Encomendei hoje um Rel Quake. Preto. Chega amanhã.
Quake on the way
Encomendei hoje um Rel Quake. Preto. Chega amanhã.
Encomendei hoje um Rel Quake. Preto. Chega amanhã.
Acabou há poucos minutos o Portugal vs. Holanda. Mais de uma hora e meia de futebol, alguma porrada e quatro expulsões – uma para cada equipa.
E Portugal ganhou por 1-0, terminou o jogo í rasca e o Artur dizia: é a História deste país: í rasca, sempre í rasca!
Mas a Holanda não é nada de especial e acho que não fosse o idiota do Costinha (odeio-o!), a iniciar a longa lista de expulsões, talvez a coisa tivesse sido mais calma. Mas… é o destino! É sempre a sofrer.
Agora vêm os quartos de final, contra os bifes. É já no sábado.
Já decidi mais ou menos duas compras importantes que quero fazer, com a ajuda de algumas prendas de anos monetárias, mas as coisas não estão a correr pelo melhor.
Há mais de uma semana que ando atrás duns Fostex PM0.4, mas a loja online de onde as quero comprar “recusa-se” a responder ao meu mail. Tenho algumas dúvidas que preciso de esclarecer antes de fazer a encomenda e até agora, nenhuma resposta.
Hoje decidi que a segunda compra seria um Rel Quake e que o levaria para casa no próprio dia. Claro que não consegui.
Sabia que havia um em exposição na Fnac de Almada, mas depois do plasma do meu pai vir sem colunas e ter que ser trocado, de dois telefones sem fios que comprámos lá, terem pifado (um nunca chegou a funcionar e teve que ser trocado), da máquina digital Olympus do meu pai ter avariado e ter que ir para reparar na garantia, do meu amplificador Denon ter explodido e ter que ser trocado, do nosso plasma Pioneer ter sido entregue sem sintonizador que eu tive que ir buscar í loja, da máquina fotográfica digital e o iPod do Flip terem avariado pouco tempo depois de comprados – tudo isto na Fnac de Almada, decidi que esta não seria a minha melhor escolha.
Dirigi-me í (aparentemente excelente), loja de HiFi do Saldanha Résidence e estava um Quake com acabamento em cerejeira, na montra. Eu quero um preto, não me parece que valha a pena pagar extra para ter um cubo de madeira em vez de um cubo preto e o preto é mais discreto. Não havia preto, claro. Seria preciso encomendar.
Não encomendei, porque o que eu queria era levar o Quake para casa no fim de semana. Fui í Fnac do Chiado (confiante que o problema é com a de Almada e não com a Fnac ser uma aldrabice), mas nem ver Quakes. Aliás, a selecção de HiFi e home cinema da Fnac do Chiado é patética. O que é pena, porque a Fnac chega, acaba com todas as lojas num raio de 300 mil kilómetros e depois não oferece nem metade da variedade e qualidade de serviço das lojas que existiam antes.
Veja-se o caso da Valentim de Carvalho que tinha uma secção de instrumentos musicais e outra de música electrónica que eu visitava com regularidade e que desapareceu. Claro que a Fnac não vende instrumentos musicais e a selecção de música electrónica é básica. O mesmo se pode dizer da Virgin Megastore, que tinha uma secção de dança/trip-hop/electrónica/funk/etc, verdadeiramente fantástica (comprei lá muitos CDs depois de tardes passadas a ouvir música) e agora… kaput.
Lá está a Fnac, a liderar o seu império e a oferecer um serviço medíocre.
O rapaz da Fnac do Chiado disse-me que haviam dois Quakes noutras lojas. Onde? No Norte Shopping e… claro, em Almada.
Mesmo sabendo que não devia e lutando contra todos os meus instintos, decidi ir ao Almada Forum, quem sabe, desta vez não teria sorte? Decidi exigir que pusessem o Quake a tocar para me certificar que estava em condições e examiná-lo com cuidado para me certificar que estava tudo bem.
Cedo se desfizeram as minhas ilusões: o Quake continuava em exposição e tinha tantas pancadas e lascas arrancadas da sua magnífica forma cúbica que mais parecia saído de um combate medieval.
Resolvi, já sem grande esperança, perguntar se tinham outro. Não.
Claro que não.
E insisti: “Mas já viu como isto está? Está todo estragado.”
Reacção do empregado da Fnac: molhou a unha do polegar em saliva e toca de raspar aquilo que eram, obviamente, lascas, mossas e não sujidade.
Wanker.
“Posso-lhe fazer 10% de desconto”. Certo. Dez porcento num item de 655 euros. E eu levo para casa um aparelho de alta precisão (os circuitos do Rel são de especificação militar, os gajos levam-se a sério), cheio de mossas e… sabe-se lá mais o quê, por 589 euros e meio. What a bargain!
“Não obrigado”.
A tática da Fnac é portanto: “há-de aparecer um tanso”. Um dia, talvez, alguém pague 589, (ou mesmo 655, porque ele só me ofereceu o desconto quando eu reclamei do estado do pobre animal), por um artigo que se quer de alta qualidade… defeituoso. Obviamente que não é o empregado que tem culpa. E eu cada vez gosto menos da Fnac.
Para a semana vou í loja do Résidence encomendar o meu Quake. É que afinal, numa loja especializada, com sala de audição e empregados que percebem tanto de HiFi que chegam a ser aborrecidos e equipamentos de luxo em demonstração… o Rel custa apenas mais dois euros que na fnac.
OK, Prima, então aqui vai.
Esta é a Buffy:

E esta é a Nikita:

Há duas semanas, a Dee encontrou três gatas numa gaiola numa loja de sementes e plantas cá do sítio. É costume a dona da loja por os gatos de ninhadas da gata dela, para dar.
Foi de lá que veio a Amarela que esteve connosco mais de quinze anos e foi de lá que vieram a Buffy e a Nikita, as duas novas adições felinas í família. A terceira gata já estava prometida, senão…
