Greyday

Que seca, hoje… acho que nem me lembro bem o que fiz… que raio fiz eu? Nada.

Estive a tentar tirar umas dúvidas de mySQL com o Nelson, que acho que solucionámos relativamente bem, são para criar um fórum online. Que seca.

Os meus pais passaram por cá e vieram trazer umas lembranças do Egipto. Trouxeram um pequeno tambor e uma coisa que que eu não percebi bem o nome… rebarba, ou rebaba, não sei… tem um braço com uma caixa de som no fundo e duas cordas esticadas e toca-se com um arco. Já consegui tirar um ou dois sons de jeito daquilo, mas parece difícil de tocar. Trouxeram mais umas coisas giras, incluind um ankh gigante de metal para a Dalila.

Depois foi o Benfica-Boavista que me obrigou a ir tomar o meio Pacinone a meio… o Benfica estava a ganhar um a zero e o Enke (guarda redes), até um penalty defendeu, mas os filhos da mãe do Boavista acabaram por marcar um golo e acabou em 1-1. Seca. Ainda por cima o Benfica esteve mesmo a marcar um golo, daqueles que não se percebe… o jogador consegue, estando de frente para uma baliza aberta de 3 metros por 7 atirar a bola por cima… enfim, deve ter a ver com a maneira como metem o pé à bola.

Mais ou menos a meio do jogo chegou o meu cunhado. Esteve cá um bocado, Which was nice.

A conversa que tive com ele ajudou um bocado a perceber porque me tenho andado a sentir tão merdoso ultimamente… é esta história da nitro e do escritório, do futuro e dos empregados, enfim, coisas que não vou escrever aqui, mas que ficaram mais claras depois de falar um bocado com o Pedro, também um pouco sobre a Máquina e tal…

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Putas das tabuletas

Hoje foi um dia porreiro, interessante, nalguns aspectos.

Levantá-mo-nos tarde, claro. Peguei num CD com jogos que um aluno do arco me gravou para experimentar. Experimentei um chamado Gruntz, pareceu-me giro, era um jogo com vista de cima e uns bonequinhos que nós tí­nhamos que guiar nas suas diversas tarefas dentro de puzzles com botões e objectos e algumas lutas para travar com o inimigo. Giro.

A Dalila também gostou e passámos a tarde toda a jogar. Não fizémos mais nada: jogar, jogar, jogar. Confesso que comemos qualquer coisa, mas já nem me lembro o quê.

Ao princí­pio da noite, meti-me no Rover e fui buscar a minha irmã a uma qualquer festa de anos. Fomos para o aeroporto de Lisboa buscar os meus pais que vinham do Egipto.

Chovia a potes (como aliás o resto do dia) e não se via boi. Fiz entradas e saí­das de estradas e entroncamentos sem olhar. Não valia a pena olhar: não se via. Fomos andando pelo eixo Norte-Sul até í  segunda circular, lendo todas as tabuletas com extrema dificuldade e já apenas quando estávamos em cima delas.

Quando finalmente dizia “aeroporto/chegadas”, para a direita, houve um momento de confusão… í  frente não se via nada, nenhum sinal de uma saí­da. De repente a única coisa que vi foi que esta a ir de frente contra um separador. Um separador sem qualquer espécie de sinalização, nem um reflector, nem placas de indicação de direcção: NADA. Ou seja: ou subia o separador, ou me desviava. Desviei-me.

Para a esquerda.

Claro que, como já perceberam, o aeroporto era para a direita. Na bomba da Galp onde parámos um pouco mais í  frente para pedir ajuda, o homem com quem a Marta falou disse logo as direcções… imagino a quantidade de gatos pingados que lhe aparecem ali a dizer “olhe… deixei passar a saáda para o aeroporto, e agora?”.

Bom, ele lá explicou que subí­ssemos o viaduto em frente, que dava uma volta de 180 graus e nos poria na segunda circular, só que desta vez em sentido inverso e que, obviamente, a primeira í  direita era o aeroporto.

Assim fizémos…. problema: assim que descemos do viaduto, logo ali, havia uma primeira í  direita… não só isso como dizia “aeroporto”. Mas não era por ali, acreditem. Vimos a placa de “está a sair de Lisboa”, parámos, demos meia volta e acabámos por ir dar ao aeroporto. Toda a gente chegou bem do Cairo.

