Frase do dia:
“You can’t touch this!”
Porquê?
Porque me apetece.
Frase do dia:
Porquê?
Porque me apetece.
Hoje foi um dia bastante preenchido, sem dúvida.
Começou com uma reunião no Nitrorium com os Maquinistas, que lançou umas ideias bastante interessantes e deu na marcação de uma reunião com uma terceira empresa para discutir essas mesmas ideias.
Seguiu-se um almocinho no Traviatta e uma viagem para Lisboa sob o calor escaldante e com o ar condicionado do Merc a não funcionar. É mesmo típico… voltou a ficar calor e o ac do carro nem um fresquinho manda, antes pelo contrário, só ar quente.
A reunião em Lisboa correu muito bem, o que deu numa outra, mini, reunião nos office da Máquina para assentar ideias.
Parece-me possível que, finalmente, depois de 5 anos, as nossas duas empresas colaborem num projecto bastante interessante.
Seguiu-se viagem de retorno a Almada com mais calor e ainda sem ar condicionado.
Depois foi altura de prática de Gongfu, com preparação física dada pelo Joaquim “Sargento” Barros, que não tendo sido muito puxada, não foi também propriamente fácil, culminando com Panther’s Walk, quando já praticamente ninguém se aguentava nos braços :-)
Depois do treino encontrei o Cunhas a passear a Mukka e ainda estivemos para ali os dois a olhar boi-palaciamente para o motor do Merc, a tentar perceber o que é que a “bolha do ar condicionado” nos poderia indicar em relação ao estado de enchimento da coisa… mas não concluímos nada.
Conclusão: tenho que descobrir a oficina da Mercedes aqui da zona e levar lá o carro e, com o meu ar de ignorante, apontar para ele e dizer “ó senhor, isto deixou defazer frio!”
E depois o senhor arranja.
Mais uma vítima dos trinta anos. Hoje foi a Dee.
Eu gosto muito de mulheres trintonas, confesso e a minha mulher trintona é especialmente interessante… aguardo com entusiasmo o desenrolar da próxima década.
Houve troca de prendas, ou melhor dizendo, entrega de prendas. Uma almoço na Portugália, um filme giro (Piratas das Caraíbas – gosto de filmes de piratas, curiosamente, acho que a culpa é o Monkey Island), um jantar com a família no Chinês, bolo de chocolate e uma sessão nocturna a ver o “Signs” em DVD.
Foi um bom dia, coisa especialmente boa nesta ocasião, já que nos dias de aniversário da Dee costumam correr algumas coisas mal.
Setembro, é o mês nove.
Não é o mês sete, o que faria sentido.
Portanto em vez de Setembro devia chamar-se Novembro.
Porque é o mês nove.
Mas afinal Novembro é o mês onze!
Não temos nenhum Onzembro que tome o lugar de Novembro.
Para que Novembro possa tomar o lugar de Setembro.
E Setembro passasse para o sítio de Julho, onde pertence.
E Julho?
Julho poderia tomar o lugar de Dezembro.
Já que Dezembro devia ser o mês dez.
Já Outubro, passaria a ser o mês oito, obviamente.
E assim Agosto passava para Novembro, que teria passado para Setembro.
E a lógica encaixava finalmente!
Janeiro, Fevereiro, Março,
Abril, Maio, Junho,
Setembro, Outubro, Novembro
Dezembro, Agosto, Julho.
Custa-me a acreditar que o meu corpo me esteja a fazer isto…
Na noite de terça para quarta feira não dormi. Nem uma hora, nem dez minutos, nada. Passei a noite na cama a tentar desesperadamente adormecer, actividade profundamente contraditória, mas inevitavel quando se começa a ver as horas passar e o sono a teimar em não vir.
Ou por outra, sono eu tinha e o foi o que me fez ficar na cama, mas dormir é que não parecia ser a solução para tanto sono. Ainda por cima, terça-feira começou nova época de treinos na YMAA e embora a primeira sessão não tenha sido de todo puxada, estava bastante cansado.
Passei o dia inteiro de quarta-feira meio abananado, com tonturas, ardor nos olhos e um sono indescritível. Não tinha dúvidas que esta noite ia vingar-me.
Mas são vinte para as duas da manhã, estou deitado há mais de duas horas e nada de adormecer. Por volta da uma tomei um Pazolam, para evitar começar a ficar impaciente. O Pazolam não me costuma fazer dormir se eu estiver activo, mas se me encostar, normalmente adormeço. Mas hoje, nem isso.
Estou acordado há mais de 38 horas e sinceramente já não estou a achar piada nenhuma a isto. É a coisa mais básica de ser humano. Os nossos antepassados primatas faziam-no, era das coisas que faziam que ainda hoje fazemos: arranjavam um canto, encostavam-se e dormiam umas horas.
Porque raio não durmo eu?