A espumar da boca

Um dia, quando era pré-adolescente, descobri um velho livro Marvel, já sem capa, que contava a história de um grupo de mutantes que lutava contra o preconceito enquanto rechaçava super-mauzões. Eram os X-Men.

Muitos anos depois, os meus (e de muita gente…) , super-heróis preferidos passaram ao cinema naquele que é, na minha opinião (e na de muita gente…), o melhor filme de super-heróis de sempre. Seguiu-se um segundo filme, igualmente brilhante, terminando com a morte de Jean Grey e uma piscadela de olhos final ao nascimento da Phoenix.

Este ano, surge o terceiro filme. O primeiro trailer promete muito.

Agora, resta-me passar quatro meses a limpar a baba.

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Exaustão

Estou exausto.

Parece-me quase inaceitável dizer que preciso de férias, quando voltei há pouco tempo de Florença, mas a verdade é que estou cansado.

Hoje tive que combinar ter algum do meu trabalho distribuido por outros colegas, porque não estou a conseguir fazer tudo o que tenho para fazer. E o problema pior é que não consigo ter tempo de concentração suficiente para resolver as coisas mais complicadas. Tenho um nó num action script que ainda não consegui desactar pelo simples facto de que não consigo concentrar-me naquilo tempo suficiente e acabo por desistir e ir fazer outra qualquer pequena tarefa.

Quando cheguei ao barco hoje, adormeci enquanto não partia e tive a sensação de ter dormido várias horas. Acordei desorientadí­ssimo e afinal tinham passado quatro ou cinco minutos nos quais o barco ainda nem sequer tinha largado.

Claro que o treino de preparação fí­sica na terça-feira também contribui com cansaço fí­sico, mas acho que é mesmo o da cabecinha que me custa mais aturar.

Anseio pelo fim de semana, para poder dormir. Este próximo fim de semana tem ainda o bónus de ter combinado ir ver um Smart em segunda mão que, se estiver em bom estado, pretendo comprar.

Falta ainda um obstáculo: mais um dia.

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Esclarecimento

Algo não passou no meu post sobre a calçada, para os defensores da dita. Eu não acho que se deva destruir ou aniquilar a calçada portuguesa, mas sinceramente não a acho nada adequada a TODOS os passeios de todas as cidades.

E, sinceramente, olhem bem para um passeio no Cacém: será que aquilo é mesmo “lindí­ssimo”?

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Esta calçada vai-me matar

O nosso paí­s tem muitas coisas boas. Por exemplo, a farinheira ou o chouriço alentejano. Os doces conventuais ou uma coisa tão simples como o pastel de Belém ou a bica. Temos vilas antigas, centenas de anos de História que inclui feitos navais excepcionais que ajudaram a fazer do Mundo o que ele é hoje.

Mas porque porra é que também havemos de ter a maldita calçada í  portuguesa!?

Odeio esta maldição nacional! Torta, com propensão para ter buracos, fácil de agarrar sujidade entre os espaços das pedras, difí­cil de fazer, carí­ssima (só a mão de obra especializada…), mas omnipresente!

Sejamos claros: os passeios decorados da baixa lisboeta são muito bonitos, ou… pronto, são bonitos, não exageremos no “muito”. Mas podí­amos perfeitamente ficar-nos por aí­.

Esta terrí­vel invenção (não muito antiga), não só não serve nenhum propósito especialmente prático nas nossas cidades como é um perigo para a saúde pública. Basta chuviscar um bocadinho para que os passeios portugueses se tornem armadilhas mortais.

Feita completamente em calcário liso – e cada vez mais liso com o uso – a calçada torna-se escorregadia e não é mesmo nada incomum acontecerem acidentes. Eu tenho dificuldade em não escorregar quando a calçada está molhada e a minha sogra partiu um braço, depois de escorregar na magní­fica calçada depois de um chuvisco de Verão.

Acho bem que se proteja a calçada í  portuguesa “a sério”, isto é, os passeios decorados, que não só são bonitos, como são sempre mais bem feitos do que os passeios í s três pancadas das cidades um pouco por todo o paí­s.

Agora, no resto dos casos acho que é preciso deixar de viver com a cabeça enfiada no cú e começar a pensar no conforto e mesmo segurança das pessoas e fazer passeios a direito, sem buracos e de preferência rugosos para que não sejam escorregadios.

E é assim que lanço o Movimento para a Eliminação da Calçada í  Portuguesa: MECaP!

Quem concorda levante o braço, quem discorda, vá para a rua correr num dia de chuva e volte quando tiver tirado o gesso das pernas.

[tags]calçada,portuguesa,ódio[/tags]

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Quattro

A Lí­gia, além de me ter mandado deliciosas fotos do seu primeiro pão, mandou-me um desafio daqueles tipo chain-blogging thingie. E eu, tipo… ok, vou responder. Hey, it beats working.

Quatro empregos que tive na vida:
– Professor de informática aplicada ao design
– Designer
– Desempregado
– Hitman

Quatro filmes que consigo ver vezes sem conta
– Peter North’s North Pole (qualquer um da série, mas especialmente o 47)
– Traci, I love you
– Luscious strap-on lesbian teens 12
– Jesus de Nazaré

Quatro sí­tios onde vivi
– Ní­vel 126 da cidade poço, sob o jugo opressivo do Tecnopapa e do seu acólito, o Prez
– Prisão de Sagmalcilar, em Istanbul
– Plutão
– Moimenta da Beira, Mangualde

Quatro programas de TV que adoro ver
– General Hospital
– Eastenders
– Match of the day with Gary Lineker
– Noddy

Quatro sí­tios onde passei férias
– Cacilhas
– Queluz
– Mem-martins
– Bora-bora

Quatro dos meus pratos favoritos
– Gnathostomulides fritos em azeite
– Tremoços
– Polipropileno de vinyl
– Carne humana

Quatro sites que visito diariamente

Wifeys world peepshow
The Hun’s porn yellowpages
Modern firearms and ammunition
Barbie.com
Quatro sí­tios onde gostaria de estar agora mesmo
– No sofá, em casa
– Na cama, em casa
– Na banheira, em casa
– Na despensa, em casa

Quatro bloggers que eu vou chatear com isto
– Deus Nosso Senhor
– O presidente da Turquia
– L. Ron Hubbard (onde quer que ele esteja)
– E… o Gnü

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