Um dia destes, alguém com os olhinhos muito abertos, devia ir dizer aos senhores deste paí­s, que é muito bonito darem 8 milhões de contos í  Guiné e gastarem um balúrdio a construir estádios para o Portugal 2004… mas podiam também dizer-lhes que NíƒO CUSTA NADA GASTAREM UNS TOSTí•ES NUMA MERDA DUMAS PLACAS E REFLECTORES NA PUTA DA SEGUNDA CIRCULAR QUE SE PERCEBAM!

Pronto. Voltei para casa e a Dee estava ainda a jogar Gruntz e ainda jogámos mais um bocado, depois fomos dormir.

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O meu site na Digito

12:49

Tempo curto… estive a recuperar a primeira tira dos especialistas que desenhei, há bem mais de um ano atrás… interessante como pintada e tal se integra perfeitamente, incluindo a história que bate certo com o que temos andado a fazer. Vejam-na em http://www.nitrodesign.com/especialistas/

Agora ainda tenho que ir ao banho e pirar-me para Lisboa. Duas reuniões: uma para trabalho em curso, outra de cliente novo (mais um!).

23:42

Acabei de acordar meio atravessado na porcaria da cama, com o pescoço todo torcido. Odeio deitar-me ao acaso…

Enfm, o dia foi longo, tive as tais duas reuniões, andei de táxi ouvi um fado da Amália que dizia “não deixarei de viver”. Mentira, morreu a semana passada.

Enfim, reuniões OK, longas mas OK… depois de dormir uma soneca vim ver o mail… o Chichorro ameaçava que o meu diário ia para a Digito… “bah!”

Mas depois fui ver e está lá mesmo! O filho da mãe! Uqero dizer… obrigado pela crí­tica favorável e tal…

http://www.digito.pt/web/index.html

Espetou lá a minha foto e tudo, mas, Pedro, se calhar não valia a pena falares assim da Ripley í  bruta :( Mas olha: um abraço. Adorei o pormenor da foto, vai concerteza toda a gente ficar apaixonada por mim :)

Entretanto estamos com um problema, um que me parece impossí­vel de resolver: a Scully insiste em virar o prato da água de pernas ao ar. Nada a fazer… enchemos aquilo de água e Zás: ela entorna… ainda não compreendemos, será preciso um psiquiatra de gatos?

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Now gimme money (that’s what I want)

14:48

Trabalho, trabalho, trabalho…!! Quando é que vem o DINHEIRO?

Está um dia lindo, chove a cântaros e o céru está completamente tapado… my kind of day. Ainda por cima estou a ouvir música psicadélica o que só ajuda…

Agora põe-se um problema: a chover desta maneira, como é que eu saio para ir pagar o IRS e depositar mais ums cheque de um cliente que chegou ontem?…

17:49

Estou finalmente a almoçar. Já enviei uma cabazada de imagens para o sapo, para aprovação, vamos ver o que eles dizem.

O que estou eu a almoçar? Bom, além de um pedaçõ de lasagna congelada Findus (sim, tive o cuidado de a descongelar.), estou a comer uma coisa que é óptima e que se faz assim:

Põe-se água a ferver com sal, quando estiver a ferver, zás, esparguete lá apra dentro. Enquanto o esparguete amolece (não mais de 5 minutos dentro de água!), frita-se em óleo de amendoim uns dentes de alho cortados aos bocados e mais umas coisas de que se goste. Eu hoje, por exemplo, usei pimento. Cebola é também uma boa ideia e por aàfora. Frita-se o alho e os vegetais escolhidos durante um minuto ou dois. Depois um pedaço de polpa de tomate lá para dentro (uma colher de sopa… duas? três?… eu simplesmente atiro um bocado). Pronto, mexe-se mistura-se, adiciona-se mais óleo se estiver a tentar pegar ao fundo.

Agora põe-se mais um bocadinho de sal e pimenta. Se puserem bastante pimenta fica ligeiramente picante, o que é ainda mais delicioso. Pronto, entretanto o esparguete ainda não coseu, mas já amoleceu (5 minutos…4…), escorre-se o dito e zás: para a frigideira com tudo o resto. Mexe-se bem para o esparguete ficar bem envolvido no molho de tomate.

