Porque é que só o Benfica pode salvar Portugal

Há por aí­ muitos portugueses enganados. Há muita gente que acha que o nosso paí­s anda mal porque a economia isto e as finanças aquilo. Há uma quantidade razoável de nacionais que estão convencidos que Portugal não está bem porque se ganha pouco ou porque os preços sobem.

Nada disto.

O nosso paí­s está em crise porque o Benfica não é campeão. É tão simples e tão claro como isso. Sempre que explico isto a não-benfiquistas começa logo o esbracejamento e os risos sarcásticos. Estas pessoas não compreendem.

Os adeptos de outros clubes de futebol não entendem a quantidade de benfiquistas que compõem a nossa população e teimam em não querer ver a verdade.

O povo anda triste? Não… os benfiquistas andam tristes! Só que são tantos que se confundem com a população do paí­s.

Quando o Porto é campeão o paí­s não melhora; quando o Sporting ganha, o optimismo português não aumenta. Não.

Mas se o Benfica for campeão nacional, marquem bem as minhas palavras: o nosso paí­s disparará. A produtividade aumentará, a economia recuperará, o rendimento escolar será melhor, as pessoas andarão mais felizes e “optimismo” será a palavra de ordem. Isto não é uma teoria… é a mais pura das verdades. É um axioma.

Portugal é Benfiquista. O grande problema é que a maioria dos actuais jogadores do Benfica não…

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Application interface design

Desde Setembro do ano passado que sou o designer encarregue do que o produto gosta de chamar “look and feel” do M3, code name do SAPO Messenger.

Quando entrei para o projecto, a ideia era fazer dois ou três icons para status e para uma ou duas funcionalidades. Nada que consumisse demasiado tempo.

No entanto, o projecto pareceu-me tão interessante que resolvi em vez disso apresentar maquetes para toda a janela de login da aplicação. Como a proposta agradou ao programador e naquela altura entrou também um gestor de projecto com uma mente um pouco mais aberta do que é habitual, a coisa avançou.

Este acabou por se tornar o projecto mais interessante em que participei até hoje e já leva, além de milhares de linhas de código e dezenas de funcionalidades, montes e montes de ilustrações, layouts e ideias minhas. O que me deixa muito satisfeito, confesso.

Gosto de me sentar com os programadores para resolver problemas de usabilidade, ou simplesmente de passar horas a desenhar mais um icon no Freehand. E no fim, a sensação de que aquela aplicação comunica com as pessoas através do meu grafismo é muito recompensador.

Gostava de escrever muito mais sobre este assunto, mas terá que ficar para uma altura em que tenha mais tempo e menos sono :)

Resta concluí­r que, apesar de trabalhar ser uma chatice… tem lados positivos que não se reduzem ao salário no fim do mês.

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Mudança

O Macacos Sem Galho mudou-se definitivamente para o WordPress.

Quem por acaso ainda tenha bookmark para www.macacos.com/blog pode mudar para www.macacos.com, embora o anterior faça redirect para o novo, sempre se poupa meio segundo linkando directamente para a root do domí­nio.

Para ver posts antigos, basta ir ao grid.

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Respirar fundo…

…e preparar para o mergulho.

Mergulho de volta ao trabalho e aos dias de 14 horas e de nádegas dormentes.

Viva as nádegas dormentes!

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This is the end, beautiful friend

Não há nada tão triste como o fim de umas férias.

Bom, haverá coisas mais tristes, mas neste momento o que me interessa são as minhas férias.

Curtas, mas produtivas, é como lhes poderia chamar. Senão vejamos: Comprámos e montámos várias partes do quarto do bebé, como a cómoda, o troca-fraldas e o carrinho/cadeirinha/alcofa/central nuclear; Mudámos os móveis para livrar o segundo quarto, montámos um novo escritório para os dois e pintámos paredes de duas divisões; troquei finalmente de óculos e cortei o cabelo; e ainda fomos hoje comprar mais coisas como brinquedos, lençóis e os famosos rádio-monitores.

Hoje resolvi pegar nas faixas instrumentais do Finally e começar a fazer umas remisturas preliminares das músicas… e é por isso que já são quatro da manhã. Vai-me custar voltar ao trabalho… esta é de graça.

Para terminar, resta dizer que foi também durante estas férias que soubemos que não conseguimos ficar com a casa do lado, mas por outro lado ficámos a saber que vamos ter um rapaz… e o nome está praticamente escolhido e vai muito provavelmente ser Alexandre.

Alexandre já estava no topo da nossa lista para nomes de rapaz e parece-me que ganhou definitivamente ao David, ao Miguel e ao Tiago, por razões que não vou agora discutir.

Posso é explicar porque é que escolhemos Alexandre (sujeito a mudança imprevista lá para Setembro).

Sempre gostei do meu nome, chamo-me Pedro, portanto não é de espantar. Mas quando era miúdo uma das minhas fantasias era chamar-me Alexandre, porque achava que não devia haver nada mais cool do que ser o Alex da escola.

E se formos ver, é verdade. Há poucos Alexandres… se pensar bem, se me concentrar, não me lembro de um único Alexandre em nenhuma escola em que andei (e andei em bastantes). E Pedros, Miguéis ou Tiagos, lembro-me já de 5.

Depois Alexandre não é nome de Santo Popular nem de apóstolo de Cristo e vem do Grego, significando “Protector dos Homens”, o que não quer dizer nada, mas é bonito e faz chorar. E depois, claro… Alex é um diminutivo realmente cool. Funciona em todas as lí­nguas, é óptimo para um endereço de mail e tem um X, que é a letra mais importante do alfabeto Marvel, como toda a gente sabe.

E mais… uma criança ou um adolescente chamado Alex, pode perfeitamente transformar-se numa rock star chamada Alex ou num respeitavel senhor chamado Dr. Alexandre. Portanto é um nome que funciona bem em todas as idades e/ou profissões, o que também me parece importante.

Nomes como Carolina ou Afonso, parecem-me nomes de adulto, que ficam mal a crianças, enquanto Tiago, por exemplo, me parece um bom nome para um miúdo, mas menos bom para um adulto.

Mas estas coisas são mesmo assim: complicadas.

Eu demorei muito tempo a decidir-me e mesmo agora ainda coloco as minhas reservas sobre a possibilidade de me dar um vaipe e querer escolher outro nome. Trata-se de dar um nome a uma pessoa… e não a um animal de estimação. O meu gato está-se bem nas tintas para se se chama Jones ou Jardimzoológico, ele quer é sol e comida.

Mas com uma pessoa é diferente… eu gosto de me chamar Pedro, mas detestaria chamar-me Eustáquio; por outro lado, não me importaria nada de me chamar Alexandre.

É tramado.

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