Nunca mais disse nada sobre a acupunctura, mas já lá vão umas duas semanas que desisti. Não desisti sem mais nem menos: fui paciente e esperei dez sessões.
Foi um investimento de 360 euros, 300 em sessões e mais 60 na primeira consulta. Sem falar nas cápsulas de fitoterapia e nas agulhas que, no conjunto, me devem ter custado mais uns 120 euros.
Foram, na prática quase 500 euros em acupunctura. E para quê?
Para nada.
A acupunctura não me ofereceu qualquer resultado: nenhuma melhora efectiva ou sequer aparente. Nenhum alívio permanente ou tão pouco temporário.
No entanto, no decorrer do tratamento, comecei a ter crises de asma diárias e de rinite frequentes, coisa que associei ao início da Primavera. Andava a anti-histamínico diário.
Curiosamente, com o fim da acupunctura, nunca mais tive falta de ar, nem grandes crises de espirros.
Neste momento, estou quase completamente convencido que o meu pescoço nunca vai melhorar significativamente. Porém, estou quase certo que as minhas dores estão directamente relacionadas com o meu colchão, pelo que a minha próxima tentativa de melhorar o meu sofrimento constante terá necessariamente que passar pela aquisição de um novo colchão, tarefa que não me parece simples, uma vez que é um grande investimento e que preferia não errar na escolha.
Em conclusão: não aconselho acupunctura a ninguém. Não passa de uma perda de tempo e gasto de dinheiro. Talvez na China a história seja diferente, não sei… mas dez sessões sem qualquer melhoria? Prefiro tomar comprimidos.
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