Agora põe-se o lume em “baixinho”, tapa-se a frigideira e deixa-se ficar 5 minutos. Fica excelente. Depois é só comer (depois explico como se faz isso de comer). Atenção: se a vossa frigideira for uma porcaria vai tudo colar, por isso vão destapando de vez em quando e mexendo ou adicionando um pouco mais de óleo. Eu tenho sorte e tenho uma frigideira non-stick que é mesmo non-stick (raro, hem?) e portanto, posso tapar aquilo e deixar cozinhar os 5 minutos sem me preocupar.

Se acertaram bem então o esparguete deve estar meio mole, meio rijo, com partes estaladiças (as melhores) e no fim de comerem devem ter um ligeiro abor picante na boca (da pimenta). Beautiful.

Gotta work!

23:03

Aaha! O Benfica ganhou ao PAOK de Selenica 2-1, para a taça UEFA. Estiveram a ganhar 1-0, levaram um seco para o empate, mas depois o Ronaldo enfiou mais um para mostrar. E logo dois golos fora, que para quem não sabe, em caso dos Gregos virem cá ganhar por 1-0, não lhes serve de nada, porque em bora a soma dos dois resultados conte 2-2, os golos marcados fora valem mais para desempate.

Pronto, já larguei a minha cromice futebolística para chatear certos advogados presunçosos que pensam que eu sou insolente :)

O Telecine está a dar o Aliens, directors cut. Tem umas cenas que nunca chegaram a aparecer na versão final. Até agora não me parece mau. Já vi o Blade Runner, directors cut e estaav bom, nada de especialmente diferente, embora preferisse a versão original. Também já vi o The Abyss, directors cut e é uma merda, altera completamente a história, fala de paz mundial e cenas do género, a evitar, se possível.

Agora tenho que fazer uns bonecos que o Pato me pediu… e ainda os especialistas de amanhã… aaaaaargh!

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Yayitas (hechas con manzana)

8:40

A pé í s oito e meia! Yeay! Bem, não sei se me faz mal deitar-me tardí­ssimo e levantar-me cedo, andando a tomar o pacinone, hei-de perguntar ao meu pai.

A noite de ontem correu bestialmente bem, estamos os três a fazer um óptimo trabalho e até eu, que costumo ser um engonhas e levo horas para encontrar aquilo que quero, fiz em poucas horas uma série de imagens que nos estavam a faltar.

Estou aqui a estas horas porque tenho que fazer mais 6 milhões.

Tive um sonho horrivel em que clonavamos uma das nossas gatas que além de ficar magrí­ssima, ficava com aquela doença de pele que elas têm extremamente agravada. Sonho estúpido.

A aula de kung-fu de sábado continua a surtir todo o tipo de efeitos, hoje, passados 3 dias começaram a doer-me os antebraços… pena provavelmente não ter tempo nem energia para ir mesmo para lá.

Estou agora a beber o meu leite com café e açúcar caramelizado e a comer Yayitas (hechas con manzana) da Lu.

11:24

Pequeno choque com um cliente. Querem um trabalho feito que nós não temos tempo para fazer. Já expliquei que temos 12 trabalhos para fazer este mâs, mas nada os demove. Querem-nos! :)

Enfim, a situação há-de-se resolver. Entretanto chegou mais um pedido de orçamento…. uuufff….. :)

17:39

Os correios deviam ter limites de velocidade. Não máximos, mas mí­nimos… como nas autoestradas: na faixa da direita ten que andar pelo menos a 40 ou 50, na do meio 70 e na da esquerda 90.

Assim, punhamos todos os velhos que vão receber a pensão e ainda não aprenderam a fazer aquilo que fazem rotineiramente todos os meses na faixa lenta, depois na faixa média punhamos o pessoal que ainda não trás envelope ou quer preencher um registo e na faixa rápida: eu. Provavelmente só eu, porque devo ser a única pessoa que se lembra de por as coisas dentro de um envelope e escrever os devidos remetentes e remetendos no dito.

Acabei, portanto, e como já devem ter compreendido, de gastar uma boa fatia da minha tarde nos correios.

Os correios são uma selva e há duas espécies particularmente perigosas… ou melhor três, mas uma é predadora da outra.

