Era uma vez um homem, que vivia numa cabana no meio do mato e comia cogumelos e pinhões que apanhava de manhã, todos os dias, mesmo ao nascer do Sol.
Um dia, bateu-lhe í porta um Macaco com um alicate, que se ofereceu para lhe arranjar o esquentador. Mas por ironia do destino, ou talvez por não ter gás nem tão pouco água corrente, o homem, não tinha esquentador.
Então o homem e o macaco sentaram-se í mesa a comer cogumelos com pinhões e a pensar que uso podiam dar ao alicate. Foi então que decidiram torturar o Zebecas da Ponte. Nada como um alicate para uma boa sessão de tortura! E lá partiram os dois em direcção í Ponte, para enontrar o Zebecas.
Pelo caminho deram com o Yuri, o porco-espinho mecânico de automóveis, que se ofereceu para se sentar em cima do Zebecas, oferecendo mais variedade í tortura. E foi assim que os três amigos acabaram por chegar í ponte.
Lá, o Zebecas, dormia descansadamente, na sua guarita, com a espingarda com que guardava a ponte, pendurada num cabide. O homem, o macaco e Yuri, o porco-espinho, acharam aquela situação um pouco espinhosa… pois se o Zebecas tinha uma espingarda, a coisa podia tornar-se algo chumbosa.
E foi enquanto pensavam no que fazer que o macaco deixou cair o alicate e acordou o Zebecas, que imediatamente alforreou o castanho! Os três amigos alimbaram a carranca e atrufilaram pelo campestre adentro. Mas o Zebecas estava alarmado! E com armandidade, sacou da espingarda e acortizou alambiantemente atrás dos outros três.
O homem acortizava em lambistas acerdas e atrás dele o macaco e o Yuri, algo esfuranciados, tentavam não se perder. Subitamente, viram-se perante um precipício enorme! Estavam ombuciados!
O Zebecas aproximava-se a passos largos e já aculcanhava a espingarda com fúria e otrindade! Em breve estavam frente a frente!
“Por Gorinder, o Deus do Caril, o que raio fazem vocês aqui?”, gritou o Zebecas, armilhajando a espingarda ameaçadoramente. “Vinhamos… vinhamos…”, hesitou o macaco.
“Vinhamos pedir-te arroz emprestado”, atirou o homem, deixando o Zebecas ardafulhado.
“Arroz?”, perguntou o Zebecas.
“Arroz”, afirmou o Homem, desta vez mais ranancioso.
Então o Zebecas levou os três, í frente da espingarda, de volta até í ponte, deu-lhes uma chávena de arroz e mandou-os embora.
O homem, o macaco e Yuri, o porco-espinho, regressaram a casa do homem, cozinharam um excelente arroz de cogumelos e comeram pinhões í sobremesa.
E assim todos aprenderam uma lição! Nunca se deve alforrear um guarda de uma ponte, porque ele pode garafinhar-se e depois é uma garamunda!
Mais uma marca na coronha
Três e um quarto da manhã e eu acordado.
O meu MD Sony está desligado há meses e hoje resolvi liga-lo, mas a bateria recusa-se a carregar. A única coisa que encontrei na internet sobre o assunto foi o manual, que avisa especificamente para não deixar a bateria dentro do MD se não se for usar durante muito tempo.
Tenho a impressão que a bateria está boa para ir para o lixo, tenho que ver se compro uma nova. Ou isso ou um iPod… :-)
E agora? Ontem passei grande parte da noite a jogar Tropico 2, mas perdi a campanha e fiquei frustrado com o jogo… sobretudo porque depois de tantos anos de jogos daquele género, parece que os problemas continuam a ser os mesmos desde o mais básico Simcity, passando pelo Settlers e outros, uns mais outros menos complicados: rapidamente passamos de um sucesso absoluto para um governante odiado, os habitantes do nosso mundo começam a exigir mais bares/zonas residênciais/inserir objecto específico a qualquer jogo aqui, mas também mais estradas e mais isto e aquilo e em cinco ou dez minutos de jogo, uma cidade/ilha/região bem organizada e funcional transforma-se num caos de descontentamento de populações, falta de madeira, minérios e, claro, dinheiro.
De todos estes jogos acho que ainda guardo melhores recordações do Settlers II, no qual podiamos jogar horas a fio, lentamente expandindo o nosso território, explorando os recursos e finalmente invadindo o inimigo para conquistar novas zonas e adquirir novos edifícios.
Mas estes jogos têm outras características: são viciantes. É que agora, vou ter que voltar ao Tropico 2, porque já estou a achar que não dividi a minha ilha entre piratas e prisioneiros suficientemente bem e que ainda posso experimentar outra organização e talvez uma estratégia diferente para os navios. E talvez mesmo mais um navio!… e volta-se à carga.
Kann nicht schlafen
Ou será Schlafen kann nicht? Ainda não compreendi bem.
A verdade é que não consigo dormir. Ontem não consegui dormir e hoje por volta da meia-noite estava completamente pedrado de sono. Já são quase duas da manhã e ainda não consegui adormecer, embora esteja completamente bêbado de sono e já tenha tomado uma coisinha para me ajudar e tudo.
Já perdi a conta aos dias que passei acordado, durante estas férias. Que porra!
