Mo’ toys

Já vêm a caminho, pela mãos dos simpáticos moços da UPS, três novos brinquedos para a transformação do Pong, computador da sala, naquilo que ele é suposto ser: um media center e gaming machine para apreciar nas 43 polegadas do Pioneer.

Como a velhinha geForce 2 GTS já não dá para jogar jogos mais recentes, vem uma geForce 6600: boa performance, bom preço e com saí­da RGB, DVI e S-Video. Vem também um fantástico disco externo Maxtor de 500 GB para a filmalhada e um cabo DVI -> HDMI, para ligar a 6600 ao plasma, digitalmente.

Como é possí­vel não gostar de brinquedos?

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Para não dizerem que é implicação…

Hoje cheguei í  estação de metro do Cais do Sodré e deparei com mais uma interrupção da exploração da linha verde, por tempo indeterminado.

Centenas de pessoas com cara de raiva saindo da estação em direcção a filas ridí­culas para autocarros e táxis.

Eu fui a pé até í  Baixa, apanhar a linha azul.

Foi a terceira vez esta semana que não consegui viajar de metro… bem feitas as contas, começa a deixar de valer a pena comprar o passe.

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I’d gladly bang…

O Gnü já tinha esta ideia há algum tempo e, na sexta-feira passada, num ataque agudo de terminal boredom, resolvemos transformá-la num jogo.

É fácil… eu jogo uma mulher e depois, procurando uma qualquer associação mais ou menos lógica, ele joga outra.

Extremamente superficial e machista, o que só torna a coisa ainda mais divertida. Numa semana recolhemos fotos fixes de 53 belas moças. Da Darryl Hannah í  Asia Carrera, da Heather Graham í  Elle McPherson, enfim… uma panóplia, como diria Gabriel Alves.

Tentámos manter um certo ní­vel de bom gosto, mas, ainda assim, contém alguma nudez.

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Registe-se.

Só para ficar registado: hoje de manhã foi a linha amarela que esteve interrompida. Primeiro era por “razões alheias ao metro, encontra-se com perturbações”, que é uma desculpa estranha, tendo em conta que, em princí­pio, nada do que se passa nos túneis do metro é alheio ao dito…

Depois as perturbações passaram a interrupção…

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Le metro, encore le metro

As falhas de serviço do metro de Lisboa são sistemáticas. Todas as semanas, sem excepção, apanho pelo menos uma interrupção de linha. Às vezes duas. E eu só ando de metro entre as 9 e as 10 da manhã e entre as 19 e as 22 da noite. Suponho que, durante o resto do dia, aconteçam outras falhas “de ordem técnica” que impeçam o correcto funcionamento da coisa.

Farto de me chatear com o assunto, resolvi mandar uma sugestão í s RP do Metropolitano de Lisboa, não vai servir para mais nada que não divertir-me, mas só isso, já chega.

Aqui fica:

“Exmos Srs.

Gostaria de sugerir que aprendessem como funcinonam os vossos equipamentos, uma vez que todas as semanas, pelo menos uma ou duas vezes, deparo-me com uma interrupção de serviço do Metro.

Suponho pois, que existam da parte de V. Exas algumas dúvidas sobre como operar os combóios, linhas e equipamentos acessórios, o que leva aos problemas constantes acima referidos. Sugiro-vos pois que consultem livros sobre o assunto, que pesquisem na net ou mesmo que vão í  Bélgica, tirar um curso. Como já dizia um amigo meu: não há nada que não se aprenda na Bélgica.

Gostaria imenso de ajudar, mas infelizmente não percebo nada de combóios. A única coisa que sei é que é suposto levarem-me de A a B rápida e confortavelmente e não deixarem-me apeado e obrigarem-me a gastar dinheiro em transportes alternativos como acontece, por sistema, com o serviço de V. Exas.

Não posso terminar sem deixar uma palavra de apreço: gosto muito das vossas estações.

Obrigado pela atenção,
Este vosso, cada vez menos, fiel utente,
Pedro C.S.”

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