Temos os enfiadores. Os enfiadores são aqueles que se enfiam nas filas. Metem-se despreocupadamente í  frente de outras pessoas como se o facto de toda a gente estar em linha atrás uns dos outros fosse um qualquer acto religioso que n�o compreendem.

Depois há os filadores. Estes é que são predadores dos anteriores. Enquanto a maioria dos clientes ignora os enfiadores com pequenos resmungos, os filadores filam-nos (daí­ o nome: filatoris filatorae – os filadores.) . Uma vez filados, gera-se “a discussão”. A discussão leva quase sempre ao mesmo, ou seja, a mais tempo perdido.

Os filadores são também perigosos porque se tomam por gestores de filas. Ou seja, decidem se h� fila �nica ou v�rias filas, uma para guichet. Podemos ver o filador nervoso, tentando decidir se muda para a fila do lado ou n�o… n�o v� estar essa a despachar-se mais depressa.

Por vezes, um filador est� numa fila com 5 pessoas e, de repente um cliente entra e, sorte desse novo cliente, abre um novo guichet. O cliente, satisfeito, dirige-se-lhe. CUIDADO!! O filador est� � coca e vai dizer que estava primeiro!

N�o interessa que estivesse noutra fila, j� com 5 pessoas… se houver uma fila com 3 pessoas e outra com 10, o filador est�, por default, em todas, dependendo de qual se despacha primeiro.

A terceira esp�cie s�o os despachadores.

Sabemos que estamos em apuros quando, numa fila, � nossa frente, est� um despachador. Porque o despachador n�o vem aos correios enviar uma carta, adquirir um selo ou comprar um cart�o de Natal da Unicef. N�o… o despachador vem enviar 150 envelopes, evm mandar 20 caixotes de amostras de shampoo, vem, enfim, despachar uma quantidade assustadora de material postal que vai levar horas a pesar, medir, etiquetar, catalogar e enviar.

Mas tudo podia ser f�cil, co esta informa��o, poder�amos evitar o perigo… mas n�o � poss�vel. E porqu�? Porque estas tr�s esp�cies existem NOUTROS LOCAIS P�BLICOS!!! Sim! Reparti��es, Bancos… sim, falo de not�rios e postos m�dicos… sim, at� mesmo… atrevo-me a dizer: super-mercados!!

Tamb�m sabemos que os portugueses s�o (ou foram) grandes estrategas. Mas o que eu gostava de saber � se em v�rios pa�ses da Europa (por exemplo), quando se gera uma fila, as pessoas colocam-se umas atr�s das outras, c�, na Lusit�nia, temos que formar em quadrado? Sim, j� notaram? Os portugueses formam sempre em quadrado quando h� filas de espera… queremos por-nos na fila, mas atr�s de quem nos pomos?

� dif�cil saber, porque est�o formados em quadrado… � tudo estrat�gia, meus amigos, tudo estrat�gia!!

22:39

Estive agora a ler os di�rios do pessoal. E tenho que concordar com o Paco: que excelente epis�dio dos X-Files ontem… a Scully… aaaaaaiaiaiaiaiaiaiaia…. enfim, a Gillian Anderson ia ser recusada para o papel porque n�o era “bonita” iam meter uma loura burra, tipo Pam Anderson, n�o sei se est�o a ver…

Felizmente o Chris Carter teve vis�o, ela � linda… ali�s, vejam uma foto. (sim, tenho uma colec��o).

Gillian Anderson

Fomos h� bocado com as gatas ao vet. Parece que est�o melhores, mas agora t�m pulgas. Decidimos de vez n�o lhes fazer o teste para saber se apanharam a doen�a da Ripley. N�o queremos saber. Quando tiverem que morrer, morrrem, a natureza � mesmo assim.

Entretanto larg�mos l� 14 mocas e fic�mos quase a zeros. Estamos lisos… tiv�mos que ir ao fundo de emerg�ncia buscar 200.

Hoje terminava o prazo para o meu segundo pagamento por conta de IRS… 25 contos, como se eu tivesse dinheiro para isso… anyway, paga-se no multibanco e depois de tntar 25 caixas n�o consegui pagar… amanh� devo levar multa.

Pagamentos por conta. 75 contos, tenho eu que pagar este ano… tenho l� dinheiro para isso… cabr�es.

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