which is to say the blue, green, yellow and red lines.

So, starting with the Blue line, from North to South, here are the stations you’ll find:

– Little Tip
– Carnide (sorry, no translation)
– Military College /Light
– Tall of the mills
– Orange trees
– Zoological garden
– Spain square
– Saint Sebastian
– Park
– Marquis of Pigeon House
– Avenue
– Restorers
– Lower Squeak

If you come of in Lower Squeak you’ll be smack down in downtown Lisbon. You can have a nice walk down Street of Gold. Be warned though, there is actually no gold.

On to the Green line:

– Shingle Saleswomen
– Big field
– Alvalade (again, some stations simply have no translation)
– Rome
– Sand Salesman
– Rather Large Avenue
– Little Streams
– Angels
– Intendant
– Martim Moniz (a guy who got stuck in a door)
– Ownerless Place
– Lower Squeak (links with the blue line)
– Sodré’s Pier

On to the Yellow line, which starts out linked to the green line at “Big Field”, so:

– Big Field
– University City
– In-between Fields
– Small Field
– Saldanha’s
– He-pricked-them
– Marquis of Pigeon House
– Mouse

And finally, the Red Line:

– Orient
– Red Haired Corporal
– Olive Tree Fields
– Disciples
– Nice View
– Judas Trees
-Rather Large Avenue

There we go. The Judas Trees (Olaias), station is a bit of a stretch, but at this time we don’t really know what kind of tree the Olaia is, simply that it’s also known as Judas’ Tree, so if anyone can halp with that one, we’ll correct it.

We are now certain you’ll be able to enjoy a nice stay in Lisbon and never get lost in the tube!

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As mentiras da propaganda

Vivemos rodeados de mentiras. É um facto, não vale a pena discursar muito sobre o assunto, mas as mentiras estão de tal forma disseminadas que muitas delas já nem nos dizem nada.

Mas não deixa de ser interessante dar a volta a algumas mentiras, pelo que, para juntar à lista de coisas que me irritam solenemente, inicio aqui uma lista das “mentiras que nos rodeiam”.

Quem me inspirou a fazer esta lista foi o Metropolitano de Lisboa, hoje mesmo.

Na estação de Metro do Cais do Sodré (Caixodré, para os amigos), pode ver-se um écran de plasma grandinho que passa um filme informativo sobre o novo sistema de acessos ao metro… sabem, aquele que volta e não vira está avariado obrigando um mar de dezenas de pessoas a passar pela única baia que se encontra aberta.

Mas adiante, no final, este filme exibe uma frase, que diz: “Novo Sistema de Acessos. Obrigado – Sem si, não teria sido possível”.

Ora, isto é obviamente mentira. Deveria dizer, claramente: “Novo sistema de acessos. Custou mas foi. Mais ou menos. Sem si, teria sido definitivamente mais fácil!”

É que a implementação do novo sistema de acessos às estações de metro foi amplamente dificultada pelos utilizadores, de certeza. Não é verdade que sem os utilizadores não teria sido possível… teria sido possível sim senhor, teria sido até mesmo fácil, sem manadas de pessoas a entrar e saír de 2 em 2 minutos, não sabendo como funciona o sistema, nem o que fazer com os novos bilhetes magnéticos e passes electrónicos.

É assim… já nem ligamos, mas é mentira.

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O Fehér

No dia 25 estava sentado em casa dos meus pais, a ver o Benfica sofrer frente ao Guimarães para tentar não se afundar ainda mais na tabela… enfim, daquelas coisas.

Tinha acabado de ser golo e o jogo estava quase a acabar, as coisas corriam tão bem quanto podiam estar a correr num jogo mau e desinteressante, ainda por cima à chuva, num campo nojento, coberto de lama.

E então, depois de um cartão amarelo patético, apanágio dos árbitros portugueses, o Fehér, dobrou-se para a frente, na sala alguém disse “belo rabo, hein” e depois ele caiu para trás, morto. Ficámos todos mais ou menos aparvalhados.

Todos os dias morrem pessoas, é um facto. Pessoas jovens ou idosas, adultos e crianças, mulheres e homens, mas por qualquer razão, toda aquela cena me deixou um bocado chocado com reacções que não sei bem explicar.

Nos dias que se seguiram, a comunicação social portuguesa explorou ao máximo o acontecimento para seu benefício próprio, tentando fazer os possíveis e impossíveis para ganhar dinheiro com a morte. Todos os directores de informação das televisões e os directores de jornais por esse Portugal fora deve estar entusiasmadíssimos com os lucros que a morte do Fehér lhes deu.

Há limites, acho eu. E mais uma vez – se bem que sem grande surpresa, diga-se – eles foram largamente ultrapassados.

Quanto ao Húngaro, que morreu em campo, em Guimarães, aos 24 anos: acabram-se-lhe as preocupações, a morte é para os vivos.

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Lista actualizada de coisas que não suporto

Só para não esquecer:

1 – A utilização da palavra “galáctico” para descrever algo de fantástico e/ou famoso, noramalmente jogadores de futebol.

2 – As botas e sapatos de mulher que terminam em bico, tipo-palhaço

3 – A mania da pedofilia (enough said).

4 – Pessoas que vestem t-shirts ao assento do carro e põem lencinhos no encosto de cabeça

5 – Pessoas que abrem o chapéu de chuva em pequenos percursos com muita gente, como do terminal até ao cacilheiro.

6 – Pessoas que andam com fitinhas sem nada pendurado, à volta do pescoço. Ou mesmo as que penduram a chave do carro, ou a chave de casa… que espécie de joalharia decorativa é aquela? A que ponto chegou a nossa civilização que, por causa de uma moda, vemos homens adultos a passear-se com a chave do carro pendurada ao pescoço como se isso fosse normal?

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When I’m 64

Entre o Verão e o Inverno de 2003, perdi cerca de 7 kg.

Quando fiz 30 anos, em Junho, pesava 74 kg., que era o máximo que já tinha pesado. No final do ano tinha mais ou menos estabilizado nos 67 kg.

Ontem à noite pesei-me, coisa que já não fazia há muito tempo e estou com 65 kg. Já não falta muito para os 64…

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