Tenho cá para mim que isto de ter gás em casa é uma coisa sem futuro. Na casa nova, o único aparelho a gás é o esquentador, já por causa das tosses. Ainda pensei em caldeira, mas continua a faltar o dono de caldeira que me convença de que aquilo vale a pena.
Hoje estava marcada a instalação do gás. A Dee esteve lá em casa, aproveitou para receber as 4 janelas de sótão que também tinham entrega marcada para hoje; recebeu os tipos da Galp, mas a coisa parou logo ali: faltava um redutor.
Ao que parece, é uma peça em cobre, que vale algum dinheiro, pelo que é frequentemente roubada.
Ao que parece, a Galp fornece a dita peça, mas apenas na primeira instalação de um contador novo.
Estamos agora com esperança de ter a peça ainda amanhã, para chamarmos novamente a Galp na sexta.
Mas, claro, já não nos mudamos, porque precisávamos de marcar com a transportadora com antecedência e sem termos a certeza absoluta que teremos gás, não vale a pena.
Passámos então ao plano B: fim de semana prolongado para encaixotar tudinho direitinho e depois mudança para dia 9. Entretanto, a empresa de mudanças não atende, mas há esperança que atendam amanhã.
É curioso. O mercado está mau. Vender casas é difícil. Os bancos negam créditos. Mas empresas de mudanças há 20 milhões no mercado, cada uma mais competitiva do que a outra, estão todas ocupadas e para que atendam o telefone é preciso 36 tentativas. Por hora.
