Provavelmente um dos licks de bateria que mais gosto. A intro e verso do “50 ways to leave your lover”, do Paul Simon, tocada pelo Steve Gadd, aqui, em jeito de demonstração, mais devagarinho:
Agora não consigo parar
Aqui vai outra. O refrão dessa obra de arte, do “nosso” grande Armando Gama, “Linda, linda, esta balada que te dou” é igualzinho ao clássico de Paul Simon “Still crazy, after all these years“.
Serviço público
Só para quem possa nunca ter reparado: a progressão do “Latin’América“, dos Jáfumega, é roubadinha do “Message in a bottle“, dos Police.
É uma daquelas coisas que me persegue há 20 anos. Gosto de ambas as músicas, mas não deixa de me amofinar esta coisa de música roubada.
Pwned!
Lamento por quem ficou sem o seu pão de leite misto com sabor a fundo de balde, mas não resisti…

“-mos” NíƒO EXISTE!
Disclaimer: este post é um exagero derivado aos nervos. “-mos”, existe, de facto, mas é raro, a menos que se tenha uma obsessão com sexo oral. Para mais informação, clicar aqui.
Porra, há coisas que são complicadas, mas há outras muito simples. Esta é uma das últimas: “-mos”, não existe! Não, não existe, não significa nada, não faz parte da nossa língua.
É levarmos, não é levar-mos;
É jogássemos, não é jogásse-mos;
É tratarmos, não é tratar-mos!
É assim tão difícil de lembrar? Eu ainda compreendo (pouco, mas compreendo), as pessoas que confundem o “sse” com o “-se”, porque ambas as formas existem na nossa língua e soam iguais, mas “-mos” não existe, portanto nem faz qualquer sentido que se use.
Aliás, ao fim destes anos todos, nem sei se esta é a primeira vez que escrevo sobre o assunto, de tal forma me irrita. Hoje em dia, com a proliferação dos blogs e respectivos comentários, a coisa só piora; ao ler um post sobre o jogo do Benfica com os alemães deparei com este comentário: “se jogar-mos tao bem como com a naval.talves leve-mos 4.”
Claro que falta um til em “tão” e talvez seja com “z”, mas… “jogar-mos?! “leve-mos”?!
*suspiro*
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