Nova passagem pela casa hoje com direito a subida ao sótão, por escadote, de lanterna em punho porque já é de noite e lá em cima não há luz.
A obra já está a avançar, com grande parte dos pilares de madeira substituídos por pilares de tijolo de 8. De um dos lados, já há vigas de madeira no chão para sustentar o futuro chão de tábua corrida e há vestígios de novo material isolante colocado na parte de fora, onde as telhas encontram estruturas que saem do telhado, como a casa do elevador e as chaminés.
Hoje a Dee falou com empresas de mudanças, uma que visitou a casa para fazer uma estimativa de preço/hora, cheia de detalhes técnicos, ruas fechadas, plataformas elevatórias e etc. Outra, mais simples, com o preço de €30/hora que nos foi dado pelo telefone.
Uma terceira empresa faltou í marcação para vir ver a casa, pelo que provavelmente estão fora da jogo.
A Dee tem sido incansável durante o dia a encaixotar a casa e já começa a notar-se que muitas das nossas coisas estão numa das 20 caixas que já andam por aí empilhadas; no entanto ela acha – e eu acredito – que serão provavelmente precisas mais umas 40 caixas para guardar tudo.
O meu plano neste momento é: ou nos mudamos no próximo fim de semana, idealmente, segunda-feira, para termos Sábado e Domingo para acabar de arrumar tudo; ou usamos o fim de semana da República para empacotar e depois marcamos a mudança para o fim de semana seguinte.
Amanhã chegam as quatro janelas Velux que comprámos para o sótão e a Galp vai lá ligar o gás e fazer a respectiva inspecção.
Claro que também depende de ficarmos, efectivamente, com gás ligado, a nossa decisão final de mudar.
O stress e as preocupações são muitas, ainda por cima com duas crianças, uma delas, bebé de 2 meses, mas hoje, ao descer do sótão, fui até í casa de banho pequena lavar as mãos, olhei para o corredor, impecável, com os focos embutidos no tecto rebaixado e não pude deixar de esboçar um sorriso.