The Merc
Hoje foi Merc-day. De manhã fui ao BES fazer o seguro (46 contos por ano, contra 240 na Axa!) e à tarde fui para Lisboa buscar o carro. Troquei papéis com o Fernando e em pouco tempo estava no eixo norte-sul, mais precisamente parado no trânsito. :-/
A minha segunda voltinha no – agora meu – Mercedes, foi uma marcha lentíssima de retorno a Almada. Que bom que é o trânsito!
Mas pronto, com ar condicionado suporta-se melhor :-)
Depois de chegar a casa ainda fui com a Dee buscar uns filmes e por umas fotos a revelar, o que deu azo a mais uma voltinha. Enfim, não posso dizer que me vá habituar depressa, sobretudo ao tamanho, mas o carro conduz-se bem.
Tenho, portanto, um Mercedes… agora tenho que comprar o relógio de ouro.
A black merc without fins
Estou a começar a ficar profundamente farto deste site. Não por mim, porque a mim dá-me gozo, mas pelo facto de continuar a receber insultos, o que sinceramente, já não tenho muita pachorra para aturar.
A maioria dos insultos vêm de brasileiros que acham:
1 – que eu devia ter coisas melhores para fazer na vida
2 – que eu estou a “desperdiçar” a internet (expliquem-me a matemática disto, por favor)
3 – que os portugueses, na generalidade são burros e/ou chatos e não se sabem divertir (e que eu sou um deles que passa os dias a descrever a sua aborrecida vida online)
Já os insultos vindos de portugueses (que são em menor número) são mais ou menos estes:
1 – odeio o dicionário de fumadores, sou fumador e em mim ninguém manda
O que acontece é que nunca respondo a esses mails e (como aconteceu ainda hoje com um brasileiro que me chamou “bosta” – giro, porque nunca tinha sido chamado bosta antes), apago os comentários insultuosos do site imediatamente, ou não fosse eu fascista do meu pequeno império.
Portanto, como não respondo a nenhum desses energúmenos, aqui vai uma resposta que podem considerar universal. Se lerem o meu site e não gostarem de mim ou do que eu escrevo, se acharem estúpido ou perca de tempo, se me acharem um idiota e se por qualquer razão sentirem vontade de me insultar:
NA PEIDA!
Não tenho mais nada para fazer do que aturar palhaços com necessidade de chamar a atenção, eu?!
Agora vejamos: a minha nova receita para dormir é tomar um pazolam e lamentar-me à Dee até às três da manhã. Depois adormeço e fico ko até ao meio dia do dia seguinte. O que até nem faz mal, porque continuo de férias.
Por volta da uma da tarde fui até ao BES inquirir sobre um seguro para o meu novo carro, que me fica em 48 contos por ano, ao contrário do da Axa, que ficaria, pela mesma cobertura, em 140 contos por ano. As contas por trás disto, escapam-me, confesso. Como precisava de uns documentos do actual dono do carro para fazer o seguro, liguei ao Fernando e combinei encontrar-me com ele.
Entretanto fui com a Dee à Top Atlântico, marcar uma viagem a Londres, para Outuburo. Contamos ir visitar aquilo que a Dee não chegou a visitar na última vez que lá estivemos (e que eu já tinha visitado na outra viagem antes disso), contamos ainda meter-nos num comboio e ir passar um dia a Cambridge.
Depois desta tarefa que já andavamos para concretizar há algum tempo, meti-me no barco e fui ter com o Fernando a LX, visitar o novo office, que tem um excelente aspecto, se bem que lhe falte uma chave de fendas (esta só ele é que vai perceber).
Depois fui dar uma volta no Mercedes, ao qual me custou um bocado a habituar logo nos primeiros segundos. Depois comecei a andar um bocadinho melhor, um pouco mais cuidadoso do que o costume, mas sempre com um certo conforto e confiança que me eram transmitidos pelo carro.
Bom, fui dar uma volta no Mercedes, porque nunca tinha conduzido um Mercedes, obviamente. Há dez anos que conduzo Fiats de 1000 ou 1100 ccs e embora já tenha dado umas voltas no Polo 16v do Cunhado e no Honda xpto do meu pai, não tenho grande experiência com carros mais, digamos, potentes. Para não falar que carros grandes então… praticamente não sei o que são. E o Mercedes é grande. E é potente. E é muito diferente de conduzir um Fiat Punto.
Para tornar esta pequena experiência de habituação mais interessante, fui de Benfica até ao Cais do Sodré, levar-me a mim mesmo aos barcos, passando pelo Marquês à hora de ponta. Claro que sendo Agosto, não havia muito trânsito.
Mas o carro conduz-se muito bem e acho que basicamente preciso de me habituar às suas arrojadas dimensões.
Ao fim do dia, tal como ontem, estive a ajudar a Dee a gravar as músicas para o segundo album. Ainda estamos muito no princípio, mas hoje correu melhor que ontem e já temos duas músicas com a voz completa. Estou com uma vontade enorme de fazer duas coisas… primeiro arranjar uma placa de som de 24 bit em vez de 16 da SB que tenho agora, que já não chegam e em segundo lugar aprender a aplicar em termos práticos a teoria de EQ que andei a aprender para que as frequências dos vários instrumentos não se atropelem quando chega altura de fazer o mixdown.